Comprador só deve pagar condomínio após receber as chaves, alerta especialista

 

Algumas pessoas que compram unidades condominiais ficam em dúvida sobre a partir de quando devem começar a pagar o condomínio. De acordo com Daphnis Citti de Lauro, advogado especialista em Direito Imobiliário, os novos moradores devem assumir essa responsabilidade apenas quando receberem as chaves.

“Infelizmente ainda há vendedores que tentam passar ao comprador despesas anteriores ao recebimento das chaves, o que é indevido”, afirma Daphnis, que também é sócio da CITTI Assessoria Imobiliária, empresa que administra condomínios, locações e atua como síndica terceirizada.

Este foi o caso de compradores que adquiriram imóvel mediante compromisso de venda e compra, mas não receberam as chaves, apesar de decorrido o prazo para entrega. A entrega atrasou, mas os boletos de condomínio e IPTU, não. Estes chegaram até antes do que deveriam.

Acórdão no Agravo de Instrumento nº 2188270-52.2015.8.26.0000, da 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, datado de 17 de novembro de 2015, deu provimento ao recurso por votação unânime.

“Apenas a partir da entrega das chaves passam a ser devidas pelo consumidor as despesas condominiais.”

Há precedente do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo que, na apelação nº 0051438-05.2009.8.26.0114, cujo relator foi o Dr. Marcondes D´Angelo, que assim decidiu:

“Apenas a partir da data da entrega das chaves que passa o promitente comprador a exercer a posse sobre o bem objeto do contrato.”

Sobre Daphnis Citti de Lauro

É advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, com mais de 20 anos de atividades, que atua como síndica terceirizada.

Sobre a Citti Assessoria Imobiliária

Inaugurada em 19 de outubro de 1989, a CITTI inicialmente administrava somente locações. Posteriormente, para atender pedidos de seus clientes, passou a administrar também condomínios residenciais, comerciais e mistos, além de loteamentos. Hoje, atua como síndica terceirizada.

www.cittiimobiliaria.com.br

 

Artigo: Escola dos campeões – 5 práticas do FC Barcelona

*Por Erik Penna

Estive na Espanha para um estudo in loco sobre a gestão vencedora do FC Barcelona e, assim, identificar como as empresas brasileiras poderiam colocar algumas dessas ações em prática, para crescer e potencializar os resultados.

Uma gestão vencedora consegue prêmios e títulos. No FC Barcelona, chegar ao topo e se manter lá tem sido algo corriqueiro, pois o clube já possui 5 títulos da Liga da Europa, conquistou 3 vezes o campeonato Mundial da Fifa, detém 27 títulos da Copa do Rei e se consagrou 23 vezes campeão da Liga Espanhola de futebol.

Além disso, está entre os mais valiosos clubes do planeta, tem a maior torcida da Europa, com cerca de 58 milhões de torcedores neste continente, é o clube com maior número de seguidores nas redes sociais e, ainda, o que mais cede jogadores do seu elenco para as seleções nacionais.

Um clube que coleciona tantas conquistas tem muito a nos ensinar. Destaco a seguir 5 práticas campeãs que todas as empresas poderiam adotar:

1) Planejamento estratégico

Você já parou para pensar qual é o mercado da sua organização? Onde estão seus clientes? Quais são seus verdadeiros concorrentes?

O Barça, como é carinhosamente chamado por parte de seus torcedores, já parou para pensar qual é o seu mercado. Inicialmente, o planejamento era focado para ganhar um jogo ou um campeonato, ou seja, um mercado restrito e de curto prazo. Uma evolução foi percebida quando os comandantes decidiram que precisavam pensar o clube como um negócio, com um olhar de médio prazo. Houve uma nova evolução que determinou o posicionamento do clube e, a partir daí, estabeleceram um planejamento estratégico para atuar no mercado do entretenimento. E isso muda tudo! Por exemplo: o Circo de Soleil passou a ser encarado como um concorrente e, mais que torcedores, o Barça tem fãs.

Pensando no mercado do entretenimento, elaboraram ações para atrair clientes e contatos que criassem uma experiência diferenciada com a marca. Para se ter uma ideia disso, as visitas pelo estádio e ao museu do clube no Camp Nou, foram responsáveis por uma receita de 30 milhões de euros em 2015, a terceira maior fonte de rendimentos do clube.

2) Cultura organizacional – RH

A cultura organizacional de uma entidade orienta o comportamento de quem está inserido nesse contexto e é fiel aos seus valores, crenças e hábitos. Baseado nisso, consegue recrutar, selecionar e integrar grandes profissionais das mais diferentes funções e localidades, dentro e fora do campo.

3) Meritocracia – Produtividade

Como reter talentos num mercado tão competitivo? É preciso mapear as competências e a meritocracia e, neste clube, isso tem sido um fator determinante para o sucesso. Para se ter uma ideia, até os contratos do trio MSN (Messi, Suarez e Neymar) são baseados na meritocracia, estão atrelados à produtividade de cada um e nos resultados que o grupo obtiver na temporada. Isso significa que o número de partidas que o jogador faz e os títulos que conquista durante o ano, influenciam e alteram consideravelmente a sua remuneração.

4)  Treinamento

No FC Barcelona, treinamento é algo muito sério, pois ele é considerado uma ferramenta de desenvolvimento, e não apenas um ato de correção. Vale o exemplo do próprio jogador Leonel Messi, eleito várias vezes como o melhor do mundo. Mesmo com tamanho reconhecimento e atitudes geniais no campo, ele treina muito, aliás, se hoje mesmo não estiver jogando, fatalmente estará treinando. Ora bolas, então, se o melhor do mundo treina várias vezes numa semana, por que alguns profissionais acham que não precisam se qualificar continuamente?

5) Gestão estratégica de pessoas

Olhando o organograma do clube Barcelona, você não encontrará o RH alocado em nenhuma área específica. Sabe por quê? Na verdade, ele atua em todas as áreas de forma estratégica e decisiva. Aliás, não é qualquer jogador, por melhor que seja, que poderá ser contratado pelo Barça, pois jogar muito bem é apenas um dos requisitos.

O clube está sempre atento quando o assunto é sucessão. Lembram-se quando o brasileiro Ronaldinho Gaúcho era o astro do time? O Messi, como coadjuvante, já estava sendo preparado. Agora, quando o Messi está no auge podendo entrar em declínio a qualquer momento, o Neymar, possível sucessor, já está sendo preparado.

Para finalizar, tenha como lema: mais que um clube, o Barça se preocupa com a comunidade local, a sociedade e é uma organização que participa da vida das pessoas. Por tudo isso, desperta tamanha paixão e não possui simplesmente torcedores, mas sim, verdadeiros fãs por todo mundo.

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Site: www.erikpenna.com.br

Sobre Erik Penna

É palestrante motivacional, especialista em vendas e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br

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Artigo: Quer diferenciar sua empresa no mercado? Aprenda a contar a história dela!

* Por Manoel Carlos Jr.

Todas as empresas e negócios, sem exceção, têm a sua própria história. Especialmente em um país como o Brasil, na maioria das vezes são casos de superação, lutas, frustrações e conquistas.

Para que se possa começar a criar uma identificação emocional forte com seu público alvo, é preciso contar essa história para ele. E, para alcançar o melhor resultado, deve-se usar técnicas profissionais: o chamado storytelling.

O storytelling é a mais antiga forma de passar conhecimento através de gerações. Ela representa também como olhamos para diversos fatos e tomamos opiniões, já que somos influenciados por histórias e pela forma como as interpretamos.

Uma boa história deve ser autêntica, criativa, fazer uma conexão emocional e pessoal com seu cliente, inspirar a ação e levar o público a uma jornada de mudanças e transformações.

As pessoas que contam e acreditam em histórias iguais possuem valores semelhantes. A visão de mundo que temos é, simplesmente, uma coleção de histórias sobre fatos que acreditamos. Logo, uma boa narrativa é fundamental para criar uma sensação de “nós” (empresa e consumidor/cliente).

Histórias compartilhadas, valores compartilhados, visões de mundo compartilhadas. A ideia de pertencer a um grupo específico, uma tribo. Sem uma narrativa, não há conflito, porque não é possível existir “nós” se não houver “eles”.

Existem diversos modelos de enredos para se contar uma boa história. Utilize a que mais se adequa a sua história real e faça sua própria narrativa. Você pode até romancear, mas nunca menti.

Seguem abaixo os 6 principais modelos de enredo/narração:

  1. Jornada do Herói
  2. Inimigo público comum
  3. A jornada do idiota
  4. Do fracasso à fama
  5. Herói por acidente (herói relutante)
  6. Nós somos iguais

O ideal é que a narrativa escolhida tenha início, desenvolvimento e final coesos, e se desenrole por, no máximo, 4 parágrafos. Ela pode ser contada através de animação, vídeo, posts nas redes sociais, texto no site, folder, na lateral da embalagem de um produto ou mesmo em uma vitrine de loja.

Não importa como você faça isso. O importante mesmo é contar uma bela história.

* Manoel Carlos Jr. é palestrante, um dos pioneiros do chamado Marketing de Experiências na América Latina e criador do termo “Experiencialize”. É publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing , pós-graduado em Gestão de Marketing pela FGV-SP e especialista em Business Comunication pela International English Institute – CA (EUA). www.experiencialize.com 

Sobre Manoel Carlos Jr.

Palestrante, um dos pioneiros do chamado Marketing de Experiências na América Latina e criador do termo “Experiencialize”. É publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing , pós-graduado em Gestão de Marketing pela FGV-SP e especialista em Business Comunication pela International English Institute – CA (EUA).

Sócio e diretor da Publicarte Propaganda, uma das agências mais premiadas do interior do estado de São Paulo. É também fundador e coordenador do Meeting Empresarial do Vale do Paraíba-SP, fórum que reúne os principais empresários e altos executivos da região.  Atuou durante 6 anos como professor universitário nas disciplinas de planejamento de campanha e redação publicitária.

Suas palestras têm abordagem prática, fruto de mais de 15 anos de experiência no planejamento de marketing de profissionais liberais, pequenas e médias empresas.

Site: www.experiencialize.com

Cafeteria em São Paulo

Lugares agradáveis para trabalhar remotamente em São Paulo

Se você costuma visitar clientes ou ir a reuniões em empresas, muito provavelmente já teve que fazer uma hora entre um compromisso e outro. E aí surge o dilema: onde achar um local tranquilo, seguro e confortável para trabalhar remotamente?

Em São Paulo existem várias boas opções e o site Adoro Home Office listou algumas nesta matéria.

São cafés, bibliotecas e até mirante em diversas regiões da capital, como República, Consolação, Paulista, Bela Vista, Pinheiros, Brooklin e Santana.

Compartilhe conosco nos comentários (abaixo) caso você conheça outros locais para trabalhar na rua. :-)

Normal x patológico: como identificar o  tipo de ciúme que você sente ou sofre

Quem está em um relacionamento amoroso provavelmente já sentiu ciúmes, seja ele em grandes ou pequenas proporções. A grande questão é identificar se é algo normal ou patológico, que começa a gerar problemas para quem sente e sofre.

A coach Bibianna Teodori classifica o ciúme normal como algo pontual e transitório. “Se a pessoa sente durante mais de uma hora por dia, já é considerado patológico”, avalia. Se esse for o caso, fica evidenciado que existe uma anormalidade na personalidade ou na relação afetiva. “O indicado é procurar um especialista.”

Um dos sintomas da patologia é quando o parceiro procura continuamente a possível traição do outro. “Muitas são as origens desse sentimento e, a mais frequente delas, é a insegurança. Pessoas inseguras tendem a desejar amarrar a pessoa amada junto a si para que não deem um passo”, explica.

Bibianna lembra que não existe um modelo de comportamento para uma relação feliz e que o casal precisa ser emocionalmente inteligente, conhecer o universo um do outro.

“Casais inteligentes possuem um mapa do parceiro, isto é, conhecem seus gostos e preferências, seus objetivos, valores, visão do mundo, temores e esperanças. O ponto de partida de um relacionamento gratificante é a crença de que seu parceiro é digno de respeito e admiração”, argumenta. Para ela, se houver admiração e respeito não haverá espaço para o ciúme patológico.

Risco de relacionamento abusivo

Quando o ciúme é patológico, há o risco, inclusive, de se estar em um relacionamento abusivo. Isso acontece quando não há respeito dos valores do outro, um dos dois é muito controlador, ciumento, possessivo, controlador ou tenta isolar demais a parceira.

A coach alerta que é preciso estar atento a atitudes como agressão física, ofensas, pressão psicológica, intimidação, injúria e ameaças verbais, dentre outros tipos de abusos morais.

“A situação é muito mais comum do que se imagina. Nas relações amorosas, ela também pode ser velada e causa não só traumas e danos morais à vítima como também a sensação de impotência diante da agressão.”

Para Bibianna, a violência psicológica pode ser ainda mais perigosa do que a física, porque envolve emocionalmente o agredido. “É importante informar-se sobre comportamentos abusivos ou que sinalizem uma forte tendência nesse sentido. É preciso estar preparado para identificá-los, seja na própria relação ou no relacionamento de pessoas próximas”, finaliza.

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

 

www.bibiannateodoricoach.com.br

Um problema familiar que se transformou em startup

Era final de 2011 quando Juliano Souza precisou buscar uma escola para o filho Gabriel, de 1 ano. Eles tinham acabado de mudar de bairro e o novato pai, perdido em todos os sentidos, mal sabia por onde começar. Pesquisou na internet e não encontrou muita informação.

“Aí resolvi pegar o carro e sair pelo bairro, batendo de colégio em colégio. Fechei com um, mesmo sem saber o que outros pais achavam sobre a instituição, detalhes da metodologia de ensino… Sinceramente, não estava certo se a minha escolha era a que se encaixava no perfil da minha família”, admite Juliano.

Resultado: a escola realmente não atendeu as expectativas de Juliano e sua esposa Monica, mas a aventura mal sucedida lhe rendeu uma ideia. Foi então que o Engenheiro Mecânico na época acionou seu amigo Sergio Andrade, Administrador de empresas, e perguntou o que ele achava de, juntos, criarem uma ferramenta para ajudar os pais nesse tipo de busca.

A ideia foi adiante e os dois começaram a pesquisar sobre este mercado que movimenta R$ 650 milhões por ano. Em dezembro de 2012, foi ao ar o MelhorEscola.Net (www.melhorescola.net). A plataforma nasceu como um mapa das instituições de ensino de todo o Brasil e os pais poderiam comparar os estabelecimentos da região, baseados em informações como valor de mensalidade, número total de alunos, estudantes por sala, taxa de reprovação, taxa de abandono, instalações, etc., além de terem acesso à opinião e avaliação de outros pais.

“No início, tocamos o projeto paralelamente às nossas atividades profissionais, mas a ideia era se dedicar totalmente a ele. E isso foi possível a partir de outubro de 2014, quando fomos aprovados no Startup Brasil, um concorrido programa de incentivo do governo. Acredito que fomos selecionados pelo fato de o MelhorEscola.Net, além de ter um bom modelo de negócio, gerar grande impacto social”, explica Juliano.

Com mais de 7 mil avaliações de alunos e pais, o site já ajudou mais de 1 milhão de pessoas a escolher a melhor opção de ensino. Recentemente, o MelhorEscola.Net fechou parceria com instituições de ensino para o oferecimento de bolsas parciais de estudo.

Os fundadores

Sergio Andrade é administrador de empresas, com experiência em consultoria estratégica, finanças corporativas e startups. Decidiu sair do mundo corporativo para investir seu tempo em ideias com impacto positivo no mundo.

Juliano Souza é pai de Gabriel e Lucas. Após vários anos trabalhando em multinacionais, o engenheiro mecânico decidiu focar em negócios que melhorem a educação. Atualmente também é sócio de uma escola de educação infantil com filosofia humanista.

Site: www.melhorescola.net

Young businesspeople clapping for female colleague after presentation at desk in office

A comunicação e sua importância na vida profissional

Roupa adequada, cursos de extensão, larga experiência profissional. Parece o cenário perfeito para um candidato em uma entrevista de emprego, porém, há um fator determinante que o fará ser aprovado ou não: sua capacidade de oratória. Para Carlos Drummond de Andrade, um bom orador convence a si mesmo antes de convencer um auditório. Comunicar-se bem exige, acima de tudo, autoconfiança.

Se a pessoa não souber se comunicar ao falar de si, mesmo tendo um currículo brilhante, as chances de contratação serão nulas. É óbvio que todos temos a capacidade de nos comunicar, no entanto, a sociedade classifica como alguém bem sucedido o sujeito que se “vende bem”, fala com propriedade, naturalidade, não tem medo e possui desenvoltura no falar.

Mãos frias, coração acelerado e boca seca são comuns mesmo em grandes oradores e não são exclusividade dos tímidos. O que os separa, entretanto, é apenas um detalhe: saber dominar essas emoções. Por conta disso, muitos estão procurando aperfeiçoar sua oratória com a finalidade de melhorar a comunicação no dia-a-dia, em diferentes situações.

Além de falar bem, é preciso escrever bem e saber se comunicar por escrito. Muitos negligenciam o português e dão mais importância para a fluência em outros idiomas, mas um e-mail mal escrito pode ferir sua imagem de um modo catastrófico.

Por que empresas buscam pessoas que saibam se comunicar?

Pessoas que se comunicam bem são o alvo das empresas, independentemente do cargo e perfil. Mas por quê? Um bom comunicador geralmente se sai melhor em apresentações em público, sabe motivar sua equipe, é um bom líder, obtém sucesso em reuniões com clientes e nas vendas, se sai bem em entrevistas, negociações, palestras, no famoso “networking”, etc.

A boa notícia é que a comunicação é como a música: todos podem aprender. Claro que alguns terão menos dificuldades, o que é esperado, mas todos podem desenvolver habilidades de comunicação. Quer melhorar sua posição no mercado de trabalho? Aprenda a se comunicar melhor!

(Com informações da Catho)

Artigo: 7 passos para turbinar as vendas por telefone

*Por Erik Penna

 

A venda por telefone é usual e existe há muito tempo. Em momentos de turbulência econômica, essa atividade é vista pelos profissionais como uma grande alternativa para atingir novos clientes e aumentar as vendas com baixíssimo custo.

Seguem abaixo 7 dicas importantes e práticas, que têm como objetivo auxiliar o vendedor a turbinar suas vendas por telefone:

1) Saudação marcante

É fundamental se identificar e fazer uma saudação entusiasmada, como, por exemplo, dar um bom dia expressivo e simpático, afinal, apresentar-se de forma motivada é um bom cartão de visita. Se o vendedor telefonar para o celular de um cliente, é desejável que ele diga se identifique e pergunte se o cliente pode falar um minuto. Lembre-se, ainda, da técnica do espelhamento: se o cliente fala pausadamente e num tom baixo, provavelmente gostará que você fale dessa maneira com ele.

2) Poder de síntese

Os seis segundos de ouro. O profissional de televendas tem poucos segundos para ganhar a atenção do cliente, portanto, logo após ter se apresentado deve falar o motivo da sua ligação, causando interesse em quem o escuta para que a conversa se prolongue. Já ouviu falar na “técnica do elevador”? É assim: saiba vender sua ideia no tempo em que um elevador leva para sair de um andar e chegar ao outro.

3) Busque interação

É um erro corriqueiro alguns vendedores ligarem e, ao serem atendidos, começarem a falar sem parar, pensando que o cliente tem todo o tempo do mundo.  Uma boa dica é utilizar frases curtas e fazer perguntas que o levem a participar da conversa.

4) Escutatória

Há vários cursos de oratória, inclusive, alguns muito bons e que realmente ensinam as pessoas a se comunicarem efetivamente. Mas quantos cursos de escutatória você já participou? Ou seja, as pessoas são treinadas para falar, mas não para escutar.  Na venda por telefone isso é mais importante ainda: saber ouvir, prestando atenção no que o cliente diz, para depois oferecer a venda.

5) Pergunta de ouro

Já atendi telefonemas de vendedores querendo me vender sem saber o que eu realmente preciso. Elabore sua pergunta de ouro, pois com ela, o cliente lhe dará as informações que você precisa para convencê-lo.

Imagine que um vendedor de software liga para um possível cliente e, antes de oferecer o produto, pergunta: “Qual é o problema que você enfrenta com seu atual software”? A partir daí, sua solução fica bem mais interessante para o cliente.

6) Script

Trate a venda por telefone como um show teatral que, para ocorrer, é necessário haver muita repetição e treino até para possíveis improvisos. No telemarketing deve ser assim também. Faça anotações do tipo: eu pergunto “X”, o cliente responde 1; o que eu falo se ele responder 2?; o que eu falo se ele responder 3?. E assim por diante. Imagine as possíveis respostas, assim, terá caminhos para boa parte das objeções e o fechamento da venda ficará mais fácil.

7) Técnica da fração

Se o intuito da ligação é agendar uma visita, a técnica da hora fracionada ajuda muito. Por exemplo, se você tenta marcar uma reunião às 11h da manhã, pode ser que o cliente imagine que essa reunião irá até às 12h. Agora, se você propor uma conversa rápida às 10h45, provavelmente o cliente pensará que esse bate papo irá durar 15 minutos e, então, confirmará a reunião com você. A técnica da fração também ajuda quando você divide o valor do produto ou serviço por mês, ou faz o cálculo de quanto ficaria o valor por dia.

Planeje suas ligações e tenha metas diárias do que pretende realizar, não apenas do número de chamadas a serem efetuadas, mas de contatos ativos, ou seja, os clientes que de fato foram encontrados. Procure também otimizar seu índice de conversão, ou seja, quantos contatos de fato geraram negócios. Afinal de contas: “Não existe vento favorável a quem não sabe onde deseja ir.” (Sêneca). Ótimas vendas!

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Site: www.erikpenna.com.br

Sobre Erik Penna

É palestrante motivacional, especialista em vendas e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”. Site: www.erikpenna.com.br

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