Congresso de Acessibilidade comemora os excelentes resultados da 2º edição

O II Congresso de Acessibilidade, realizado entre os dias 06 e 12 de dezembro, reuniu 27 especialistas de diversas áreas para falar sobre temas ligados à autonomia da pessoa com deficiência, acessibilidade e inclusão. Dentre os principais temas abordados, podemos destacar: acessibilidade de uma forma geral, inclusão no mercado de trabalho, tecnologias de apoio e assistiva, aplicativos, turismo acessível, acessibilidade cultural, e-learning inclusivo, direitos da pessoa com deficiência, Lei Brasileira da Inclusão, Lei de cotas, esporte adaptado, empreendedorismo, independência financeira, educação inclusiva, e muito mais!

Idealizado por Dolores Afonso, que também possui deficiência visual, o Congresso contou com um formato totalmente online, gratuito e, o mais importante, acessível, permitindo desse modo um grande alcance geral. Os vídeos foram exibidos com legenda, Libras e audiodescrição, além de poderem ser acessados de qualquer dispositivo, computadores, notebooks, tablets e celulares.

“Foram mais de 200 mil participantes em mais de 20 países. Tivemos mais expectadores no Brasil, claro, mas também uma grande quantidade de internautas nos assistindo em Portugal, Espanha, Argentina, Chile, Angola e África do Sul. Infelizmente, ainda não temos todas as estatísticas, pois o YouTube demora para liberar as visualizações. Mas pelas inscrições, comentários, e-mails etc. já deu para saber que foi um grande sucesso!”, conta Dolores Affonso.

A audiência foi composta não somente por pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade especial, mas também amigos, parentes, profissionais da área de saúde, cultura e esporte, educadores, instituições de ensino e de apoio e empresas, no mais, todos os interessados em estimular o potencial das pessoas com deficiência e em aumentar sua participação na sociedade. “Diversas instituições no Brasil e em outros países veicularam o evento. Com isso, acreditamos ter havido um número ainda maior de pessoas nos assistindo”, comemora Dolores.

Este ano teve novidades! Além das palestras e entrevistas, formatos já conhecidos do público, o II Congresso de Acessibilidade trouxe curtas-metragens infantis, documentários e oficinas. Além de ter sido realizado pelo YouTube. “Esse novo formato, facilitou demais o acesso, pois as pessoas já conhecem a plataforma e costumam assistir vídeos no YouTube no seu dia a dia, além de não ser preciso se cadastrar ou realizar qualquer configuração no dispositivo, tendo em vista ser possível assistir no navegador e nos aplicativos do YouTube.

Empresas, instituições de ensino e de apoio, órgãos governamentais, diversas divisões de Secretarias de Estado e Município, instituições do sistema S (Senac, Sebrae, Senai, Sesi e Sesc), a OAB-RJ e tantos outros parceiros apoiaram o evento online, assistindo, veiculando para seus colaboradores, alunos e associados, participando, interagindo e divulgando. “Foi uma comoção nacional e internacional, tendo em vista que em Portugal, na Espanha e em outros países, instituições apoiaram e veicularam o evento em telões para grandes grupos de pessoas”, ressalta Dolores.

A realização do II Congresso de Acessibilidade consolidou o formato no Brasil e abriu portas para novos eventos do tipo. A organização afirma ter recebido muitos contatos de empresas interessadas em divulgar seus produtos e serviços para este público; apoiar e até patrocinar as próximas edições do evento. Além disso, proporcionou, de modo efetivo, a percepção de que a inclusão precisa ser repensada e praticada.

Uma das entrevistas mais assistidas e elogiadas foi a do Prof. José Antonio Borges da UFRJ, criador de diversas tecnologias de apoio à pessoa com deficiência no Centro de referência em Tecnologia Assistiva do Rio de Janeiro, Tércio Pacitti, na UFRJ. Para o Prof. Dr. Ilan Chamovitz, uma contribuição inestimável: “Excelente entrevista. Parabéns Dolores pela sua liderança, por trazer a experiência do Prof. Antonio Borges neste canal. Em minha opinião, Antonio Borges é um dos grandes educadores presentes no Brasil. Obrigado Dolores e Antonio!”

Outra apresentação muito esperada, inclusive será reprisada ao longo desta semana, pela quantidade de solicitações, foi a da Marinalva Cruz, Coordenadora do PADEF (Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência) da Secretaria do Trabalho e Emprego do estado de São Paulo. “Extremamente esclarecedora a palestra. A lei das cotas exige atualização constante e informações coerentes. Os mitos devem ser esclarecidos e a realidade melhor divulgada. A sensibilidade e os dados apresentados pela Marinalva conseguiram me proporcionar um “novo olhar” sobre o tema”, diz a internauta Ana Paz.

Com o intuito de transformar vidas e quebrar paradigmas e preconceitos, o II Congresso de Acessibilidade mostrou que cumpriu com seus objetivos, acredita Dolores Afonso: “Educadores dizendo como estão conseguindo mudar a vida e o aprendizado de seus alunos com adaptações simples; pais que conseguiram tornar a vida de seus filhos melhor e também as suas próprias; pessoas com deficiência que afirmam entender melhor seus direitos e como buscar sua inclusão na sociedade de forma digna e com autonomia; empresas que se tornaram mais capazes de incluir e de ter uma equipe realmente inclusiva, que usa a diversidade como ferramenta de melhoria e não como base para preconceitos e barreiras; entre outros”, enumera, diante de tantos feedbacks positivos recebidos após o término do Congresso.

“Isso sim é Acessibilidade! Parabéns a todos que contribuíram para que esse congresso acontecesse. Meu muito obrigado para Dolores e os palestrantes. Conhecimento é o primeiro acesso!”, finaliza a internauta Eneudes Ferreira de Sousa.

Serviço

Evento: Congresso de Acessibilidade

Local: Online

Preço: Gratuito

Mais informações: www.congressodeacessibilidade.com e contato@congressodeacessibilidade.com

Atendimento à imprensa

Patrícia Arantes – Assessora de Imprensa

RZT Comunicação

www.rztcomunicacao.com.br / patricia@rztcomunicacao.com.br

Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

II Congresso de Acessibilidade online e gratuito é lançado em dezembro

O Congresso de Acessibilidade, idealizado por Dolores Affonso, professora da Fundação Getúlio Vargas, coach e consultora em acessibilidade e inclusão, lança sua segunda edição e será novamente realizado de forma gratuita pela internet, de 06 a 12 de dezembro de 2015.

O evento foi o primeiro neste formato no Brasil e na América Latina e, na primeira edição, realizada em setembro de 2014 e reexibido em abril de 2015, reuniu 40 especialistas de diversas áreas para falar sobre temas ligados à acessibilidade, tecnologia e inclusão.

O grande diferencial do evento é a acessibilidade. Além de um conteúdo impressionante e contar com os maiores especialistas do Brasil e do mundo, o evento é gratuito e online, o que facilita a participação, já que não é necessário se deslocar, podendo ser acessado de computadores, tablets e smartphones, nem investir nada. As palestras contam ainda com legendas, audiodescrição e tradução em Libras.

“Foram mais de 20 mil pessoas cadastradas e diversas instituições pelo Brasil que veicularam o evento. Foram mais de 50 mil pessoas assistindo ao evento no Brasil e em mais de 15 países”, comemora Dolores. A audiência foi composta não somente por pessoas com algum tipo de necessidade especial, mas também amigos, parentes, profissionais da área de saúde, cultura e esporte, educadores, instituições de ensino e de apoio e empresas, no mais, todos os interessados em estimular o potencial das pessoas com deficiência e em aumentar sua participação na sociedade.

Fugindo do óbvio, o Congresso não tratou somente da acessibilidade, mas procurou promover a inclusão efetiva por meio de palestras e discussões sobre temas cotidianos como empreendedorismo, carreira e relacionamento. Para Carlos Henrique de Souza, estudante de pedagogia da Universidade Estadual de Maringá, foram abordados temas com enfoques não evidenciados pela mídia: “Me levaram a uma reflexão de atitudes e comportamentos. Além disso, gostei muito da configuração de palestras online, pois possibilitou a todos poderem participar sem ter que se deslocar para longe”, comenta.

Empresas, instituições de ensino e de apoio, órgãos governamentais, diversas divisões de Secretarias de Estado e Município, instituições do sistema S (Senac, Sebrae, Senai, Sesi e Sesc) concederam apoio ao evento online, assistindo, veiculando para seus colaboradores, alunos e associados, participando, interagindo e divulgando.

Para o evento deste ano, a organização promete novidades! Além das palestras e entrevistas, também serão exibidos minicursos. A proposta da segunda edição é desenvolver a Autonomia e o Protagonismo da Pessoa com Deficiência na Vida e na Sociedade. O Congresso contará ainda com curtas metragens acessíveis para a criançada participar com a família, na escola etc.

Público

O evento foi pensado para atender às necessidades de todos: PcDs, PNEs, familiares, educadores, instituições de ensino, empresas, ONGs, entidades públicas, profissionais e sociedade em geral.

Palestrantes e temas

Já são mais de 20 palestrantes confirmados como o Prof. José Antônio Borges do Centro de Referência em Tecnologia Assistiva da UFRJ, falando sobre as tecnologias existentes no Brasil; o Prof. Armando Nembri (UFRJ), que falará sobre a educação inclusiva bilíngue sob a perspectiva do surdo; o Prof. Augusto Deodato Guerreiro, da Universidade Lusófona (Portugal), abordando a importância da intervenção precoce na deficiência visual. Já o consultor Gustavo Cerbasi, em entrevista, abordará questões relacionadas à independência financeira. A Coordenadora do PADEF da Secretaria do Emprego e Relações de Trabalho de São Paulo, Marinalva Cruz, abordará a lei de cotas e a inclusão no mercado de trabalho. A própria Dolores Affonso, também com deficiência visual, abordará o tema da educação inclusiva e da utilização dos dispositivos móveis e tecnologias para autonomia da pessoa com deficiência.

Muitos outros temas serão tratados, como Autismo, deficiência intelectual, e-learning inclusivo, nova lei da inclusão, acessibilidade cultural, turismo adaptado, novas tecnologias e muito mais!

O evento contará ainda com representantes dos projetos e políticas públicas de inclusão e entidades de apoio aos deficientes explicando sobre os direitos das pessoas com deficiência, programas, projetos e eventos, e muito mais.

As pessoas, empresas e instituições que se interessarem em transformar vidas podem participar do congresso como parceiros, apoiadores, patrocinadores, fornecedores de brindes, divulgadores de produtos, entre outros. Para isso, entrem em contato com a idealizadora do evento Dolores Affonso (contato@congressodeacessibilidade.com).

Serviço

Evento: Congresso de Acessibilidade

Datas: De 06 a 12 de dezembro de 2015

Local: Online

Preço: Gratuito

Inscrições e mais informações:

www.congressodeacessibilidade.com e contato@congressodeacessibilidade.com

 

Atendimento à imprensa
Patrícia Arantes – Assessora de Imprensa
RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br / patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Professora da FGV lança 2ª edição do Congresso de Acessibilidade online e gratuito

O Congresso de Acessibilidade, idealizado por Dolores Affonso, professora da Fundação Getúlio Vargas, coach e consultora em acessibilidade e inclusão, lança sua segunda edição e será novamente realizado de forma gratuita pela internet, de 06 a 12 de dezembro de 2015.

O evento foi o primeiro neste formato no Brasil e na América Latina e, na primeira edição, realizada em setembro de 2014 e reexibido em abril de 2015, reuniu 40 especialistas de diversas áreas para falar sobre temas ligados à acessibilidade, tecnologia e inclusão.

O grande diferencial do evento é a acessibilidade. Além de um conteúdo impressionante e contar com os maiores especialistas do Brasil e do mundo, o evento é gratuito e online, o que facilita a participação, já que não é necessário se deslocar, podendo ser acessado de computadores, tablets e smartphones, nem investir nada. As palestras contam ainda com legendas, audiodescrição e tradução em Libras.

“Foram mais de 20 mil pessoas cadastradas, 50 mil assistiram no Brasil e em mais de 15 países e diversas instituições brasileiras veicularam o evento”, comemora Dolores. A audiência foi composta não somente por pessoas com algum tipo de necessidade especial, mas também amigos, parentes, profissionais da área de saúde, cultura e esporte, educadores, instituições de ensino e de apoio e empresas, no mais, todos os interessados em estimular o potencial das pessoas com deficiência e em aumentar sua participação na sociedade.

Fugindo do óbvio, o Congresso não tratou somente da acessibilidade, mas procurou promover a inclusão efetiva por meio de palestras e discussões sobre temas cotidianos como empreendedorismo, carreira e relacionamento. Para Carlos Henrique de Souza, estudante de pedagogia da Universidade Estadual de Maringá, foram abordados temas com enfoques não evidenciados pela mídia: “Me levaram a uma reflexão de atitudes e comportamentos. Além disso, gostei muito da configuração de palestras online, pois possibilitou a todos poderem participar sem ter que se deslocar para longe”, comenta.

Empresas, instituições de ensino e de apoio, órgãos governamentais, diversas divisões de Secretarias de Estado e Município, instituições do sistema S (Senac, Sebrae, Senai, Sesi e Sesc) concederam apoio ao evento online, assistindo, veiculando para seus colaboradores, alunos e associados, participando, interagindo e divulgando. “Foi uma comoção nacional”, ressalta Dolores.

Para o evento deste ano, a organização promete novidades! Além das palestras e entrevistas, também serão exibidos minicursos. A proposta da segunda edição é desenvolver a Autonomia e o Protagonismo da Pessoa com Deficiência na Vida e na Sociedade. O evento contará ainda com curtas metragens acessíveis para a criançada participar com a família, na escola etc.

Público

O evento foi pensado para atender às necessidades de todos: PcDs, PNEs, familiares, educadores, instituições de ensino, empresas, ONGs, entidades públicas, profissionais e sociedade em geral.

Palestrantes e temas

Já são mais de 20 palestrantes confirmados como o Prof. José Antônio Borges do Centro de Referência em Tecnologia Assistiva da UFRJ, falando sobre as tecnologias existentes no Brasil; o Prof. Armando Nembri (UFRJ), que falará sobre a educação inclusiva bilíngue sob a perspectiva do surdo; o Prof. Augusto Deodato Guerreiro, da Universidade Lusófona (Portugal), abordando a importância da intervenção precoce na deficiência visual. Já o consultor Gustavo Cerbasi, em entrevista, abordará questões relacionadas à independência financeira. A própria Dolores Affonso, também com deficiência visual, abordará o tema da educação inclusiva.

Muitos outros temas serão tratados, como Autismo, deficiência intelectual, e-learning inclusivo, lei de cotas, nova lei da inclusão, acessibilidade cultural, saúde etc.

Além de todos esses profissionais, o evento contará com representantes dos projetos e políticas públicas de inclusão e entidades de apoio aos deficientes explicando sobre os direitos das pessoas com deficiência, programas, projetos e eventos, e muito mais.

As pessoas, empresas e instituições que se interessarem em transformar vidas podem participar do congresso como parceiros, apoiadores, patrocinadores, fornecedores de brindes, divulgadores de produtos, entre outros. Para isso, entrem em contato com a idealizadora do evento Dolores Affonso através do email contato@congressodeacessibilidade.com .

Serviço

Evento: Congresso de Acessibilidade
Datas: De 06 a 12 de dezembro de 2015
Local: Online
Preço: Gratuito
Inscrições e mais informações: www.congressodeacessibilidade.com e contato@congressodeacessibilidade.com

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Congresso de Acessibilidade comemora resultados após sua reexibição

O 1º Congresso de Acessibilidade, reexibido entre os dias 06 e 12 de abril em conjunto com a comemoração da semana d

O 1º Congresso de Acessibilidade, reexibido entre os dias 06 e 12 de abril em conjunto com a comemoração da semana de acessibilidade e inclusão e da Reatech, reuniu 40 especialistas de diversas áreas para falar sobre temas ligados à acessibilidade, tecnologia e inclusão. Idealizado por Dolores Afonso, que também possui deficiência visual, o Congresso foi totalmente online e gratuito, assim como na primeira exibição em setembro de 2014 e, o mais importante, acessível, com tradução em Libras, legenda, audiodescrição e transcrição das palestras e entrevistas veiculadas. Desta forma, permitiu o acesso a todas as pessoas com ou sem deficiência e necessidades especiais.

“Fiquei muito surpresa com o fato de os participantes da primeira exibição terem participado em peso da segunda. Inicialmente, pensamos que seriam somente novos participantes e pessoas que perderam alguma palestra, mas não. O volume de expectadores foi imenso, reunindo novos participantes e ainda os que já tinham assistido, mas que queriam rever, tirar dúvidas com os palestrantes e retomar algum ponto. Foram mais de 75 mil expectadores em todos os estados brasileiros e dezenas de países”, comemora Dolores. A audiência foi composta não somente por pessoas com algum tipo de necessidade especial, mas também amigos, parentes, profissionais da área de saúde, cultura e esporte, educadores, instituições de ensino e de apoio, empresas e órgãos governamentais, no mais, todos os interessados em estimular o potencial das pessoas com deficiência e em aumentar sua participação na sociedade.

Tivemos três grandes novidades nesta exibição:

– Abertura de um chat que funcionou como um fórum de debates antes, durante e depois das palestras. As pessoas puderam tirar dúvidas, pedir ajuda, trocar ideias etc.

– Criação de grupos de debates no facebook (comunidade para intérpretes de Libras atuarem de forma voluntária traduzindo e transcrevendo materiais – Libras Solidária; Comunidade de profissionais de Braille, para ajudar na tradução voluntária para o Braille de materiais para a comunidade – Braille Solidário; e a Comunidade Audiodescrição Solidária para o apoio na produção de materiais audiodescritos e de conversão de textos para áudio, como livros etc.). Criamos, ainda, um grupo no WathsApp – Acessibilidadezap, para troca de ideias, apoio, informações, tecnologias etc. aberto a profissionais, pessoas com deficiência e outros interessados em acessibilidade. Os interessados podem solicitar participação nas comunidades no facebook e adicionar o celular administrador da comunidade no WathsApp 55 (21) 98210-6324 para serem inseridos no grupo.

– Exibição de filmes acessíveis. Foram feitas 4 sessões de cinema, duas para adultos e duas para crianças. Na de adultos foi exibido o documentário produzido pelo IBDD B1 Tenório em Pequim, contando e história do judoca cego, Tenório, em sua trajetória até Pequim. As sessões infantis exibiram o filme O sumiço da coroa em libras e audiodescrição, cedido pela Filmes que Voam, dando espaço para a criançada no Congresso de Acessibilidade, promovendo a acessibilidade cultural.

O surgimento de emoções também pôde ser sentido mesmo estando neste ambiente virtual, como observa a idealizadora do Congresso: “Foi maravilhoso ver como a cada palestra as pessoas iam manifestando seus sentimentos, como aquele conteúdo estava mudando sua vida, sua visão, seu trabalho. Outra coisa que me emocionou muito, foram as crianças postando nos chats e fóruns como gostaram do filme e como era bom poder assistir sozinhos (sem ajuda), como seus coleguinhas”.

Empresas, instituições de ensino e de apoio, órgãos governamentais, diversas divisões de Secretarias de Estado e Município, instituições do sistema S (Senac, Sebrae, Senai, Sesi e Sesc) concederam apoio ao evento online, assistindo, veiculando para seus colaboradores, alunos e associados, participando, interagindo e divulgando. “Foi uma comoção nacional”, ressalta Dolores.

Além da mobilização em todo o Brasil, o Congresso de Acessibilidade contou com grande audiência em Portugal e outros países de língua portuguesa como Angola, além da presença de países vizinhos assistindo ao Congresso, como Argentina, Chile e Paraguai. Mas tivemos ainda, países em outros continentes, como EUA, Canadá, China, Japão, Tailândia e muitos outros.

A reexibição do 1º Congresso de Acessibilidade proporcionou, de modo efetivo, a percepção de que a inclusão precisa ser levada em discussões no âmbito municipal, estadual e federal, principalmente no que tange à educação, como ressalta a participante do Congresso de Acessibilidade Elisabeth, que é educadora no Rio de Janeiro e ministra aulas na educação básica: “Agora me sinto mais preparada para lidar com alunos com deficiência em sala de aula. Neste Congresso, descobri diversas formas de adaptar o currículo para os alunos, materiais que eu mesma posso desenvolver, que tecnologias gratuitas posso utilizar e como sensibilizar os pais, a escola e a comunidade no entorno para a importância da educação inclusiva. Muito obrigada, Dolores, por ter me proporcionado tudo isso.”

Com o intuito de transformar vidas e quebrar preconceitos, o Congresso de Acessibilidade mostrou que cumpriu com seus objetivos, acredita Dolores Afonso: “Educadores dizendo como estão conseguindo mudar a vida e o aprendizado de seus alunos com adaptações simples; pais que conseguiram tornar a vida de seus filhos melhor e também as suas próprias; pessoas com deficiência que afirmam entender melhor seus direitos e como buscar sua inclusão na sociedade de forma digna; empresas que se tornaram mais capazes de incluir e de ter uma equipe realmente inclusiva, que usa a diversidade como ferramenta de melhoria e não como base para preconceitos e barreiras; entre outros”, enumera, diante de tantos feedbacks positivos recebidos após o término do Congresso.

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com).

Sobre Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

e acessibilidade e inclusão e da Reatech, reuniu 40 especialistas de diversas áreas para falar sobre temas ligados à acessibilidade, tecnologia e inclusão. Idealizado por Dolores Afonso, que também possui deficiência visual, o Congresso foi totalmente online e gratuito, assim como na primeira exibição em setembro de 2014 e, o mais importante, acessível, com tradução em Libras, legenda, audiodescrição e transcrição das palestras e entrevistas veiculadas. Desta forma, permitiu o acesso a todas as pessoas com ou sem deficiência e necessidades especiais.

“Fiquei muito surpresa com o fato de os participantes da primeira exibição terem participado em peso da segunda. Inicialmente, pensamos que seriam somente novos participantes e pessoas que perderam alguma palestra, mas não. O volume de expectadores foi imenso, reunindo novos participantes e ainda os que já tinham assistido, mas que queriam rever, tirar dúvidas com os palestrantes e retomar algum ponto. Foram mais de 75 mil expectadores em todos os estados brasileiros e dezenas de países”, comemora Dolores. A audiência foi composta não somente por pessoas com algum tipo de necessidade especial, mas também amigos, parentes, profissionais da área de saúde, cultura e esporte, educadores, instituições de ensino e de apoio, empresas e órgãos governamentais, no mais, todos os interessados em estimular o potencial das pessoas com deficiência e em aumentar sua participação na sociedade.

Tivemos três grandes novidades nesta exibição:

– Abertura de um chat que funcionou como um fórum de debates antes, durante e depois das palestras. As pessoas puderam tirar dúvidas, pedir ajuda, trocar ideias etc.

– Criação de grupos de debates no facebook (comunidade para intérpretes de Libras atuarem de forma voluntária traduzindo e transcrevendo materiais – Libras Solidária; Comunidade de profissionais de Braille, para ajudar na tradução voluntária para o Braille de materiais para a comunidade – Braille Solidário; e a Comunidade Audiodescrição Solidária para o apoio na produção de materiais audiodescritos e de conversão de textos para áudio, como livros etc.). Criamos, ainda, um grupo no WathsApp – Acessibilidadezap, para troca de ideias, apoio, informações, tecnologias etc. aberto a profissionais, pessoas com deficiência e outros interessados em acessibilidade. Os interessados podem solicitar participação nas comunidades no facebook e adicionar o celular administrador da comunidade no WathsApp 55 (21) 98210-6324 para serem inseridos no grupo.

– Exibição de filmes acessíveis. Foram feitas 4 sessões de cinema, duas para adultos e duas para crianças. Na de adultos foi exibido o documentário produzido pelo IBDD B1 Tenório em Pequim, contando e história do judoca cego, Tenório, em sua trajetória até Pequim. As sessões infantis exibiram o filme O sumiço da coroa em libras e audiodescrição, cedido pela Filmes que Voam, dando espaço para a criançada no Congresso de Acessibilidade, promovendo a acessibilidade cultural.

O surgimento de emoções também pôde ser sentido mesmo estando neste ambiente virtual, como observa a idealizadora do Congresso: “Foi maravilhoso ver como a cada palestra as pessoas iam manifestando seus sentimentos, como aquele conteúdo estava mudando sua vida, sua visão, seu trabalho. Outra coisa que me emocionou muito, foram as crianças postando nos chats e fóruns como gostaram do filme e como era bom poder assistir sozinhos (sem ajuda), como seus coleguinhas”.

Empresas, instituições de ensino e de apoio, órgãos governamentais, diversas divisões de Secretarias de Estado e Município, instituições do sistema S (Senac, Sebrae, Senai, Sesi e Sesc) concederam apoio ao evento online, assistindo, veiculando para seus colaboradores, alunos e associados, participando, interagindo e divulgando. “Foi uma comoção nacional”, ressalta Dolores.

Além da mobilização em todo o Brasil, o Congresso de Acessibilidade contou com grande audiência em Portugal e outros países de língua portuguesa como Angola, além da presença de países vizinhos assistindo ao Congresso, como Argentina, Chile e Paraguai. Mas tivemos ainda, países em outros continentes, como EUA, Canadá, China, Japão, Tailândia e muitos outros.

A reexibição do 1º Congresso de Acessibilidade proporcionou, de modo efetivo, a percepção de que a inclusão precisa ser levada em discussões no âmbito municipal, estadual e federal, principalmente no que tange à educação, como ressalta a participante do Congresso de Acessibilidade Elisabeth, que é educadora no Rio de Janeiro e ministra aulas na educação básica: “Agora me sinto mais preparada para lidar com alunos com deficiência em sala de aula. Neste Congresso, descobri diversas formas de adaptar o currículo para os alunos, materiais que eu mesma posso desenvolver, que tecnologias gratuitas posso utilizar e como sensibilizar os pais, a escola e a comunidade no entorno para a importância da educação inclusiva. Muito obrigada, Dolores, por ter me proporcionado tudo isso.”

Com o intuito de transformar vidas e quebrar preconceitos, o Congresso de Acessibilidade mostrou que cumpriu com seus objetivos, acredita Dolores Afonso: “Educadores dizendo como estão conseguindo mudar a vida e o aprendizado de seus alunos com adaptações simples; pais que conseguiram tornar a vida de seus filhos melhor e também as suas próprias; pessoas com deficiência que afirmam entender melhor seus direitos e como buscar sua inclusão na sociedade de forma digna; empresas que se tornaram mais capazes de incluir e de ter uma equipe realmente inclusiva, que usa a diversidade como ferramenta de melhoria e não como base para preconceitos e barreiras; entre outros”, enumera, diante de tantos feedbacks positivos recebidos após o término do Congresso.

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com).

Sobre Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

1ª Edição do Congresso de Acessibilidade online é reexibida

O 1º Congresso de Acessibilidade, ocorrido em setembro do ano passado e o primeiro no formato online sobre o assunto, voltará a ser exibido de 06 a 12 de abril. Depois do sucesso da primeira edição, a organização do evento recebeu inúmeros pedidos para que as palestras fossem reprisadas. De acordo com Dolores Affonso, consultora em acessibilidade e inclusão e idealizadora desse projeto, o encontro registrou aproximadamente 50 mil espectadores. “Ainda estamos colhendo os frutos da repercussão positiva. Recebi milhares de pedidos para reexibição do congresso por parte de pessoas que não puderam assistir em setembro ou que querem ver novamente”.

Visando a conquista de uma sociedade inclusiva, o congresso contou com a presença de 40 palestrantes que discutiram acessibilidade, diversidade, inclusão, e outros temas de interesse comum a todos que possuem ou não alguma deficiência. Alguns temas abordados foram: carreira, novas tecnologias de informação e comunicação, tecnologias assistivas, educação inclusiva, saúde, qualidade de vida, relacionamentos, sexualidade, desenvolvimento pessoal, superação e empreendedorismo.

Público

O evento é voltado aos mais diversos públicos, apesar do foco em acessibilidade e inclusão: pessoas com e sem deficiência e/ou necessidades especiais, pais, amigos e demais interessados no tema, como educadores, instituições de ensino e empresas que precisam se tornar acessíveis e inclusivas. Fazem parte também deste perfil: ONGs e entidades públicas de apoio, órgãos governamentais, profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros e cuidadores; e outras áreas como cultura, design, arquitetura, esporte e todos que precisam conhecer as necessidades especiais, expectativas, capacidades e potencial das pessoas com deficiência e suas reais possibilidades de participação na sociedade, para realizarem melhor suas atividades pessoais e profissionais.

A reprise da 1ª edição do Congresso de Acessibilidade será uma nova oportunidade para apoiar a luta de 45 milhões de deficientes no Brasil. A consultora Dolores Affonso enumera os resultados conquistados com o evento online e que poderão se multiplicar com a reexibição: “Educadores dizendo como estão conseguindo mudar a vida e o aprendizado de seus alunos com adaptações simples; pais que conseguiram tornar a vida de seus filhos melhor e também as suas próprias; pessoas com deficiência que afirmam entender melhor seus direitos e como buscar sua inclusão na sociedade de forma digna, superando suas limitações; empresas que se tornaram mais capazes de incluir e de ter uma equipe realmente inclusiva, que usa a diversidade como ferramenta de melhoria e não como base para preconceitos e barreiras; entre outros”.

Novamente, a exibição será online e gratuita e poderá ser acompanhada por meio de computadores convencionais, tablets e celulares. É importante ressaltar que, neste evento, que tem por objetivo promover a inclusão de pessoas com alguma deficiência auditiva, visual, física, intelectual ou problemas de mobilidade, a transmissão contará com legenda, audiodescrição e tradução em libras. Caso o espectador tenha interesse em obter o certificado de participação, será possível adquiri-lo por meio do site do Congresso após o evento.

As pessoas, empresas e instituições que se interessarem em transformar vidas podem participar do congresso como parceiros, apoiadores, patrocinadores, fornecedores de brindes, divulgadores de produtos, entre outros. Para isso, entrem em contato com a idealizadora do evento Dolores Affonso (contato@congressodeacessibilidade.com).

Acesse nosso site www.congressodeacessibilidade.com e conheça os palestrantes e temas que serão abordados durante o congresso.

Serviço

Evento: Congresso de Acessibilidade
Datas: De 06 a 12 de abril de 2015
Local: Online
Preço: Gratuito
Inscrições e mais informações: www.congressodeacessibilidade.com e contato@congressodeacessibilidade.com

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Congresso de Acessibilidade online volta a ser exibido em abril

O 1º Congresso de Acessibilidade, ocorrido em setembro do ano passado e o primeiro no formato online sobre o assunto, voltará a ser exibido no próximo mês de abril. Depois do sucesso da primeira edição, a organização do evento recebeu inúmeros pedidos para que as palestras fossem reprisadas. De acordo com Dolores Affonso, consultora em acessibilidade e inclusão e idealizadora desse projeto, o encontro registrou aproximadamente 50 mil espectadores. “Ainda estamos colhendo os frutos da repercussão positiva. Recebi milhares de pedidos para reexibição do congresso por parte de pessoas que não puderam assistir em setembro ou que querem ver novamente”.

Visando a conquista de uma sociedade inclusiva, o congresso contou com a presença de 40 palestrantes que discutiram acessibilidade, diversidade, inclusão, e outros temas de interesse comum a todos que possuem ou não alguma deficiência. Alguns temas abordados foram: carreira, novas tecnologias de informação e comunicação, tecnologias assistivas, educação inclusiva, saúde, qualidade de vida, relacionamentos, sexualidade, desenvolvimento pessoal, superação e empreendedorismo.

Público

O evento é voltado aos mais diversos públicos, apesar do foco em acessibilidade e inclusão: pessoas com e sem deficiência e/ou necessidades especiais, pais, amigos e demais interessados no tema, como educadores, instituições de ensino e empresas que precisam se tornar acessíveis e inclusivas. Fazem parte também deste perfil: ONGs e entidades públicas de apoio, órgãos governamentais, profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros e cuidadores; e outras áreas como cultura, design, arquitetura, esporte e todos que precisam conhecer as necessidades especiais, expectativas, capacidades e potencial das pessoas com deficiência e suas reais possibilidades de participação na sociedade, para realizarem melhor suas atividades pessoais e profissionais.

A reprise da 1ª edição do Congresso de Acessibilidade será uma nova oportunidade para apoiar a luta de 45 milhões de deficientes no Brasil. A consultora Dolores Affonso enumera os resultados conquistados com o evento online e que poderão se multiplicar com a reexibição: “Educadores dizendo como estão conseguindo mudar a vida e o aprendizado de seus alunos com adaptações simples; pais que conseguiram tornar a vida de seus filhos melhor e também as suas próprias; pessoas com deficiência que afirmam entender melhor seus direitos e como buscar sua inclusão na sociedade de forma digna, superando suas limitações; empresas que se tornaram mais capazes de incluir e de ter uma equipe realmente inclusiva, que usa a diversidade como ferramenta de melhoria e não como base para preconceitos e barreiras; entre outros”.

Novamente, a exibição será online e gratuita e poderá ser acompanhada por meio de computadores convencionais, tablets e celulares. É importante ressaltar que, neste evento, que tem por objetivo promover a inclusão de pessoas com alguma deficiência auditiva, visual, física, intelectual ou problemas de mobilidade, a transmissão contará com legenda, audiodescrição e tradução em libras. Caso o espectador tenha interesse em obter o certificado de participação, será possível adquiri-lo por meio do site do Congresso após o evento.

As pessoas, empresas e instituições que se interessarem em transformar vidas podem participar do congresso como parceiros, apoiadores, patrocinadores, fornecedores de brindes, divulgadores de produtos, entre outros. Para isso, entrem em contato com a idealizadora do evento Dolores Affonso (contato@congressodeacessibilidade.com).

Acesse nosso site www.congressodeacessibilidade.com e conheça os palestrantes e temas que serão abordados durante o congresso.

Serviço

Evento: Congresso de Acessibilidade
Datas: De 06 a 12 de abril de 2015
Local: Online
Preço: Gratuito
Inscrições e mais informações: www.congressodeacessibilidade.com e contato@congressodeacessibilidade.com

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Artigo: O que é Coaching Educacional e como ele pode te ajudar?

* Por Dolores Affonso

Há algum tempo venho falando sobre a educação inclusiva, sua importância, seus benefícios e, também, sobre a falta de preparo de educadores, famílias, instituições de ensino e da própria sociedade para lidar com a diversidade e atuar de forma efetiva na inclusão. Hoje quero destacar, não somente a importância do educador no processo de inclusão, mas também a do profissional da educação preparado, disposto e pronto para a ação transformadora.

Atualmente, as instituições de ensino ficam “amarradas” aos protocolos, metodologias e currículos impostos e possuem pouca autonomia e flexibilidade para trabalhar. Com isso, acabam por fazer o básico, o mínimo pela educação em nosso país, deixando de inovar, buscar soluções, muitas vezes, simples, para tornar a educação uma ferramenta de qualidade, eficaz e realmente para todos. A falta de recursos também é um grande problema, tendo em vista o estado das escolas públicas no Brasil, principalmente no interior, nas áreas rurais, na região Norte e Nordeste do país etc.

Os educadores seguem o mesmo caminho. Normalmente se queixam da instituição, do governo, mas acabam se conformando com a “falta de tudo” e deixam de assumir sua posição questionadora de educador. E quando digo questionadora, não estou me referindo somente aos questionamentos externos, ao governo, à instituição, à sociedade, mas aos internos, principalmente. A grande maioria não se pergunta se pode fazer mais e como.

Diante de escolas e educadores despreparados, de famílias desconectadas da escola e de indivíduos excluídos, ainda que dentro da escola, surge a necessidade de se encontrar, desenhar um novo caminho para a educação brasileira. Neste sentido, a atuação de consultores e coaches educacionais vêm crescendo, à medida que as novas necessidades de uma sociedade em rede vão aumentando e se avolumando dentro e fora da escola.

Há algum tempo falei sobre as novas gerações e sua postura diante da educação e das formas arcaicas da atual escola se fazer presente em sua vida. Uma atitude mais conectada, que procura exemplos reais, ou seja, conexão com a realidade e, principalmente, unir vivências, tecnologias e metodologias atrativas e que os torne mais independentes e autônomos no processo de aprendizagem, colaborando ativamente com a construção do conhecimento coletivo, em rede. E isso reforça a necessidade de se atualizar, se preparar, tanto do educador, como da instituição de ensino.

Por isso, ao falar de consultoria e coaching educacional, devemos sair da mesmice, “pensar fora da caixa”, ou seja, não é aquela consultoria educacional que vemos por tantas vezes acontecer dentro das instituições, que só reforça o que é determinado e minimiza a atuação do aluno, buscando uniformizar e padronizar a educação.

Um consultor ou coach educacional, neste novo milênio, deve estar em busca da união da escola com a sociedade, da individualização/personalização do processo educacional, aliando o atendimento a diversos estilos de aprendizagem, demandas sociais, necessidades especiais às atividades de integração, comunicação e interação, diminuindo o efeito homogeneizante da atual educação, em prol de uma educação para todos.

Ao realizar uma consultoria ou coach, este profissional deve:

– Analisar a escola profundamente, compreender de forma mais completa os alunos, suas famílias, a sociedade em que estão inseridos e o contexto em que vivem;

– Buscar nas ações, metodologias e tecnologias existentes e até já utilizadas pela escola, educadores e alunos, mesmo que fora da instituição, uma forma de transformar a situação de aprendizagem, alternar o foco educacional, construir objetivos mais consistentes e práticas mais condizentes com aquele público atendido, aquela sociedade e as demandas existentes.

– Aplicar e analisar os resultados alcançados, as mudanças, a satisfação dos envolvidos e a efetividade do ensino e dos objetivos educacionais para reforçar e melhorar os pontos positivos e reduzir o impacto dos negativos, mudando o que for necessário par atingir os objetivos traçados.

Para tanto, é preciso um estudo aprofundado de outras questões, como recursos financeiros, tecnológicos, humanos, o espaço, o tempo e conseguir aliar uma metodologia conectada com o aluno, a realidade e tecnologias adaptáveis, num ambiente flexível e mutante. Só assim será possível construir uma nova escola que atenda às necessidades das pessoas e, ao mesmo tempo, forme cidadãos plenos, conscientes e preparados para este novo mundo e sua diversidade!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Artigo: Nova geração quer uma escola que a acompanhe e entenda

* Por Dolores Affonso

Quando fiz o primário, ginásio e o segundo grau, que até já mudaram de nome, estudávamos em salas físicas com carteiras, divididos por série, idade, turnos etc. Copiávamos do quadro negro em cadernos, fazíamos exercícios, líamos textos mimeografados e fazíamos provas assim também. Não estou reclamando, era o que tínhamos.

Em casa, era a mesma coisa: brincávamos na rua, de pique, jogávamos banco imobiliário e outros jogos de tabuleiro etc. Escrevíamos cartas para os amigos e paqueras. E tudo era maravilhoso! Muitos dizem que até mais saudável, mas não é isso o que importa aqui! O que quero dizer é que tínhamos na escola o que tínhamos em casa, na rua, na vida. Isso acontece hoje com você, com seus filhos, sobrinhos, alunos? Na maioria das vezes, não. É verdade! Observe!

Hoje, crianças e jovens têm acesso a tudo o que há de mais moderno em termos de tecnologias: computadores, tablets, smartphones conectados à internet. Eles se comunicam na velocidade da luz, utilizam diversos sistemas de áudio, vídeo, sociais, de compartilhamento etc. Suas vidas são em rede e tudo acontece em tempo real. Jogam pelo computador e outros dispositivos online com pessoas em qualquer lugar do mundo, comunicando-se de forma instantânea. Têm acesso a todo tipo de informação sobre qualquer assunto na palma da mão. E a escola acompanha estas mudanças? Reflete a realidade social em que vivem?
Normalmente, não! Muitos pais e educadores reclamam que as crianças e os jovens de hoje não querem nada! Não gostam da escola, nem se interessam em estudar.

Se fosse você, ficaria interessado pelos estudos, com um mundo muito mais atraente do lado de fora da escola? Eu não!

A escola, não conseguindo se antecipar às tendências, precisa ao menos acompanhar as transformações sociais. Escolas, educadores, pais, governos e alunos precisam se unir na busca de soluções educacionais que atendam às necessidades dos alunos, aliando os objetivos educacionais aos instrumentos, ferramentas e critérios.

As inovações não devem ocorrer somente no uso de tecnologias, mas nos instrumentos e formas de promover o aprendizado, de avaliar o desempenho, de criar alunos mais autônomos e ativos no processo de ensino-aprendizagem e mais responsáveis neste processo.

Seguem abaixo alguns exemplos:

– O uso de novas formas de avaliação do aluno que não sejam focadas apenas na identificação e punição dos erros, mas no incentivo de posicionamentos mais críticos, fortalece a interação com as novas gerações que já se acostumaram a ser participativas em diversos processos em suas vidas.

– É possível usar novas ferramentas e metodologias, seja na construção e adaptação do currículo, ou no desenvolvimento dos momentos de aprendizado, como a gamificação. Não me refiro aqui ao uso de games ou jogos educacionais somente, mas da estratégia dos jogos, tornando as aulas mais desafiadoras, repletas de enigmas interessantes, de roteiros de aprendizagem em que o aluno pode escolher caminhos mais adequados e condizentes com seus estilos de aprendizagem, inteligências, experiências e conhecimentos prévios.

– Também é possível inserir os dispositivos móveis como notebooks, tablets e celulares como instrumentos de integração e aprendizado. Usar tecnologias que os alunos já conhecem, gostam e se sentem bem, ajuda a criar interesse pela escola.

– Os professores podem ter grupos em redes sociais, blogs, comunicadores instantâneos, listas de emails etc. O uso conjunto de blogs, canais de vídeos produzidos pelos próprios alunos e compartilhados, alia a vida física à virtual dos alunos.

– Aplicativos de comunicação, de gravação e edição de áudio, vídeo, imagem, texto, de compartilhamento, de segunda tela, fóruns, blogs, games, segunda vida, wikis, aliando pesquisa, criatividade e interação ao conteúdo, objetivos e instrumentos inovadores de avaliação.

– Outra proposta é não dividir os alunos em salas, séries, idade, mas unir diversos alunos para que um aprenda com o outro, interaja, compartilhe, ensine. Trabalhar por temas e não por série. Já há escolas sem paredes, sem professor, que reúnem educadores e educandos num mesmo espaço educativo. Diminuir a distância entre educador e educando, mudar o foco do repasse massivo de conteúdos para a construção colaborativa do conhecimento, mudar os instrumentos e critérios de avaliação por formas de compartilhamento de resultados e desempenho em grupo, junto a um atendimento personalizado.

Não parece fácil, e não é a realidade na atual situação do Brasil, mas é um caminho que pode transformar a educação, a vida das pessoas e a nossa sociedade. Tudo começa no planejamento educacional, na adaptação do currículo, no desenvolvimento e implementação dos projetos educacionais, dos “planos de aula” e da ação do educador e termina, quer dizer, não termina. É só o começo, uma semente que devemos plantar para as novas gerações.

Sei que as escolas, os educadores e até a sociedade ainda não se sentem preparados para acompanhar tantas mudanças, mas será que estamos preparados para “perder” toda uma geração, até nos sentirmos prontos para compreendê-los e atender suas necessidades?

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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Artigo: Por que o Brasil ainda não tem mestrado e doutorado a distância?

* Por Dolores Affonso

Muitas pessoas me perguntam se eu tenho mestrado e doutorado. Não, não tenho. Sou professora de graduação e pós-graduação, coach, consultora e, profissionalmente, preciso de um mestrado, além de pessoalmente sonhar com isso há alguns anos! É um grande objetivo pessoal e profissional! O meu problema, e de muitas outras pessoas, não é achar um programa de mestrado que me agrade ou me candidatar, mas as inúmeras dificuldades em cursar um mestrado presencial.

Uma pessoa com deficiência encontra muitas barreiras e é necessário vencê-las diariamente para alcançar seus objetivos e sonhos. Muitas delas poderiam ser facilitadas, derrubadas com políticas e ações simples.

A exclusão é um problema grave no Brasil. É possível contar nos programas de mestrado a quantidade de pessoas com deficiência que, com muitas dificuldades e se superando todos os dias, conseguem cursá-los.

Um mestrado a distância resolveria grande parte deste problema. Mas, por mais incrível que possa parecer para nossa sociedade, o Brasil não tem um programa de mestrado a distância como já ocorre em diversos países. A UAB (Universidade Aberta do Brasil) até lançou alguns programas de mestrado semipresenciais para professores da educação básica, em artes, história, física, matemática etc., mas que não atendem à demanda nem supre as necessidades profissionais e acadêmicas de quem busca um mestrado ou um doutorado fora do escopo oferecido.

Atualmente, estudo a possibilidade de cursar mestrado a distância em Portugal, Espanha ou Estados Unidos, mas adoraria poder cursar no meu país. A educação aberta e em rede é uma realidade no mundo e o Brasil ainda tem muito que caminhar neste sentido. Temos no país diversas instituições de renome internacional, públicas e privadas que poderiam oferecer este nível de formação acadêmica e profissional na modalidade a distância, não apenas para brasileiros, como também para estrangeiros interessados em investir em seus estudos em nossas universidades. Ouço diversas alegações sobre a possível má qualidade de um programa nestes moldes, mas não entendo de onde surgiu este pensamento.

No Brasil, temos centenas de instituições que oferecem graduação e pós-graduação na modalidade EaD com altíssima qualidade e reconhecimento internacional, como a Fundação Getúlio Vargas, IBMEC, PUC, USP e tantas outras, inclusive públicas. Além disso, diversas instituições pelo mundo já oferecem mestrados a distância e com alta qualidade! Então, por que no Brasil deveria ser diferente?

Podemos citar diversos motivos para que tal medida seja implementada. O que me vem primeiro à mente são as barreiras que enfrento diariamente como uma pessoa com deficiência visual. Não apenas eu, mas 45,6 milhões de pessoas com deficiência em todo o país enfrentam inúmeras barreiras no seu dia a dia, inclusive na sua vida acadêmica, profissional e social, como a falta de acessibilidade das cidades, dos transportes públicos, que dificultam nosso deslocamento. Se pararmos para observar, veremos as enormes dificuldades dos cadeirantes e deficientes visuais em se deslocar de um ponto a outro, inclusive a vulnerabilidade. Claro que todos são vulneráveis à violência, mas, se enxergando já fica difícil perceber uma situação de risco, imagine sem enxergar? É difícil fugir de uma situação de perigo, imagine sem andar, preso numa cadeira de rodas? Como pedir socorro, ligar para a emergência sendo surdo, mudo ou com alguma dificuldade de fala? Além dos problemas de locomoção, comunicação e segurança, ainda enfrentamos as dificuldades internas das instituições que não estão prontas para atender as necessidades de tais alunos. Mas não é só nas pessoas com deficiência que devemos pensar!

Na atualidade, as pessoas têm cada vez menos tempo, o que limita sua disponibilidade para cursar um mestrado presencial. Isso é comprovado pela quantidade de pessoas cursando a modalidade a distância. Segundo a ABED (Associação brasileira de Educação a Distância), são quase 6 milhões de alunos no ensino superior a distância no Brasil. Dados do censo EADBR de 2012.

Além da flexibilidade de horários, de poder estudar de qualquer lugar, ainda há o avanço acelerado das tecnologias que facilitam, tornando a EaD muito mais acessível, oferecendo maior possibilidade de uma educação inclusiva, para todos. Com a EaD, é possível, mesmo fora dos grandes centros, no interior, áreas rurais, urbanas etc. cursar uma formação acadêmica e profissional.

Ainda sobre a qualidade, muitas pessoas me perguntam como foram meus estudos pela modalidade EaD e falo com muito orgulho: fiz graduação em Administração de empresas e três pós-graduações a distância em Marketing, Design Instrucional e Educação Especial e as instituições foram ótimas e os cursos de alta qualidade.

Proponho uma consulta pública para que o MEC identifique o contingente imenso de interessados em mestrados e doutorados a distância e os implantem no país. Afinal, essas pessoas acabam, atualmente, optando por cursar em universidades fora do Brasil, quando poderiam cursar aqui! E me pergunto: Por que o Brasil não tem mestrado e doutorado a distância? Nós (pessoas com deficiência) queremos fazer mestrado e doutorado também! E queremos oportunidades iguais!

Mas não é por falta de políticas públicas neste sentido que deixaremos de sonhar com o crescimento acadêmico e profissional e com uma vida melhor. Vamos à luta!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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Artigo: Cinco passos para superar a deficiência

* Por Dolores Affonso

Durante séculos, as pessoas com deficiência foram consideradas incapazes, sofreram preconceito e foram excluídas da sociedade. Atualmente, muitas pessoas, estudiosos, educadores, instituições e governos em todo o mundo buscam formas de incluir as pessoas com deficiência através de políticas públicas para a educação, o trabalho, etc. Entretanto, é preciso preparar também o deficiente para conviver com as diferenças e criar um mundo melhor.

Muitas são as dificuldades vivenciadas por uma pessoa com deficiência, seja na escola, no trabalho, na vida social, no acesso aos bens e serviços públicos etc. No mercado de trabalho, por exemplo, em 2011, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho, pouco mais de 300 mil deficientes tinham emprego com carteira assinada no país. O número de deficientes em subempregos e desempregados é muito grande.

A falta de respeito com os deficientes é enorme, desde carros estacionados na vaga de deficientes até a falta de legendas, audiodescrição, língua de sinais, rampas de acesso e outros recursos de acessibilidade que poderiam tornar a vida das pessoas com deficiência muito mais fácil. Esses e outros problemas de acessibilidade poderiam ser resolvidos facilmente por governos e empresas com ações simples. As novas tecnologias assistivas, de informação e comunicação e outros recursos ainda têm muito que evoluir, mas já há diversos dispositivos e ferramentas que podem ser usados para facilitar a vida. No entanto, a maioria das empresas privadas e instituições públicas não as utilizam, seja por falta de informação, interesse ou recursos financeiros. Além disso, os próprios deficientes não sabem usá-las, bem como não têm acesso ou recursos financeiros para adquiri-las. E ainda tem o medo!

Sabemos que esse medo dos deficientes não se restringe ao uso das tecnologias, mas ao mundo opressor que cobra o sucesso, mas não dá as mesmas condições e oportunidades na vida, levando ao medo, à reclusão em busca de proteção contra o preconceito e à exclusão, como resultado da submissão às regras da sociedade sem lutar pelos seus direitos. Para vencer esses medos e, consequentemente, a deficiência, é preciso abrir a mente para o novo, para o conhecimento e para a informação.

Muitas pessoas me perguntam o que podem fazer para desenvolver sua autonomia, superar limitações, aprimorar habilidades e realizar o seu potencial pessoal, profissional emocional etc. para alcançar a vida plena que querem, atingindo seus objetivos, realizando seus sonhos e ajudando outras pessoas. Assim como eu, diversas pessoas com deficiência e necessidades especiais se superam a cada dia e, para isso, tiveram que buscar uma forma, um método, ferramentas.

Mas como superar? Como eu superei e tantas outras pessoas também? São somente cinco passos para alcançar uma vida plena!

O primeiro passo é o autoconhecimento. Conheça a si mesmo! Um dos grandes problemas da pessoa com deficiência é não conhecer a si mesmo, sua deficiência, limitações e, principalmente, seu potencial. Se aceite como você é!

O segundo passo é a informação. Mantenha-se informado! Conhecer seus direitos, deveres e tudo aquilo que pode auxiliar na sua vida, como as ferramentas e tecnologias disponíveis, onde encontrar e como adquirir, tornarão você muito mais independente e produtivo.

O terceiro passo é a organização e o planejamento. Planeje sua vida e seu futuro! Retomar os sonhos, definir objetivos e metas, bem como as formas, estratégias e ações para alcançá-los, ou seja, construir a vida que você sempre quis e o futuro com que sempre sonhou.

O quarto passo é a motivação e superação. Seja auto motivado e supere a deficiência! Manter-se motivado só depende de você.

O quinto e último passo é a disseminação, ou seja, ajude outras pessoas, passe para frente o que aprendeu e ajude o mundo a se tornar um lugar melhor para todos!

Seguir esses passos fará toda a diferença na sua vida, pois, assim como eu pude lutar e sair vencedora, apesar de todas as adversidades, você também pode! Só depende de você vencer esta batalha!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

Desenvolveu os seguintes projetos: Congresso de Acessibilidade: 1º evento nacional online e gratuito com foco em Acessibilidade e Tecnologias para a Superação e Inclusão. Site: www.congressodeacessibilidade.com ; Superação: programa de coaching ou mentoring individual ou em grupo para pessoas (com e sem deficiência) que precisam superar suas limitações e empresas que desejam integrar suas equipes, tornando-se inclusivas; Semana da Inclusão: semana de palestras, atividades, treinamentos, entre outros, com foco em diversidade e inclusão; Stargardt Brasil: fundadora do blog Stargardt Brasil, que visa o desenvolvimento pessoal, motivação, superação e inclusão de pessoas com deficiência visual.

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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