Blog 31.08

Conteúdos das redes sociais precisam ser atrativos e objetivos

As mídias sociais deixaram de ser tendência e hoje são fundamentais para as empresas e, por isso, os recursos para marketing digital cresceram nos últimos anos. Entretanto, uma pesquisa divulgada pela Gallup (empresa de pesquisa de opinião americana) questiona todo este esforço.

Isso é o que comprova a análise do estudo feito em 2014 pelo colunista da Harvard Business Review, Ed O’Boyle. Enquanto muitos líderes acreditam que é a quantidade de posts que influenciam na decisão do consumidor, a realidade é diferente.

Segundo a pesquisa, a maior parte dos adultos diz que não são influenciados pelos anúncios das mídias sociais. Portanto, não importa se a marca conquista um grande número de curtidas, já que não será equivalente ao número de vendas.

A pesquisa constatou que a as pessoas ainda são muito mais influenciadas pela recomendação de amigos e familiares do que pelos anúncios nas redes sociais. Por isso, não importa a quantidade de indicações, mas a qualidade delas.

Estes resultados apresentam perspectivas diferentes para a comunicação online, uma vez que o record de acesso no site ou likes na fanpage não significam o sucesso de vendas para as marcas. Ao invés de inúmeros posts por dia, as empresas precisam ser mais transparentes, sem mascarar suas campanhas com cases e histórias comoventes.

Os conteúdos precisam ser atrativos, objetivos e com um diferencial. Por isso mesmo as empresas devem ser cada dia mais criativas, já que postagens se tornaram commodity e estão muito comuns e parecidas.

As pessoas buscam uma comunicação autêntica nas mídias sociais, mensagens que transmitam o verdadeiro DNA da marca. Querem atendimentos personalizados, com emails objetivos e respostas rápidas. E este se tornou um dos principais desafios: acertar na estratégia para que o público esteja interessado e seja fiel aos produtos e serviços das empresas.

Com informações do portal UOL

Universidade das Vendas chega ao mercado com mais de 70 horas de capacitação online

Além das videoaulas, há materiais extras de apoio, como textos em PDF, e-books, vídeos com palestras, dicas de leitura e outros. Durante cada curso também são realizadas avaliações, para que o aluno teste imediatamente o aprendizado.

“A ideia de criar a Universidade das Vendas surgiu da falta de uma ferramenta deste porte no mercado corporativo brasileiro. A capacitação dos profissionais de vendas se faz cada vez mais necessária neste mundo tão competitivo e a plataforma atenderá essa demanda das empresas de forma escalável e econômica”, afirma o idealizador José Ricardo Noronha.

Ao adquirir o acesso anual, o aluno pode acessar todo o conteúdo 24 horas por dia e assistir às videoaulas quantas vezes desejar. Há também um fórum para interação entre os participantes, além de uma Central de Atendimento para tirar dúvidas.

“Novos conteúdos serão sempre acrescentados, transformando a Universidade das Vendas em um projeto realmente grandioso e que satisfaça e supere as necessidades não só dos vendedores, mas de líderes, gerentes e dos departamentos de Recursos Humanos de organizações dos mais diversos portes e das mais variadas indústrias.”

Entre os cursos já disponíveis estão Técnicas de vendas, Liderança em Vendas, Atendimento e Encantamento de Clientes e Negociação.

Serviço:

Site: www.universidadedasvendas.com.br
Investimento: R$ 1.500 para acesso a todos os cursos, durante 1 ano.
Contato: vendas@universidadedasvendas.com.br

Sobre José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas através do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management) e atua como professor dos Programas de MBA da FIA e também do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação especial de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

Site: www.paixaoporvendas.com.br | Blog: www.josericardonoronha.com.br

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erros de escrita

Exclua estes 6 vícios das suas redações

A comunicação ganhou mais espaço na vida das pessoas com a troca frequente de emails, mensagens pelas redes sociais e aplicativos como o WhatsApp. No entanto, estas ferramentas tornaram a escrita menos culta e coerente, devido às gírias e abreviações usadas no dia a dia.

Por isso, é preciso muito cuidado para não deixar que este mau hábito esteja no ambiente corporativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, ter uma boa redação não é um “luxo” dispensável, mas uma competência decisiva para o sucesso em qualquer segmento e atuação.

Ter uma boa escrita não traz apenas uma boa imagem para o profissional, mas também pode impactar em promoções, aumento de salário e visibilidade no mercado de trabalho. Para as empresas também é um grande benefício. Quanto maior a qualidade do diálogo entre os colaboradores, mais fáceis se tornam os acordos.

Para aperfeiçoar sua redação e gerar mais oportunidades profissionais, listamos alguns erros muito comuns que você deve eliminar desde já:

1- Expressões difíceis

Um dos maiores problemas do uso destas expressões mais “cultas” é que nem sempre elas significam o que achamos. Por exemplo, muita gente pensa que “junto a” é o mesmo que “com”, quando na verdade é “perto de”.

“Posto que” é outra expressão empregada equivocadamente. Enquanto ela é usada no sentido de “já que”, na verdade tem sentido adverso, como “embora”. Exemplo: “Posto que estivesse chovendo, fui à praia”.

2- Fórmulas prontas

Muitos profissionais enfeitam redações com frases prontas, como “Venho por meio desta” ou “Sem mais para o momento”. Estas fórmulas deixam o texto menos natural e o alongam desnecessariamente, impedindo a objetividade da mensagem. Para um texto mais original, deixa de usá-las.

3- Repetições

Ao contrário do que muitos pensam, a redundância cansa e desconcentra o receptor da mensagem, ao invés de reforçar a ideia. Usar conjunções como “entretanto”, “porém” e “embora” e pronomes relativos como “dos quais”, “onde” e “cujo”, cria conexões com as ideias e evita que as palavras sejam repetidas desnecessariamente.

Uma dica de ouro é procurar os sinônimos no dicionário. Ou no Google.

4- Ignorar duplos sentidos

Pela falta do tom de voz e expressões faciais, a comunicação escrita fica suscetível a mal-entendidos. É um erro não prestar atenção a estes detalhes. Depois de escrever seu texto, vá tomar um café, esfriar a cabeça e o releia.  Você terá outra visão e corrigirá possíveis erros que não tenha percebido antes.

A pontuação é um recurso para evitar a ambiguidade. Veja a diferença: “Pegue o livro, que está na gaveta” e “Pegue o livro que está na gaveta”. No primeiro caso, há um único livro, e seu lugar é a gaveta. No segundo, pode haver vários livros, mas apenas o que está na gaveta deve ser pego.

5- Erros antigos

É comum escorregar nos velhos modelos gramaticais. Os verbos “haver” e “fazer”, por exemplo, ainda fazem muitas pessoas errarem. Ambos devem permanecer no singular quando usados no sentido de tempo e existência. Ao invés de “fazem dois anos” é correto dizer “faz dois anos”. No lugar de “haviam dados”, deve ser escrito “havia dados”.

A maioria dos erros acontece pela correria, mas também pela falta de atenção. É preciso fazer uma revisão antes de enviar a mensagem.

6- Falha na padronização

As siglas precisam seguir um padrão. Se for usado num primeiro momento “A reunião será às 10h”, para continuar o resto do texto será de bom tom continuar usando esta abreviação para indicar as horas.

Outro ponto importante é escrever o nome por extenso na primeira vez em que mencionar a sigla. Por exemplo, “Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. A partir daí, fique à vontade para usar só a sigla quando mencionar a instituição.

Com informações do portal Exame

apresentação

4 dicas para montar uma boa apresentação corporativa

Montar uma apresentação parece ser um grande desafio para muitas pessoas, principalmente quando precisa de slides para orientar o discurso, mas que seja objetivo ao mesmo tempo.

Se muito longa e pouco dinâmica, a apresentação fica tediosa e quase ninguém prestará atenção. Para conseguir o interesse do público, você deve atraí-lo por meio de imagens e tópicos.

As dúvidas na hora de montar uma apresentação são diversas e vão desde as cores até o tamanho do conteúdo escrito. Aqui listamos 4 dicas para lhe ajudar nesta missão.

1- Texto

O slide tem duas funções principais: complementar sua fala e orientar seu discurso. Por isso, escreva apenas o essencial, como alguns tópicos que lhe ajudarão a discorrer sobre o assunto. Textos muito longos são cansativos e desnecessários.

2- Cores

Escolha cores simples. Não sobreponha aquelas com pouco contraste, pois pode prejudicar a visão e levar a exaustão após um período. Um fundo amarelo com cores vermelhas, por exemplo, não é a melhor opção, principalmente se estas cores forem usadas em mais de um slide.

3- Tipografia

Escolha um tamanho e tipo de fonte legível para quem assiste à sua apresentação.  Se trabalhar com tópicos, poderá regular a letra na tela, o espaçamento entre as linhas e ainda sobrará espaço para algum outro elemento, como um gráfico ou figura. Uma dica é escolher uma fonte simples para não dificultar a leitura.

4- Efeitos

Não se empolgue. Mesmo que seja de seu agrado, efeitos de transição muito chamativos e com sons poderão dispersar a atenção de quem assiste à sua apresentação. Se quiser algo mais dinâmico, aposte em vídeos, imagens ou algum outro elemento que complemente seu conteúdo e interesse ao público.

Com informações do site CanalTech

Artigo: “Líder humano” substitui “chefe frio” na nova era corporativa

*Por Silvia Bez

Ao longo dos últimos anos, diversas mudanças vêm ocorrendo no mundo corporativo, especialmente na gestão de pessoas. A hierarquia e a frieza na relação com os colaboradores perderam espaço para uma liderança horizontal, com menos autoridade e mais parceria e sensibilidade com toda a equipe.

Para ter sucesso nos negócios, a primeira coisa que a empresa deve fazer é se preocupar com o bem-estar de seus profissionais e contar com líderes mais humanizados.

Abaixo, listo 5 características fundamentais da nova era da gestão:

1) Humanização: Mesmo vivendo na era da globalização e da informatização, o gestor não pode esquecer que seu colaborador não é uma maquina, portanto, é necessário valorizá-lo primeiramente como ser humano. Todos terão dificuldades e, para superá-las, eles vão procurar apoio no líder.  Assim, o gestor deve usar as melhores habilidades de cada um para fazer com que todos cresçam não somente na empresa, mas também em suas vidas pessoais.

2) Práticas certas: Não adianta exigir bons resultados se a prática ensinada estiver errada. Ela pode ser repetida inúmeras vezes, mas, se o gestor não direcionar a equipe para o caminho certo, os objetivos não serão alcançados. Consequentemente, os colaboradores nunca farão o trabalho da maneira que deve ser feita.

3) Incentivo x Motivação: Não parece, mas são coisas distintas. A motivação vem de dentro do profissional e o que a faz crescer é o incentivo que a empresa oferece. O gestor não pode motivar o colaborador, mas pode incentivar com atitudes, como valorizar seu trabalho, entender suas necessidades e ajudá-lo em suas dificuldades. Mostrar que ele é importante para a empresa já é um grande fator para aumentar sua motivação!

4) Parceria: O grande erro de muitos gestores é pensar sozinho e não dar voz às ideias de seus liderados. Para que o trabalho dê certo, é preciso que exista uma parceria na equipe. Portanto, o líder deve procurar sempre se manter disponível, fazendo com que todos se sintam partes integrantes da tomada de decisões. O simples fato de saber que podem contar com o líder já traz a segurança que precisam para realizar os projetos com precisão. Quando o liderado se vê “dentro” do projeto há, por parte dele, um maior comprometimento.

5) Gestor Coach: Um gestor lidera e orienta seus colaboradores. Um gestor coach pratica todos os passos citados anteriormente e vai além. Ele identifica as competências e habilidades individuais e consegue extrair o melhor de seus liderados. Além disso, o gestor coach entende as principais capacidades e as usa de forma que beneficie toda a equipe, ao mesmo tempo em que ajuda o grupo a superar as dificuldades. Resumindo: ele se torna um parceiro de seus liderados. Assim, juntos, entregam os melhores resultados para a empresa.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

Sobre Silvia Bez

É palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Com um portfólio de palestras com mais de três mil pessoas, também oferece serviços de treinamentos, seminários, workshops e coaching pessoal e profissional.

Possui mais de 30 anos de experiência em cargos de liderança em empresas como Banco Bradesco, Ponto Frio, Ambev, Lopes Consultoria, entre outras.

Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 Passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para Fortalecer sua Memória”.

Site: www.silviabez.com.br

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Artigo: O que empreendedores podem (e devem!) aprender com os Jogos Olímpicos

* Por Manoel Carlos Jr.

Durante os Jogos Olímpicos, fiz questão de ir até o Rio sentir o gostinho da competição e foi realmente uma experiência diferente, marcante. Por isso, quero compartilhar com vocês alguns pontos que considero absolutamente relevantes e pertinentes a milhares de pequenas empresas brasileiras que buscam um lugar ao sol, num mercado cada vez mais acirrado e hostil a amadores.

Profissionalismo: foi-se o tempo em que os Jogos Olímpicos eram disputados por atletas amadores. Hoje, assim como no mercado, a disputa para quem desejar conquistar o pódio é para os que têm muito foco e profissionalismo. É obrigatória uma preparação especial, em todos os aspectos, seja ele físico, mental e técnico, da mesma forma que é para um empresário que precisa se preparar adequadamente nas mais diversas modalidades, como planejamento, gestão administrativa e financeira, RH, marketing, vendas, etc.

Foco: é raríssimo um atleta ser campeão em modalidades esportivas diferentes. Quando muito consegue ser campeão em provas diferentes, do mesmo esporte, e ainda assim só fenômenos, como Phelps e Bolts da vida. Portanto, tenha foco naquilo que você vai competir e entregar para o seu cliente. Isso te possibilitará se preparar e se especializar, sendo, assim, melhor percebido pelos clientes.

Paixão: se com paixão o caminho já é difícil, sem elas, muitas vezes, é impossível. Em todos os relatos dos campeões há algo particularmente comum em suas falas: a paixão pelo esporte que escolheram, sentimento esse que os fazem passarem pelos mais difíceis obstáculos, privações e sacrifícios. Da mesma forma, é o empresário que monta seu negócio. Quando ele é apaixonado pelo que faz, as chances de enfrentar, com sucesso, os obstáculos que virão são muito maiores. Além disso, as chances da torcida e dos consumidores se apaixonarem pela sua causa também serão muito maiores.

Saber contar uma boa história: os Jogos Olímpicos são história pura. Desde a antiguidade há uma narrativa poderosa por trás desse que é o maior evento da humanidade. Uma narrativa de muita superação, de heróis e vilões, de derrotas e conquistas que fazem… História! Saibamos contar a nossa história de maneira interessante e mágica para nossos clientes e teremos grandes possibilidades de subirmos o Olimpo.

Pertencimento: chamou-me a atenção a forma como milhares de voluntários dos Jogos se comportam. Além da paixão pelo esporte, por participar do evento e por servir, há um incrível senso de pertencimento a algo maior, no caso grande mesmo, que é o evento em si. Um exemplo foi a frase que ouvi de um voluntário, que me orientou e disse: “A Família Olímpica lhe dá as boas vindas!”. Bingo! Eu já me senti parte! Que tal fazermos os nossos clientes se sentirem assim também?

Atenção aos detalhes: certamente o mais marcante dos ensinamentos olímpicos é a importância aos detalhes, que separam a glória absoluta do abismo profundo, que separam os campeões dos perdedores. Na maioria das vezes, um detalhe, um mísero detalhe, assim como nos Jogos, separa o sucesso de uma empresa de seu fracasso. Dar máxima atenção aos detalhes pode fazer toda a diferença em tempos de competição extremamente acirrada e clientes cada vez mais exigentes.

Provocar o UAU! Não basta ser campeão, é preciso surpreender sempre! É isso que diferencia um campeão do campeão dos campeões. Eu assisti ao vivo a prova que consagrou definitivamente Usain Bolt como o maior de todos os tempos no atletismo e ali eu percebi o “UAU!” em ação. Além de ganhar a prova e brindar a todos com sua performance de tricampeão, o jamaicano foi além. Ele brincou com os espectadores, interagiu, posou para fotos, fez graça, entregou mais diversão para todos, um verdadeiro artista! Que assim façamos em nossas empresas. Que entreguemos sempre mais aos nossos clientes, de preferência boas emoções, pois essas ficam difíceis de apagar da nossa memória afetiva.

Portanto, deixemos o espírito e os ensinamentos dos Jogos tomarem conta de nossas empresas, para que alcancemos os louros reservados aos verdadeiros campeões!

* Manoel Carlos Jr. é especialista e pioneiro no marketing de experiência no Brasil. Autor do livro “Experiencialize! Os 7 passos para transformar produtos e serviços em experiências”, é também palestrante, publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, pós-graduado em Gestão de Marketing pela FGV-SP e especialista em Business Comunication pela International English Institute – CA (EUA). 

Sobre Manoel Carlos Jr.

Especialista e pioneiro no marketing de experiência no Brasil e autor do livro “Experiencialize! Os 7 passos para transformar produtos e serviços em experiências”. É palestrante, publicitário formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing , pós-graduado em Gestão de Marketing pela FGV-SP e especialista em Business Comunication pela International English Institute – CA (EUA).

Sócio e diretor da Publicarte Propaganda, uma das agências mais premiadas do interior do estado de São Paulo. É também fundador e coordenador do Meeting Empresarial do Vale do Paraíba-SP, fórum que reúne os principais empresários e altos executivos da região.  Atuou durante 6 anos como professor universitário nas disciplinas de planejamento de campanha e redação publicitária.

Suas palestras têm abordagem prática, fruto de mais de 15 anos de experiência no planejamento de marketing de profissionais liberais, pequenas e médias empresas.

Site: www.experiencialize.com

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Artigo: Excelentes vendedores atuam como médicos

*Por Erik Penna

Ao longo desses anos, tenho observado que, se uma pessoa deseja atingir a excelência em vendas, é fundamental atuar como um ótimo médico. Tive o prazer de assistir a aula do Dr. Smith – professor PhD. – durante uma formação internacional sobre liderança que fiz na Universidade de Tampa – EUA, e obtive este importante aprendizado. Vou explicar melhor essa interessante analogia e, com certeza, isso poderá otimizar sua performance na hora de atender seus clientes.

Pare para pensar a última vez que você precisou de uma consulta com seu médico de confiança. Por acaso, ao adentrar o consultório, o médico começou a lhe sugerir algumas promoções de remédios ou indicar novos medicamentos que ele havia recebido? Evidentemente que não, pois seria algo incorreto e anormal. Mas acredite: tem vendedor que age assim e considera correto e normal! Lembra-se do dia em que você entrou numa loja e o vendedor disparou a falar, oferecer produtos, sem nem mesmo saber o que você precisava? Se o médico for um bom profissional, primeiramente ele perguntará o motivo da visita e, através de uma adequada sondagem, investigará até descobrir o problema para só depois receitar, não é mesmo?

Parece óbvio, mas inúmeros profissionais de atendimento ao cliente e vendedores se esquecem de ouvir atentamente e, equivocadamente, ao ver o cliente se aproximar, já acionam a metralhadora de argumentos para convencê-lo a levar um produto que, muitas vezes, não tem absolutamente nada a ver com sua necessidade.

Imagine um médico lhe receitar um remédio para micose se você está com dor de cabeça? Adianta tal medicamento funcionar perfeitamente e ser até muito barato? Não, ele foi indicado indevidamente!

Então, não queira vender um produto ou serviço sem antes escutar seu cliente, entender seus desejos. É conversando e se interessando por ele que você investigará adequadamente seu problema. Após descobrir a real necessidade do cliente, aí sim será hora de brilhar. Apresente a receita adequada, recomende a melhor solução, arrase, dê o seu show!

Além da escuta ativa, assim como um grande vendedor, um médico se torna raro quando atende com pontualidade, faz o pós-venda e conquista o “Uau!”. Sim, é difícil encontrar um médico com esses 3 atributos, mas existe. Eu conheço um pediatra que atendeu minha filha. No pós-venda, ele me surpreendeu profundamente um dia após a consulta dela. Pouco depois do almoço o telefone tocou e era ele perguntando se a princesa já estava melhor. Eu achei que era um trote, afinal, um médico ligar no dia seguinte para saber do paciente é mesmo algo extremamente difícil. Uau! Sim, foi isso que eu e minha esposa falamos ao término da ligação. Hoje, não somos apenas pacientes ou clientes, mas somos fãs deste médico.

E você, atuando como vendedor, já conquistou quantos fãs? Reflita sobre isso e não perca mais tempo. Faça a diferença e colha os resultados positivos do excelente trabalho que oferecer!

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Site: www.erikpenna.com.br

Sobre Erik Penna

É palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

Site: www.erikpenna.com.br

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assessoria de imprensa

Como funciona uma assessoria de imprensa?

Muitos querem ganhar destaque na mídia, mas poucos ainda sabem, realmente, como funciona uma assessoria de imprensa. Virar referência nos veículos de comunicação exige alguns fatores, como produção de conteúdo (artigos, releases e sugestões de pauta) e ótimo relacionamento com os jornalistas. E é justamente aí que entra uma atuação profissional.

Você já deve ter lido em nosso blog o artigo Assessoria de Imprensa vale a pena? Agora, vamos explicar um pouco como funciona este trabalho e porque é tão importante para o engajamento de seu negócio no mercado em que atua.

Em resumo, a assessoria de imprensa é o elo entre a empresa e os jornalistas. É o assessor quem entra em contato com os veículos para apresentar a marca e colocá-la à disposição para colaborar com futuras pautas e conceder entrevistas para TVs (Globo, Band, SBT, Record…), portais (UOL, Globo, Terra, R7…), jornais (Folha de S.Paulo, O Estado de São Paulo, Valor Econômico, O Globo…), revistas (Veja, Época, IstoÉ…) e rádios (Band, CBN e Globo).

A partir do momento em que a empresa estiver no radar da mídia, os porta-vozes passam a ser solicitados para colaborar O papel do assessor é fazer o meio de campo com o jornalista e orientar as respostas da fonte, cuidar da imagem da marca para que não haja nenhum mal entendido e, consequentemente, sejam divulgadas informações que possam ser prejudiciais.

Quanto cobra uma assessoria de imprensa?

A dúvida que paira sobre as empresas são os custos da contratação de uma assessoria de imprensa. Este trabalho não envolve matérias pagas. O pagamento é apenas para o assessor. No entanto, isto não é garantia de que você será destaque de revistas e jornais todo mês.

Entre outras funções da assessoria de imprensa está a tarefa de traçar estratégias para uma comunicação condizente e objetiva com o tipo de negócio do cliente. O assessor vai saber exatamente com quais revistas, sites, blogs, jornais, programas de televisão entrar em contato para expor a empresa e alcançar o público alvo.

Ou seja, para traçar estratégias de comunicação e falar com os veículos certos para alcançar os objetivos da empresa é de extrema importância colocar este serviço nas mãos de um bom profissional. O trabalho do assessor vai variar de acordo com as necessidades da empresa, como por exemplo, se a divulgação será B2B (empresa para empresa) ou B2C (empresa para consumidor final).

E se ainda resta alguma dúvida quanto aos espaços pagos, sim, eles existem e é um tipo de serviço que vem crescendo bastante. Este tipo de divulgação será identificado pelo leitor, já que se trata de uma informação publicitária, cujo espaço foi comprado. Este não é o foco de trabalho do assessor, mas ele saberá orientar a marca a fazer estas inserções.

Post 17.08

Como sua empresa pode desfrutar das diferentes redes sociais

O uso das redes sociais parece simples, mas é preciso saber manejá-las para que a empresa consiga a consolidação que tanto deseja entre seu público-alvo. Antes de sair postando qualquer conteúdo para as diferentes mídias, entenda como funciona cada uma:

Facebook

É a principal rede social do mundo, portanto, é essencial que as empresas criem uma fanpage nesta mídia. Segundo dados da própria plataforma, oito a cada dez usuários possui um perfil do Facebook no Brasil. Além da possibilidade de publicar anúncios e conteúdos exclusivos, a mídia também oferece métricas que permitem a marca conhecer melhor o público e aumentar o engajamento e conversões.

Instagram            

Para negócios ligados diretamente à imagem, esta é a rede mais interessante. O sistema de buscas por hashtags permite identificar e conhecer melhor os clientes, ter um feedback sobre produtos e serviços e criar campanhas e promoções para se aproximar dos consumidores. Outro recurso desta mídia é direcionar anúncios diretamente para o público-alvo.

Snapchat

Esta tem sido a rede mais utilizada pelas gerações Y e Z. O Snapchat permite compartilhamento de fotos e vídeos ao vivo, com duração máxima de dez segundos. As “histórias” ficam disponíveis por 24 horas no perfil dos usuários e são apagadas automaticamente após este período. Tem sido muito usado para divulgação de tutoriais, lançamento de produtos e transmissão ao vivo de eventos.

WhatsApp

É o aplicativo mais popular pra troca de mensagens. Pode ser um eficiente SAC para clientes, uma vez que permite fazer atendimento a qualquer hora, com vários clientes ao mesmo tempo e pouco investimento. Também pode ser utilizado para divulgar informações para grupos selecionados e como um canal para fechar vendas.

LinkedIn

Enquanto o Snapchat é mais utilizado por jovens, o LinkedIn é voltado para o público corporativo, portanto, uma rede social mais séria. Esta rede tem como finalidade aproximar profissionais, conectar empresas e clientes e também é usado como canal de recrutamento. O recurso “Publisher” permite impulsionar artigos.

Twitter

As marcas têm apenas 140 caracteres para publicações nesta rede e duas ferramentas principais. A primeira são as hashtags. Elas orientam as empresas a divulgarem promoções, produtos e serviços por meio dos assuntos mais comentados. A outra é o RT (retweet), que permite compartilhamentos das mensagens que mais condizem com os pensamentos dos consumidores.

Com informações do portal Administradores

Artigo: A maior lição de Usain Bolt para todos nós

*Por José Ricardo Noronha

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 nos surpreenderam positivamente desde a inesquecível e emocionante Cerimônia de Abertura, não é mesmo? São cenas que se eternizam na galeria dos momentos históricos e que nos enchem de inspiração para buscarmos sempre mais. E, ainda, para sempre acreditarmos nos nossos grandiosos sonhos, por mais distantes, difíceis e inatingíveis que eles possam parecer.

E, como sempre, os Jogos formam o cenário mais do que perfeito para extrairmos lições de superação para as nossas carreiras e para as nossas vidas.

Como é que podemos nos esquecer da corredora etíope Etenesh Diro que, mesmo depois de ter perdido o seu tênis durante a prova de 3.000 metros com obstáculos, decidiu seguir adiante descalça?

E os momentos de tensão e apreensão dos ginastas Diego Hypólito e Arthur Nory antes do anúncio da classificação, que nos brindaram com uma inédita dobradinha de prata e bronze na super competitiva prova individual de solo na Ginástica Artística?

Isso sem falar do êxtase que o realmente lendário Usain Bolt nos proporcionou nas provas seletivas de 100 e 200 metros, além da sua indiscutível vitória na prova dos 100 metros que o levou ao inacreditável tri olímpico?

E é exatamente sobre esta lenda que eu quero escrever. Ao invés de falar sobre os incríveis e já tão conhecidos talentos deste jamaicano, que é, de fato, um “homem flecha”, eu quero pedir a sua especial atenção a um “ponto fraco” de Bolt. Ponto fraco? Exatamente!

O homem mais rápido do planeta tem, sim, um ponto fraco, que no atletismo é chamado de “tempo de reação”. Em uma linguagem bastante simplificada para todos nós, que somos leigos neste esporte tão sensacional, trata-se do tempo que ele reage ao “tiro” de largada das provas.

Em praticamente todas as corridas, Bolt é sempre um dos atletas que têm o pior tempo de reação. Isso faz com que ele se mantenha nos primeiros metros da prova mais distante dos seus demais oponentes que largam à sua frente.

No entanto, ele tem alguns pontos fortes que realmente o fazem este atleta tão ovacionado, sensacional, carismático e vitorioso que conhecemos e tanto admiramos. Ele é um atleta muito alto, com seus quase 2 metros, o que torna as suas largas e firmes passadas um ponto dificílimo de ser superado. Junte-se a isso a sua incrível impulsão!

Para você ter uma ideia ainda mais precisa: Bolt precisa de apenas 41 passos para completar a prova dos 100 metros, enquanto os seus oponentes precisam de 3 ou até 4 passos a mais que eles.

E o que é que tudo isso tem a ver com a nossa vida profissional? Esta constatação nos explica que muitas vezes deixamos de brilhar por focar excessivamente nos nossos pontos fracos ao invés de dedicarmos os nossos melhores esforços a maximizar os nossos pontos fortes.

Inúmeros são os estudos e bons livros que se dedicam ao estudo dos pontos fortes e em todos eles algo fica bastante claro: quando conhecemos bem os nossos grandes pontos fortes e investimos conscientemente para torná-los ainda mais vigorosos, o tão sonhado sucesso fica muito mais possível e próximo.

Portanto, investir nos seus pontos fracos é absoluto desperdício! Invista um tempo de qualidade para, em um primeiro momento, identificar quais são as suas grandes competências. Depois disso, maximize estes seus grandes pontos fortes, pois serão eles os responsáveis para fazer você brilhar!

No mundo corporativo cada vez mais competitivo, só se tornam verdadeiros campeões os profissionais que investem em suas grandes competências, dons e talentos, além dos que têm o foco, a garra, a resiliência, a disciplina e a persistência das grandes lendas, como Usain Bolt.

* José Ricardo Noronha é consultor, escritor, palestrante, professor e vendedor. Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Owen Graduate School of Management e é Professor dos MBAs da FIA. É autor dos livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”.www.paixaoporvendas.com.br

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