Apresentação em público

Como ter o domínio da oratória

A oratória é um conjunto de técnicas adequadas para apresentar um discurso sem colocar em risco as qualidades pessoais do orador. Um bom comunicador sabe que a oratória significa que falar é tão importante quanto ouvir. Por esse ponto de vista, está claro que ser um bom orador não significa apenas convencer o ouvinte, mas também escutar o que ele tem a dizer.

No passado, a oratória significava “a arte de convencer o ouvinte”. Atualmente, porém, essa expressão não condiz mais com a realidade. O orador não deve tentar convencer forçosamente a audiência. O que ele precisa fazer para se dar bem nas apresentações, é oferecer informações importantes, por meio de dados razoáveis, que instruem o público a pensar sobre o assunto abordado.

Outro fator importante é saber ouvir. Mostrar seus pontos e razões, mas também dar a chance para o público discordar deles e manifestar suas opiniões. Já que a oratória é uma forma de se comunicar e a comunicação envolve a troca de informações, nada mais razoável do que informar e buscar receber da audiência outros conhecimentos e referências sobre o tema.

Profissionais de qualquer área devem ter o domínio da oratória. Não somente para apresentações, palestras, aulas ou seminários. Mas também para conceder entrevistas nos meios de comunicação, como televisão, rádio, jornais, revistas e internet. O profissional que se nega a falar em público passa a impressão de que é inseguro acerca de seu conhecimento sobre área em que atua.

Se você se identificou com uma ou mais situações citadas acima, faça um curso de oratória e prepare-se para ser um bom orador em qualquer caso.

(Com informações do blog Profissões e Mercado de Trabalho)

Young businesspeople clapping for female colleague after presentation at desk in office

A comunicação e sua importância na vida profissional

Roupa adequada, cursos de extensão, larga experiência profissional. Parece o cenário perfeito para um candidato em uma entrevista de emprego, porém, há um fator determinante que o fará ser aprovado ou não: sua capacidade de oratória. Para Carlos Drummond de Andrade, um bom orador convence a si mesmo antes de convencer um auditório. Comunicar-se bem exige, acima de tudo, autoconfiança.

Se a pessoa não souber se comunicar ao falar de si, mesmo tendo um currículo brilhante, as chances de contratação serão nulas. É óbvio que todos temos a capacidade de nos comunicar, no entanto, a sociedade classifica como alguém bem sucedido o sujeito que se “vende bem”, fala com propriedade, naturalidade, não tem medo e possui desenvoltura no falar.

Mãos frias, coração acelerado e boca seca são comuns mesmo em grandes oradores e não são exclusividade dos tímidos. O que os separa, entretanto, é apenas um detalhe: saber dominar essas emoções. Por conta disso, muitos estão procurando aperfeiçoar sua oratória com a finalidade de melhorar a comunicação no dia-a-dia, em diferentes situações.

Além de falar bem, é preciso escrever bem e saber se comunicar por escrito. Muitos negligenciam o português e dão mais importância para a fluência em outros idiomas, mas um e-mail mal escrito pode ferir sua imagem de um modo catastrófico.

Por que empresas buscam pessoas que saibam se comunicar?

Pessoas que se comunicam bem são o alvo das empresas, independentemente do cargo e perfil. Mas por quê? Um bom comunicador geralmente se sai melhor em apresentações em público, sabe motivar sua equipe, é um bom líder, obtém sucesso em reuniões com clientes e nas vendas, se sai bem em entrevistas, negociações, palestras, no famoso “networking”, etc.

A boa notícia é que a comunicação é como a música: todos podem aprender. Claro que alguns terão menos dificuldades, o que é esperado, mas todos podem desenvolver habilidades de comunicação. Quer melhorar sua posição no mercado de trabalho? Aprenda a se comunicar melhor!

(Com informações da Catho)

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7 dicas para se sair bem em discursos

Ao longo da vida profissional, vez ou outra somos compelidos à tarefa de falar em público. Sendo uma ocasião rara ou não, muitos se sentem desconfortáveis nessa situação, de atores profissionais a professores universitários. Confira abaixo sete dicas para se sair melhor em discursos:

1- Escreva um texto para ser ouvido: escrever o que irá dizer é um bom começo para se livrar do mal estar que o falar em público pode ocasionar. Mas o fato é que deve-se escrever de modo que seja agradável para que o outro ouça, e não se torne um texto monótono e enfadonho.

2- Alimente-se bem: coma alimentos leves que não agridam o seu estômago. Por isso, evite frituras ou comidas muito gordurosas, apimentadas e com tempero forte. Evite também tomar refrigerante para que não seja necessário disfarçar arrotos enquanto fala.

3- Vista-se adequadamente: nada de roupas chamativas e prefira se vestir em camadas, ou seja, vá com uma blusa leve e um casaco por cima. Você nunca sabe se o ar condicionado estará funcionando ou não.

4- Faça uma pausa: se perceber que está nervoso ou que começou a gaguejar, tome um gole de água, respire fundo. Essa pausa certamente fará você retomar o seu discurso de onde parou, sem nenhum prejuízo à sua apresentação.

5- Escolha um ponto fixo: se é principiante, o mais indicado em apresentações em público é escolher um ponto fixo, como uma última cadeira vazia na plateia ou um relógio pendurado no fundo da sala.

6- Microfone: caso tenha que usar microfone e não esteja acostumado, fique atento para não falar muito alto e acostume-se com a sua voz. Uma dica é fingir conversar com o microfone, porém, sem olhar para baixo.

7- Treine bastante: para se sair bem em discursos, há de se treinar bastante. Uma dica é gravar sua apresentação em vídeo, para que você possa se observar além de escutar a sua voz e assim perceber os pontos que ainda pode melhorar.

Com essas dicas sua apresentação em público com certeza será satisfatória!

(Com informações do Universia)

Speak

Utilizando a comunicação na gestão das pessoas e do negócio

No mundo corporativo, a atuação de qualquer empresa deve ser pautada pelo trio de palavras comunicação, pessoas e negócio. Para conseguir utilizar a comunicação na gestão do negócio e dos colaboradores, uma das principais ferramentas hoje em dia é a comunicação interna.

Além de mobilizar as pessoas em torno dos grandes desafios das organizações, o endomarketing – marketing institucional interno – promove melhores práticas de comunicação dentro da empresa e estimula a integração em torno das grandes mudanças.

Na era da tecnologia, as informações são compartilhadas em uma velocidade cada vez mais rápida. A influência e o poder de escolha do consumidor cresceram muito nas últimas décadas, assim como a preocupação das empresas nas áreas da sustentabilidade e da responsabilidade social. A qualidade do produto ou do serviço não é suficiente para a escolha final do cliente.

Assim, os novos objetivos e estratégias determinados pelo mercado no século XXI podem e devem ser compartilhados tanto na comunicação externa como na interna.

Para obter o engajamento e compromisso de seus colaboradores, a empresa deve ter em mente que são os funcionários que detêm o conhecimento para contribuir para o sucesso do negócio. E a comunicação é a ferramenta ideal para realizar a divisão das informações entre todos aqueles que integram a organização, motivando inspiração, confiança, compromisso e a criação de equipes vencedoras.

(Com informações de O Jornal Econômico)

business, career and office concept - smiling businesswoman at job interview in office

12 dicas para a linguagem corporal durante uma entrevista

Uma entrevista de emprego bem-sucedida depende de vários fatores. Porém, mesmo que você tenha um ótimo currículo, com experiências, cursos e cases de sucesso, há ainda uma característica que, se você não dominar, pode se sair mal: a linguagem corporal.

Mesmo que o entrevistador não conheça muito do assunto, a linguagem corporal impacta para uma primeira (e talvez última) impressão. Para ter uma chance a mais, siga essas 12 dicas abaixo para mudar a mensagem que você passa com o corpo durante uma entrevista.

1) Cumprimente todos com um leve sorriso

O primeiro recado que você passa está no rosto. Sorrir suavemente para todos denota segurança e simpatia. O sorriso é uma arma poderosa para criar um vínculo interpessoal imediato.

2) Evite apertos de mão por cima da mesa

É importante evitar o cumprimento por cima da mesa do entrevistador, pois a posição fará com que você receba um aperto de mão com as palmas viradas para baixo. Isso o colocará simbolicamente numa posição inferior em relação ao entrevistador. O ideal é se aproximar da mesa, dar um passo à esquerda e cumprimentar a outra pessoa com a sua mão por cima.

3) Mantenha a coluna reta

Se recostar para trás ao ouvir uma pergunta ou segurar os braços da cadeira, transmitirá ansiedade, tensão e insegurança. Manter as costas eretas ou ligeiramente inclinadas na direção do outro demonstra equilíbrio e interesse na situação.

4) Faça contato visual nas horas certas

Se você fixar o olhar por muito tempo em outra pessoa, ela pode se sentir desconfortável e constrangida. O ideal é olhar para o rosto do entrevistar durante cerca de 70% do tempo, com foco no triângulo entre os olhos e a boca.

5) Tenha uma expressão facial neutra

Uma expressão serena, confiável e neutra traz mais chances do que fazer caretas, principalmente se o assunto for algo que o desagrade.

6) Elimine hábitos que denotem nervosismo

Evite roer as unhas, mexer no celular e cabelo, morder a ponta da caneta ou brincar com objetos, como colares, relógios e pulseiras. Hábitos como esses demonstram ansiedade e insegurança.

7) Gesticule enquanto fala (mas sem exagerar)

Enquanto fala, suas mãos podem gesticular para acrescentar expressividade à sua fala. Mas cuidado para não exagerar, pois gesticular demais pode tirar a atenção do recrutador sobre a sua fala.

8) Não cruze os braços
Cruzar os braços na frente do corpo pode causar a impressão de que você está querendo se defender do outro, principalmente, quando é a sua vez de responder ou perguntar algo.

9) Movimentos discretos em concordância com a cabeça

É importante fazer pequenos sinais de concordância com a cabeça enquanto recebe informações. Isso demonstra interesse e facilita a conexão pessoal com o entrevistador.

10) Não use a bolsa como escudo

Carregue a bolsa ou a pasta sempre ao lado do corpo, de preferência do lado esquerdo, para deixar a mão direita livre para cumprimentos. Ao se sentar, não coloque o objeto na frente do corpo, pois pode causar uma barreira entre você e o recrutador.

11) Incline-se para frente ao ouvir perguntas

Além da importância da coluna reta, também vale reclinar o corpo ligeiramente para frente enquanto o entrevistador pergunta algo. É uma forma simples de transmitir humildade, disposição e abertura para as demandas do outro.

12) Saia da sala de forma confiante

Antes de sair da sala, arrume seus pertences com calma e dê um aperto de mão no entrevistador. Se a porta estava fechada quando você entrou, é importante fechá-la ao sair, olhando para o entrevistador e, de preferência, com um último sorriso no rosto.

(Com informações da Exame.com)

Dicas para falar em público

5 conselhos para falar (bem) em público

Falar em público é uma tarefa que pode ser fácil para alguns, mas para outros, algo totalmente constrangedor. Se este é o seu caso, há algumas dicas para melhorar o ato da oratória, seja ela para uma grande plateia ou mesmo para pequenas reuniões.

Dominar a arte da oratória é uma ação que pode ser aprendida não só por líderes ou executivos de altos cargos hierárquicos, mas por todos que desejam se comunicar bem. No campo profissional, em quase todas as atividades desempenhadas existe a comunicação, seja com seu superior, clientes, parceiros ou fornecedores, por isso é fundamental desenvolver o seu discurso.

Para tanto, é preciso ser uma pessoa bem articulada. Uma oratória mais desenvolvida é capaz de informar melhor, convencer, engajar, motivar e atingir, assim, seus objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais. Veja abaixo cinco dicas para não errar na hora de falar em público:

1) Elabore um roteiro

São poucas as pessoas que conseguem se orientar em explanação em público sem ter um roteiro com o que irá dizer. Somente com muita prática, treino e experiência é possível atingir esse patamar. Para os que ainda estão no início e procuram se aperfeiçoar na arte de falar em público, é importante preparar previamente um roteiro. Assim, ensaie bastante antes e use-o como apoio. Não é recomendável, no entanto, que se carregue em mãos na hora da reunião ou palestra, faça isso somente caso esqueça algum ponto.

2) Conheça o conteúdo

É imprescindível dominar ou ao menos conhecer bem o assunto a ser apresentado, pois caso surjam imprevistos ou perguntas inesperadas você saberá como responder. Assim, se não for especialista no tema, estude bastante antes de falar em público.

3) Tenha timing

Evite prolongar-se sob um mesmo aspecto do tema discutido, isso pode desviar a atenção do público, pois se torna cansativo. O contrário também é um problema. Quando se aborda muito rapidamente algum assunto, a impressão para seus interlocutores é que você não conhece bem o tema abordado. Então, preze pelo equilíbrio, sempre!

4) Transmita confiança

Ao falar, procure sempre olhar nos olhos das pessoas de sua plateia e tente transmitir uma postura amistosa. Isso facilitará com que confiem no que está sendo dito por você.

5) Escute o seu ouvinte

Em ocasiões onde há possibilidade de ter um feedback de sua plateia, como por exemplo, na abertura de perguntas para o público, esteja atento àquelas direcionadas para você. Se for o caso de uma reunião, dê espaço para que os participantes possam também opinar para que desse modo a comunicação cumpra o seu papel.

(Com informações do Administradores)

A importância de se comunicar bem

Armas de comunicação: persuasão, oratória e carisma

A persuasão é um recurso de comunicação usado para convencer as pessoas sobre alguma ideia, uma atitude ou praticar uma ação. Esse convencimento é feito sob o uso de argumentos lógicos ou de apelo emocional.

No mercado de trabalho, a persuasão se torna um fator essencial para se destacar, mostrando suas crenças e valores para a empresa que você atua, clientes e fornecedores. Junto à credibilidade, atitudes que geram sentimentos positivos e o conhecimento de valores do outro, você conseguirá ser persuasivo e influenciar o outro de maneira saudável.

Além da persuasão, o carisma é fundamental para quem quer dominar a arte da persuasão. Pessoas carismáticas sorriem com facilidade, dizem o que o ouvinte quer escutar, transmitem energia positiva, falam com clareza e objetividade, são alegres e demonstram confiança.

Para melhorar o seu nível de persuasão e carisma, no entanto, é necessário dominar algumas técnicas de oratória. Selecionamos alguns exercícios fáceis para você praticar em sua casa:

1- Leia notícias em frente ao espelho como se fosse um apresentador ou locutor de rádio. Interprete textos e poemas, com entonação e vozes diferentes. Se possível, grave seu exercício para analisar seu gestos, postura e voz;

2- Assista a filmes e preste atenção aos diálogos, movimentação dos atores em cena, expressão facial e tom de voz;

3- Nos telejornais, perceba como a voz dos apresentadores junto à postura e outros recursos audiovisuais se casam, dizendo muito em pouco tempo;

4- Em comerciais de TV, analise os argumentos de venda utilizados para o convencimento;

5- Assista a seminários, cursos e palestras para aprender técnicas de comunicação;

6- Pague micos e dê risada. Cante num karaokê com amigos, veja uma boa comédia e aproveite o lado lúdico da vida.

A persuasão e o carisma do emissor da mensagem são partes de uma comunicação bem estruturada. Comunicando-se melhor, há mais chances de se conquistar o emprego desejado ou mesmo manter a sua posição atual.

(Com informações do iBahia)

Apresentação em público

3 dicas para fixar a atenção do público numa apresentação

Atenção é algo extremamente custoso de se conseguir atualmente, principalmente quando é preciso dividi-la com smartphones. Não existe um estudo preciso sobre quanto tempo contínuo um espectador permanece atento a uma explicação, mas Susan Weinschenk, autora de “Apresentações Brilhantes” (Editora Sextante), acredita que seja em torno de 7 minutos. Após o decorrer deste curto período, o palestrante ou apresentador precisa usar suas habilidades para reconquistar a atenção dos ouvintes.

No livro em questão, Susan fornece algumas recomendações para aqueles que buscam reter a atenção de sua plateia. Veja a seguir como conseguir isso com três pequenos truques usados por experts em apresentação:

1- Faça breves intervalos: se a palestra tiver duração estimada maior que uma hora, programe um intervalo. Cinco minutos pode ser o bastante para arejar os pensamentos do seu interlocutor para que o conteúdo enunciado seja facilmente apreendido por ele.

2- Promova interação: atividades interativas são úteis para ganhar a atenção da plateia. Peça para seu público desenhar, escrever ou proponha pequenas discussões. Outra dica para interagir com sua plateia é fazer perguntas para as pessoas, assim, o discurso é quebrado e não se torna maçante.

3- Conte histórias: pequenas narrativas interessantes e pertinentes ao assunto destacado são formas eficazes de fixar a atenção. Ao falar, modifique sua posição no palco vez ou outra.

No mais, procure sempre alterar a forma como fala ou se porta a cada sete minutos, tempo estimado em que as pessoas costumam “perder” a atenção. Assim, você terá mais chances de obter sucesso em reter a atenção do seu público e atingi-lo com sua mensagem.

(Com informações da Exame.com)

Apresentação em público

4 formas de vencer a apatia da plateia numa apresentação em público

Às vezes, nem mesmo uma apresentação em público bem preparada e um conteúdo afiado é capaz de prender a atenção de uma plateia. A apatia e o aparente enfado do público é explicado pela psicóloga Susan Weinschenk no livro “Apresentações brilhantes” (Editora Sextante). Para ela, há uma razão principal para isso: somos preguiçosos.

O ser humano aprendeu com anos de evolução que, se ficar mais tempo inerte, terá mais chances de sobreviver por muito mais tempo do que se estiver ativo.

Susan mostra no livro como vencer essa barreira imposta por milhões de anos de evolução com dicas para aplicar nas apresentações em público. São 4 simples maneiras de chamar a atenção dos seus interlocutores. Confira:

1. Recompense seu público

Estude o perfil de sua plateia e veja como pode estimulá-la. Os prêmios podem ser brindes, chocolates ou mesmo um elogio. Use o chamado “estímulo variável”: em vez de recompensar o público sempre que ele participar, faça-o aleatoriamente. Essa imprevisibilidade os deixará mais instigados.

2. Dê autonomia

Caso proponha alguma atividade, permita que as pessoas tenham autonomia para se organizarem da forma que quiserem. As pessoas gostam de ser independentes e a sensação de autonomia proporciona mais segurança. Por exemplo, se for fazer um jogo, deixe que organizem seus times sozinhos.

3. Crie competições

As pessoas são naturalmente competitivas, assim, se você criar jogos entre pequenos grupos, elas se sentirão mais estimuladas. Quanto menor for a sua plateia, mais chances desta técnica funcionar, isto porque, segundo a psicóloga, quando temos poucos concorrentes nos sentimos mais motivados.

4. Permita o contato social

Tarefas em grupo costumam ter mais resultados que as individuais porque o ser humano é naturalmente estimulado a travar contato social. Deixe que as pessoas conversem como trabalharão juntas e permita que discutam sobre o conteúdo abordado na palestra.

(Com informações da Exame.com)

Linguagem corporal

Atente-se à linguagem corporal durante uma negociação

Certamente você já deve ter escutado a frase “o corpo fala”. Isso vale em qualquer situação, até mesmo numa negociação. A linguagem corporal é algo que pode ser aprendido, tanto como a expressão como a interpretação dos sinais do corpo. Para isto, porém, é necessário estar atento aos movimentos, na sua própria postura e na de seu interlocutor.

A linguagem corporal pode ajudar em situações nas quais se lida com decisões ou se está sob pressão, com a interpretação em pequenas nuances. Baseado no livro “A linguagem corporal no trabalho”, de Allan e Barbara Pease (Editora Sextante), vamos demonstrar algumas dicas principais para auxiliar a comunicação corporal numa negociação.

– Cabeça: Incline a cabeça ao escutar. Este gesto irá inspirar confiança em seu interlocutor; assentir com a cabeça certificará o outro que você está interessado e ouvindo. Mas não faça isso de forma rápida, pois o gesto pode ser interpretado como impaciência. Faça-o levemente, balançando a cabeça três vezes, para que a pessoa se sinta tranquila.

– Pernas: estes membros podem revelar o sentimento do outro em relação à conversa. Se estiverem cruzadas, seu interlocutor pode estar inseguro, mas caso estejam abertas e relaxadas, a pessoa tende a aceitar o negócio ou pretende dominar a situação.

– Cotovelos: ao se sentar para uma negociação, mantenha os cotovelos inclinados sobre os apoios da cadeira. Essa postura denota imponência e ao mesmo tempo integridade. Por outro lado, quem fica com os braços caídos pode demonstrar insegurança e fragilidade.

– Ofereça um café: ao fazer isto, observe como o outro se comporta. Quando ele der o primeiro gole, caso tenha insegurança, segurará a xícara frente ao corpo formando uma barreira com o braço. Se estiver segura, a pessoa tende a deixar o copo sobre um apoio.

– Imite o outro: imite a linguagem corporal do seu interlocutor para que se crie uma afinidade. Faça isso sutilmente, imitando o tom de voz e expressões faciais.

(Com informações da Exame.com)