Artigo: Clima de Dia dos Pais deve se estender durante o ano, mas exige dedicação e organização

*Por Bibianna Teodori

O Dia dos Pais é sempre uma data aguardada e celebrada. É uma oportunidade para reunir a família ou simplesmente para que pais e filhos fiquem realmente juntos por alguns momentos, seja brincando, conversando, se curtindo.

Mas e nos outros 364 dias do ano? Como é essa relação? Como é a rotina? Normalmente o que vemos são pais com o dia a dia estressante, com muitas cobranças no trabalho, sem muito tempo para se dedicarem aos filhos. E é aí que entra a importância da organização do tempo, para garantir qualidade no lado pessoal e profissional.

O equilíbrio entre a carreira e a vida em família é qualitativo. Não adianta um pai dedicar um final de semana aos filhos se, durante o sábado e o domingo, ele não sai do celular e do computador. É fundamental que aquele tempo seja exclusivo, até para proporcionar experiências marcantes. Qualidade é melhor que quantidade!

Obviamente todos nós temos problemas no dia a dia, mas é necessário priorizar necessidades, planejar ações e ter consciência real de nossa autonomia de tempo. Os pais não podem permitir que esse importante papel, de herói de seus filhos, seja engolido por outras forças externas.

Como diz a música “Há tempos”, de Renato Russo, “disciplina é liberdade”. E é justamente isso. Com disciplina, é possível fazer as coisas que mais importam. É possível vivenciar, durante todo o ano, o clima de Dia dos Pais.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

www.bibiannateodoricoach.com.br

Atendimento à imprensa:

Almir Rizzatto – RZT Comunicação
almir@rztcomunicacao.com.br
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Artigo: 10 segredos para ter um relacionamento dos sonhos

*Por Bibianna Teodori

Você tem se perguntado por que algumas relações vão à falência, enquanto outras são felizes e harmoniosas?

Tendo visto a relação dos meus pais naufragar, sempre me perguntei como um casal pode ser feliz. Como deve ser e como não deve ser? Quais são os segredos de um relacionamento dos sonhos?

Assim, procurei as respostas nos relacionamentos dos meus amigos, clientes, em pesquisas e, sobretudo, em meu coração e em minhas experiências.

A boa notícia é que estas qualidades não devem necessariamente ser talentos naturais. São as competências que podem ser aprendidas e desenvolvidas.

Confira abaixo a lista das 10 principais qualidades das pessoas que têm ou já tiveram grandes relações.

1) Conseguem  deixar o passado para trás

Relacionamentos acabam e, às vezes, são experiências muito difíceis. Mas, a coisa mais importante é entender que não é preciso etiquetar-se para o que viveu nas relações no passado. Você pode ir pra frente.

As pessoas grandiosas nos relacionamentos conseguiram perdoar o precedente parceiro e desejar-lhe felicidade. Quando iniciamos um novo relacionamento, não sabemos se a pessoa atual não é a mesma de antes. E estas pessoas vivem a nova relação sem usar a anterior como exemplo e não deixam que isto atrapalhe o próprio futuro.

2) Entendem o equilíbrio de dar e receber

Sabem que cada relacionamento sólido tem um equilíbrio em dar e receber. Por muito tempo, tive dificuldade em dar muito de mim mesma. Em minhas relações anteriores, não fiz outra coisa que não tenha sido dar esperando conquistar o amor e não pensava me sentir merecedora de receber. Isto tem raízes no meu passado e na minha família. Procuro trabalhar o amor para mim mesma até quando todas as células do meu corpo entendam que em uma relação feliz tem sempre respeito recíproco e o equilíbrio entre doar e receber.

3) Sabem quando precisam de espaço

Algumas pessoas se anulam quando entram num relacionamento. Tenho certeza de que você conhece muitas mais pessoas deste tipo e a maioria provavelmente mulheres. Ou talvez tenha acontecido com você mesmo. As pessoas que se anulam no relacionamento deixam de ver os amigos, a família ou fazer as coisas que amam. Esta é a dependência afetiva e falta de equilíbrio. Um relacionamento pede espaço e solidariedade entre as duas pessoas. É preciso um momento para que façam algo sozinhos, para si, e recarregar as baterias. Importante é que o seu parceiro tenha a mesma liberdade.

4) Algumas pessoas aprendem a comunicação de jeito autêntico

A comunicação autêntica é uma habilidade que deve ser praticada diversas vezes. Não se pode chegar naturalmente às pessoas que não a conseguem senti-la com a pureza de uma criança ou têm medo de falar deles mesmos e expressar as exigências do outro. Dizer aquilo que você pensa pode ser amedrontador, mas não tanto como se você sujasse tudo, segurando dentro de si pensamentos e emoções sem expressá-las.

5) Aprendem a linguagem do amor do parceiro e a usam regularmente

Li o livro As Cinco Linguagens do Amor, de Gary Chapman. Aconselho muito a leitura a todos aqueles que querem melhorar as relações. Ele diz que existem cinco linguagens primárias do amor: as palavras das afirmações, o contato físico, a qualidade do tempo, os atos de amor e o se doar. Quando se entende a linguagem do amor do parceiro, é possível receber e ter suas exigências satisfeitas.

6) Dão risadas de si 

Às vezes é melhor ignorar os problemas e compartilhar um belo sorriso. Quando um dos dois está com raiva por algum motivo ou brigam, quebrar a atmosfera pesada com uma brincadeira ou algo assim é a coisa melhor a se fazer, para que tudo fique mais leve.

7) Criam falsas expectativas

Os nossos parceiros são seres humanos, assim como nós. Quem vive com algum, por pelo menos um mês ou algumas férias, pode perceber que isto é verdade. É injusto pretender falsas expectativas no próprio parceiro, porque todos têm defeitos, inseguranças e pontos a serem melhorados. Isto é o que os torna humanos, e é o que torna o relacionamento bonito.

8) Evitam criar proibições

A proibição é responsável por 90% dos problemas das relações, e evitá-la é um grande ato de cura. Projetamos nossas inseguranças em nossos parceiros sem perceber, porque nosso ego não consegue aceitá-los como são. Muitas vezes somos atraídos por pessoas com qualidades que queremos desenvolver em nós mesmos. No entanto, se não conseguimos desenvolvê-las, o relacionamento pode acabar nas críticas. Talvez quando você conheceu o seu parceiro, ele parecia divertido e espontâneo.  Mas, depois um tempo, teve a sensação de que ele tenha mudado e não seja o mesmo de antes. É importante entender que as relações são um meio para o crescimento.

9) Esperam e sonham coisas bonitas

As profecias se realizam se esperarmos que elas aconteçam. Precisam somente de um pouco de tempo. Se você espera que o seu relacionamento acabe, isto provavelmente acontecerá. Porque quando você acredita em algo no curso de um tempo muito longo, começa a agir da maneira como imagina que vai ser. É um mecanismo inconsciente que todos temos. Isto vale para a vida. Portanto, porque não sonhamos coisas bonitas para o nosso relacionamento? Acredite… É assim mesmo! Isto é possível.

10) Principalmente, se amam

Eles se amam. Amam o parceiro. Amam os outros. Sabem que são 100% completos e que seus parceiros os amam e os completam. Aprendem a fluir, a soltarem-se. Confiam no fluxo natural e espontâneo e, lentamente, se abrem para o grande e maravilhoso amor.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. 

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É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

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Artigo: A grande mãe: trabalho, família e muito mais!

*Por Bibianna Teodori

A Mãe (The mother): responsabilidade, nutrição, proteção, amor.

A idade da mãe não se refere somente à procriação, mas muito mais à idade adulta e tudo o que a envolve: trabalho (ou a falta dele), o convívio e o casamento e/ou separação. A grande passagem evolutiva desta fase é assumir responsabilidade. Como a maternidade nos leva a ficar responsáveis pela vida de um pequeno ser humano, saímos da fase da inconsciência da menina para começar a ficar conscientes da nossa vida nos vários âmbitos do desenvolvimento da mulher.

Dois temas fundamentais que aparecem na fase da mãe, e com os quais nos deparamos, são: a nossa tendência a oferecer nutrição e o instinto materno. Então, a partir daí, algumas perguntas importantes surgem: quanto nutrimos aos outros?; Quanto tempo e energia dedicamos a nós mesmas? Como nutrimos a nossa alma?; Quais são os nossos novos projetos?

Na fase da mãe, a nossa paciência é testada continuamente. Desta forma, prestamos atenção somente nas necessidades dos outros e aprendemos sobre o amor e a compaixão. Se nosso filho cai muitas vezes enquanto está aprendendo a andar, somos pacientes. Então, por que não conseguimos ter o mesmo comportamento quando somos nós que caímos na vida? Por que conseguimos reservar aquela paciência e amor somente para os outros e não para nós mesmas? Como podemos ensinar aos nossos filhos sobre respeito, se não temos respeito por nós mesmas em primeiro lugar?

Muitas vezes nos queixamos do comportamento dos homens, mas, como mães, somos nós que os educamos!

Como é possível ensinar às nossas filhas a se amar, a acreditar nelas mesmas, se não conseguimos fazer isso conosco? Como podemos dizer aos nossos filhos para serem felizes se não conseguimos ser feliz em primeiro lugar? E como esperar que eles achem o caminho, se não conseguimos achar o nosso? Os filhos, além de escutar aquilo que dizemos, observam com muita atenção como agimos e são os primeiros a notar se, entre dois níveis de comunicação, há incongruências.

Antes da decolagem nos aviões, são mostradas as instruções para a viagem. Os comissários de bordo dizem que, em caso de falta de oxigênio, máscaras cairão automaticamente. Se vocês estiverem viajando com seus filhos e ocorrer uma emergência, vocês precisarão usar a máscara de oxigênio em primeiro lugar, para depois ajudá-los.

Como mães, o melhor que podemos fazer para os nossos filhos é nos libertar das crenças limitantes, entender as nossas necessidades, voltar ao centro e entender o nosso valor, desenvolver capacidades e oferecê-las ao mundo. Antes de tudo, precisamos ser mães de nós mesmas!

O martírio e o autossacrifício pensando somente no bem-estar do outro é uma estrada longa que, no final, traz somente depressão e raiva. É importante entender quais são as nossas necessidades e, assim, quando alguém nos perguntar o que queremos, saberemos o que responder.

Observamos as nossas mães, avós e bisavós se comportarem da mesma maneira, então, chegou a hora de mudar, de rever o caminho. A mãe deve ser forte, firme, tenaz e não somente amorosa.

Para cada mãe, mulher e fêmea de qualquer espécie há um grande aliado: o próprio instinto. Mas nós, mulheres, enterramos o nosso instinto sob milhares de anos de condicionamentos. Cada vez mais, pesquisas demonstram que, a pressão exercida pela sociedade sobre a mulher que cuida do lar e dos filhos, é baseada muito mais nos condicionamentos do que na realidade.

Um presente para vocês! Com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento pessoal, seguem abaixo algumas perguntas de autocoaching para serem respondidas:

– O que você acha da maternidade? E dos filhos?

– O que você acha do casamento e da convivência diária?

– E dos homens? O que você quer de uma relação sentimental? Quais são as qualidades que você está procurando?

– O que você pensa dos afazeres domésticos?

– O que você pensa de você mesma, do trabalho e da carreira?

– O que você pensa das suas capacidades?

– O que você pensa do mundo do trabalho?

– O que você pensa da sua capacidade de ser economicamente independente?

– O que você pensa sobre merecimento? Segundo quais regras você merece algo ou não? Que tipo de vida (trabalho, relações) você merece? Por quê?

Lembre-se: você é uma mulher fantástica! O importante é acreditar sempre no seu potencial. O poder feminino não é algo que podemos adquirir do externo, pois está presente dentro de cada uma de nós e precisamos estar dispostas a experimentar!

Um abraço fraterno e desejo a todas as mães um feliz dia!

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. 

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Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

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Normal x patológico: como identificar o  tipo de ciúme que você sente ou sofre

Quem está em um relacionamento amoroso provavelmente já sentiu ciúmes, seja ele em grandes ou pequenas proporções. A grande questão é identificar se é algo normal ou patológico, que começa a gerar problemas para quem sente e sofre.

A coach Bibianna Teodori classifica o ciúme normal como algo pontual e transitório. “Se a pessoa sente durante mais de uma hora por dia, já é considerado patológico”, avalia. Se esse for o caso, fica evidenciado que existe uma anormalidade na personalidade ou na relação afetiva. “O indicado é procurar um especialista.”

Um dos sintomas da patologia é quando o parceiro procura continuamente a possível traição do outro. “Muitas são as origens desse sentimento e, a mais frequente delas, é a insegurança. Pessoas inseguras tendem a desejar amarrar a pessoa amada junto a si para que não deem um passo”, explica.

Bibianna lembra que não existe um modelo de comportamento para uma relação feliz e que o casal precisa ser emocionalmente inteligente, conhecer o universo um do outro.

“Casais inteligentes possuem um mapa do parceiro, isto é, conhecem seus gostos e preferências, seus objetivos, valores, visão do mundo, temores e esperanças. O ponto de partida de um relacionamento gratificante é a crença de que seu parceiro é digno de respeito e admiração”, argumenta. Para ela, se houver admiração e respeito não haverá espaço para o ciúme patológico.

Risco de relacionamento abusivo

Quando o ciúme é patológico, há o risco, inclusive, de se estar em um relacionamento abusivo. Isso acontece quando não há respeito dos valores do outro, um dos dois é muito controlador, ciumento, possessivo, controlador ou tenta isolar demais a parceira.

A coach alerta que é preciso estar atento a atitudes como agressão física, ofensas, pressão psicológica, intimidação, injúria e ameaças verbais, dentre outros tipos de abusos morais.

“A situação é muito mais comum do que se imagina. Nas relações amorosas, ela também pode ser velada e causa não só traumas e danos morais à vítima como também a sensação de impotência diante da agressão.”

Para Bibianna, a violência psicológica pode ser ainda mais perigosa do que a física, porque envolve emocionalmente o agredido. “É importante informar-se sobre comportamentos abusivos ou que sinalizem uma forte tendência nesse sentido. É preciso estar preparado para identificá-los, seja na própria relação ou no relacionamento de pessoas próximas”, finaliza.

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

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Artigo: Dia Internacional da Felicidade: você tem motivos para comemorar?

 

*Por Bibianna Teodori

Em 20 de março se festeja o Dia Internacional da Felicidade. Mas você tem motivos para comemorar? Nossa sociedade, apesar de ter evoluído, não tem mais dado prioridade a este conceito tão importante. Ser feliz influi em todas as áreas de nossa vida. É comprovado que uma pessoa mais feliz tem mais energia e é mais produtiva.

Abaixo, listo 10 passos para você aumentar sua consciência. Há também algumas perguntas para serem respondidas – a você mesmo ou a quem achar melhor –, mirando sempre uma ação para alcançar a felicidade.

1) Entregue-se: compartilhe e doe afeto, carinho, ideias, tempo. Isso ativa as áreas do cérebro conexas com o prazer e estimula a conexão social, a sensação de confiança e de segurança. Fazer algo para o outro é um extraordinário doping (se produz endorfinas) e ativa o mecanismo da reciprocidade. O que você faz para ajudar os outros.

2) Relacione-se: relações sociais sólidas e amorosas proporcionam felicidade, saúde e longevidade, além de aumentarem a nossa percepção e autoestima. O sentido de pertencer nos suporta. As relações são a maior contribuição externa à nossa felicidade e colocar as pessoas na frente de tudo é uma das escolhas mais saudáveis e produtivas que podemos fazer para melhorar a nossa qualidade de vida. Com quem você conta?

3) Exercite-se: Mens sana in corpore sano. A atividade física nos faz sentir mais eficazes. Portanto, comer bem, se exercitar, estar ao ar livre e não viver com a cabeça sempre no smartphone nos ajuda a dormir melhor e a estar mais em equilíbrio conosco, ou seja, mais felizes. O que você faz para ficar em forma?

4) Aprecie: Viva o momento. Seja presente, consciente, focado e aberto ao mundo. Não viva no passado e não se preocupe com o futuro. Mantenha a sintonia com você mesmo e com os seus sentimentos. Medite e seja mais eficiente e produtivo. Meditar com frequência provoca mudanças no cérebro, melhora o aprendizado e a memória, modifica as estruturas cerebrais associadas com compaixão, introspecção e consciência. Você consegue parar e olhar verdadeiramente o mundo em volta?

5) Tente: Aprenda coisas novas. Não pare nunca. Procure sempre novas ideias, novos estímulos. Seja curioso, sempre curioso em fazer novas descobertas. Há muitas coisas a mais daquilo que você imagina lá fora. Sucessos, mesmo pequenos, aumentam a confiança em si. O que você tem experimentado ultimamente?

6) Tenha objetivos: A atitude perante o futuro é importante para a nossa felicidade. Todos temos objetivos para nos motivar, mas não devem ficar apenas no campo da motivação. Precisam ser realizados! Devem nos estimular, nos desafiar, mas não ser tão ambiciosos de provocar estresse, sentido de frustração ou de nos bloquear. Aprenda a criar e formalizar bons objetivos, que sejam claros, ambiciosos, mas que você consiga realizar. Quais são os seus objetivos mais importantes?

7) Seja resiliente: Tenha recursos para reagir perante as adversidades. A resiliência é a capacidade de reagir diante dos eventos traumáticos que a vida nos propõe, se reconstruir sempre melhor. A resiliência é uma habilidade que podemos aprender. Não podemos modificar aquilo que acontece, podemos somente intervir no nosso modo de reagir aos eventos e de ir além, de crescer e de progredir sempre. E você, como reage nos momentos difíceis da vida.

8) Aflore suas emoções: Procure ter sempre uma atitude positiva. Ver o copo meio cheio cria um mecanismo que nos ajuda a construir os recursos para ser mais felizes e robustos. As emoções positivas criam uma espiral ascendente que leva à positividade. Emoções positivas, como alegria e gratidão, e o senso de orgulho para algo feito aumentam a nossa capacidade de achar novos modos de procurar estas emoções. Não significa se divertir, mas sim encontrar o equilíbrio entre o que queremos e ser realistas. O que te faz sentir bem?

9) Aceite-se: Você não é perfeito, mas você pode ser feliz. É um direito seu! Seja gentil com você mesmo e trabalhe com amor nas áreas de melhoramento. Quem você é verdadeiramente?

10) Dê sentido à própria vida: Seja parte de algo muito maior. De onde nós viemos? Quem somos? Aonde vamos? São perguntas que todos nós fazemos. O importante é saber que as pessoas que sabem dar um significado à própria vida são mais felizes. Não importa onde você encontra o significado. A resposta é somente sua e há um único requisito: deve te ajudar a transcender. O que dá significado à sua vida?

Reflita sobre tudo isso e seja feliz!

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. 

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Artigo: Dia Internacional da Mulher: hora de comemorar e também se reerguer

*Por Bibianna Teodori

O Dia Internacional da Mulher foi, inegavelmente, uma conquista feminina. A luta por melhores condições de vida e trabalho, na virada do século 20, reflete até hoje em nossas vidas, gerou benefícios, mas as dificuldades persistem.  As mulheres ainda carregam a responsabilidade – muitas vezes sozinhas – de cuidar dos filhos, da casa e ter que trabalhar.

E quando se fala na vida profissional, ainda há uma grande disparidade se comparado com a valorização masculina. Salários comprovadamente inferiores, maior dificuldade em alcançar cargos de chefia, falta de reconhecimento… Tudo isso exige da ala feminina um alto nível de resiliência.

Com tamanha carga a ser administrada, as mulheres vivem em crise, inclusive pessoal. Mas esses momentos são verdadeiros amigos, pois nos obrigam a ser mais conscientes do tipo de vida que levamos, além de proporcionarem que nos conheçamos em profundidade.

As crises sempre nos ensinam muito. São imprescindíveis, inclusive, para nos mostrar a nossa impotência, confusão, dor… Precisamos aprender a vencer o medo de enfrentar as intempéries e as tempestades da vida, porque sabemos que, no final, seremos mais fortes.

Quando perdemos um trabalho, por exemplo, tendemos a entrar em crise. E, nesses períodos, vivemos quatro fases: euforia, depressão, impaciência e mudança.

Na euforia, dizemos frases do tipo: “Finalmente consegui sair daquele lugar!”. Na realidade, trata-se de uma falsa ilusão. Vive-se uma hiperatividade que não gera grandes coisas.

Depois de 4 ou 5 semanas, o vazio toma conta e a tendência é entrarmos em depressão.

A partir do segundo mês, começamos a sentir a opressão de familiares. A impaciência vem à tona e, paralelamente, passamos a nos estruturar. Organizamos o tempo, a rede de contatos. Não se pode perder um minuto e os frutos começam a surgir.

A última etapa é a da transformação. Certos valores e algumas prioridades não são mais como antes. Ganhamos confiança, criatividade e vemos, de forma mais realista, as novas possibilidades.

As mudanças fornecem informações de nós mesmos, da nossa capacidade de resistência e do grau de aceitação. Se não conseguimos nos aceitar, significa que estamos nos sentindo perdidas. O importante é aceitar como somos.

Não existem pessoas com mais sorte que outras, mas, sim, pessoas que acreditam nas próprias forças para resistir e superar as adversidades.

Ser feliz significa rever aquilo que você ama, de fato, e entender quais seus sonhos, objetivos e valores nos quais acredita.

Lembre-se sempre: você é uma grande mulher! E isso basta.

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Artigo: 4 passos para superar o medo de recomeçar

* Por Bibianna Teodori
Você já passou pela situação de “cair”, errar, falir e ter medo de recomeçar? E, mesmo assim, levantar-se e seguir adiante?  Comigo já aconteceu várias vezes, inclusive recentemente.

Nesses momentos, você não sabe como direcionar os pensamentos: eles se concentram nos erros, nos prejuízos. O resultado é uma espécie de paralisia que não te permite nem ir para frente nem para trás. Você acha que tudo que fez foi errado. Começa a sentir que o nervosismo e a ansiedade aumentam.

Sou uma coach, portanto, ajudo pessoas a saírem de momentos difíceis. Quando eu tenho um momento de vulnerabilidade, quando sinto na minha pele aquele medo de recomeçar, não achando coragem e energia para ir adiante, me olham e dizem: “Como? Você? Você que é tão forte, ajuda sempre os outros a sair da crise, a transformar problemas em oportunidades!”.

Sim, eu mesma, porque somente passando pelas experiências, aprendendo e reaprendendo, posso ajudar os outros. Se não fosse assim, seria mais uma pessoa que fala de teoria ou uma espécie de professorinha com uma caneta vermelha, que tem a receita pra tudo.

Em vez disso, sou apaixonada pelo meu trabalho de coach porque me permite fazer as mudanças necessárias, antes de tudo, na minha vida. Minha profissão me possibilita aceitar os erros e aprender a partir deles, treinar, melhorar sempre e, depois, transmitir às pessoas somente aquilo que eu aprendi, com o estudo, a pesquisa e a experiência. E, assim, ajudá-las a aplicar em suas vidas.

Observei que existem esquemas recorrentes para superar o medo de recomeçar. Trata-se de uma estratégia feita de passos precisos:

1) Pare, pare e respire! Relaxe. Isto irá te ajudar a se conectar com o seu centro.

2) Coloque-se em outra posição: olhe tudo de um outro ponto de vista e reflita sobre o que tem funcionado bem, o que não tem funcionado, sem crítica. Pergunte-se o que está aprendendo, porque esses momentos transmitem sempre uma lição importante, que poderá te ajudar em outros momentos.

3) Imagine cenários diferentes e alternativos: verifique o que pode corrigir e faça um plano de ações, congruente e sustentável para você.

4) Aja: faça o primeiro passo e parta para a primeira ação do seu plano. Esse será o seu primeiro resultado. Significará que você se levantou e superou o medo de recomeçar, transformando o medo em coragem.

Acredite em você, pois eu acredito!

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

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Artigo: Planeje-se (de verdade!) para alcançar o sucesso profissional em 2016

* Por Bibianna Teodori

Quem tem vontades e ambições de crescer na vida profissional não pode esperar de braços cruzados. É importante estabelecer claramente os objetivos a serem perseguidos, aonde você quer chegar ou estar daqui um, dois ou cinco anos. Sem metas bem definidas, ficamos à deriva.

Quando não sabemos exatamente o que desejamos, despendemos esforços sem obter resultados efetivos. Já quando temos objetivos, nossos pensamentos condicionam todos os outros em busca daquele resultado.

Para começar a elaborar essas metas, muitas pessoas aproveitam algumas situações, como o início do ano ou a mudança de emprego. Entretanto, com o passar dos meses, aquela lista de desejos é abandonada no meio do caminho. Por isso, a época de planejar é o período que precisa ser mais trabalhado.

O autoconhecimento também é importante. O esforço e a coragem não são suficientes sem propósito ou direção. Pesquisas na área comportamental mostram que os indivíduos mais eficazes são aqueles que se conhecem melhor, tanto os seus pontos fortes quanto os fracos, estando, por isso, habilitados a desenvolver estratégias mais adequadas às solicitações do meio em que interagem. Pergunte a si: Quais foram os momentos da minha vida em que me senti bem? O que eu tinha? Quem sou eu? O que eu quero ser daqui a 5 anos?

Não deixe o medo, a procrastinação, o perfeccionismo, a ansiedade ou a falta de determinação atrapalharem sua busca pela realização profissional. Para isso, listo quatro pontos primordiais para começar hoje mesmo seu plano de desenvolvimento profissional:

1) Tenha foco. Atente-se ao seu objetivo final. Procure terminar cada tarefa iniciada, dê o seu melhor e lembre-se sempre porque cada ação é importante para que alcance seu resultado plenamente.

2) Fortaleça os pontos fortes – Descubra seus talentos, suas habilidades e competências, e busque aperfeiçoá-las a cada dia.

3) Esteja atento ao que precisa melhorar. Procure eliminar crenças limitantes e comportamentos sabotadores.

4) Fique atento às oportunidades. E, quando elas surgirem, esteja preparado para agarrá-las.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

www.bibiannateodoricoach.com.br

Assessoria de imprensa:

Almir Rizzatto – RZT Comunicação
almir@rztcomunicacao.com.br
www.rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 | 99628-1733

Alta performance: como construir um “dream team” na sua empresa

* Por Bibianna Teodori
Para atingir resultados em tempos desafiadores como os de hoje, além do desempenho individual é necessário um alto nível de prontidão, rapidez e qualidade. Para conseguir chegar até o objetivo almejado, apenas o alinhamento de talentos e forças de alta performance é capaz de oferecer vantagem competitiva a uma empresa.

Por isso, a formação de um time organizado, unido e coeso por objetivos comuns é importante para proporcionar o sucesso organizacional. Além disso, é fundamental formar equipes para realizar tarefas complexas, em que a criatividade e o comprometimento são necessários, assim como a busca por melhores resultados e o uso eficaz de recursos.

Um verdadeiro “dream team” atua em um nível muito mais elevado de desempenho e comprometimento e não atinge os resultados por acaso. Em comum, equipes assim possuem algumas características essenciais, como:

– A compreensão de cada membro no impacto exercido pelas suas ações individuais e o contexto no qual o time atua;
– Os objetivos são comuns, relevantes, mensuráveis e aceitos por todos;
– Há equilíbrio entre talentos, personalidades e habilidades;
– Existe coragem de assumir compromissos para o futuro;
– A comunicação é eficaz e há abertura para o aprendizado, o crescimento e a mudança.

Como criar um “time dos sonhos”? Não é difícil, caso siga os 4 passos abaixo:

1) Estabeleça objetivos claros e desafiadores;
2) Desenvolva a liderança e estimule a iniciativa pessoal;
3) Combine diferentes habilidades;
4) Dê o treinamento necessário.

Desenvolva o senso de coesão e comprometimento, unindo o time rumo a um objetivo comum, e provocando os membros com a elaboração de metas desafiadoras e encorajamento do crescimento individual.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

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Artigo: Como desenvolver novas competências em 7 passos

* Por Bibianna Teodori

A neurociência diz que nunca é tarde para desenvolver uma nova competência. Já a neuroplasticidade mostrou que, ao contrário do que se imaginava, nossa capacidade de aprendizado não é perdida ao longo dos anos. Atividades como raciocínio lógico, exercícios físicos e mentais estimulam novas ligações cerebrais.

Conheça 7 passos para desenvolver novas competências em qualquer momento da sua vida.

1. Identificação
O primeiro passo é definir a competência necessária para atingir determinado objetivo. Vamos supor que você deseja uma promoção em seu trabalho. Você deve descobrir o caminho que o levará até esse objetivo. Para isso, pergunte-se: Que habilidades eu devo desenvolver para alcançar meus objetivos? O que me fará um profissional diferenciado na minha empresa? Para responder a essas perguntas, pense em pessoas que já chegaram onde você deseja: Quais eram seus diferenciais? Que competências tinham e que você ainda não desenvolveu?

2. Entendimento
O quanto você está motivado a desenvolver uma nova competência? Reflita no que está deixando de ganhar por ainda não dominar essa competência. Pense em uma situação em que uma competência foi exigida de você.

3. Assessment
Nesta fase, você deve descobrir em que grau possui a competência que quer desenvolver. Relacione as que quer desenvolver e responda: Em uma escala de 1 a 10, o quanto acha que essas competências são necessárias para alcançar seus objetivos? De 1 a 10, em que nível você acha que possui essas competências? Se a competência for fundamental e seu domínio muito baixo, não se desespere, ainda assim é possível desenvolvê-la com um plano de ação adequado. Saber seu grau de domínio, ainda que baixo, é importante para te ajudar a elaborar o plano ideal.

4. Aquisição
Você já sabe o que, por que e o quanto precisa ser desenvolvido. A próxima etapa é descobrir como desenvolver. Faça uma lista de tudo que precisa para dominar a competência que deseja, como, por exemplo, cursos e treinamentos, coaching, leituras, estudos…

5. Plano de ação
Depois, elabore um plano de ação, definindo claramente o que, quando e onde vai fazer e os recursos necessários para isso.

6. Experimentação
Aqui você deve tentar novos comportamentos que expressem a competência que deseja adquirir. Suponha que esteja desenvolvendo as competências necessárias para se tornar um grande líder. Pense: Como esse grande líder se comporta? Que evidências os outros devem perceber em você para vê-lo como um grande líder?

7. Prática
Dizem que a prática leva à perfeição. O ditado popular foi comprovado pelo psicólogo Anderss Ericsson, da Universidade da Flórida (EUA). Pioneiro nos estudos da prática deliberada, Ericsson afirma que uma pessoa se torna expert em qualquer atividade ao repeti-la cotidianamente. A prática eficaz é um pouco mais do que a mera repetição. Ela vai dar mais resultados se você observar os seguintes aspectos: Identificação, Isolamento, Reforço, Integração e Intensificação.

Agora é hora de seguir, de verdade, esses 7 passos e desenvolver o que deseja.

* Bibianna Teodori é Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”. www.bibiannateodoricoach.com.br

Sobre Bibianna Teodori

É Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching. Autora do livro “Coaching para pais e mães – Saiba como fazer a diferença no desenvolvimento de seus filhos” e coautora de “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida”.

Possui larga experiência organizacional e trabalhou por mais de 20 anos como executiva de empresas italianas nas áreas de RH, gestão de mudanças, venda & marketing, unindo competências de liderança e transformação pessoal para aumento de desempenho.

Além da formação na Sociedade Brasileira de Coaching, com certificação pela BCI Behavioral Coaching Institute e pelo ICC International Coaching Council, fez Soul Coaching pela Denise Linn. Tem ainda certificações em Assessments Training (Disc – Motivadores – Axiologia – Valores – Psicologia Positiva), Assessment Traninig (Success Tools), Assessment Training (Universidade Quantum) e especializações em coaching de liderança e aplicado a vendas. É também palestrante internacional.

Site: www.bibiannateodoricoach.com.br

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