Artigo: Quem lê tanta notícia? 10 dicas para se manter atualizado

* Por Dolores Affonso

Já dizia Caetano, nos anos 60, na música Alegria Alegria, quem lê tanta notícia? Se naquela época, há 50 anos, já não era possível acompanhar tudo, imagine agora?

Na atualidade, a avalanche de informações a qual estamos expostos é imensa e só tende a crescer. Todos os dias são milhões de notícias, e-mails, postagens nas redes sociais, comentários de amigos, informações de clientes e colegas de trabalho, estudos, família… Ufa! É muita coisa! É quase impossível saber de tudo. Mas o mais difícil é saber selecionar aquilo que importa, pois, no meio desse turbilhão, vem muita coisa inútil ou que não é prioridade.

Nosso cérebro não é capaz de processar tantas informações com a rapidez com que elas surgem, criando a chamada síndrome do excesso de informação. O mal do novo milênio! Estamos na era da informação e do conhecimento e sempre queremos saber mais! Tudo isso causa angústia, ansiedade e muitos outros sintomas que fazem com que tenhamos menos qualidade de vida.

Mas não é o fim do mundo! Você pode mudar esse quadro e se manter atualizado com aquilo que é importante para você, sem ser soterrado por informações inúteis todos os dias! Para isso, seguem 10 dicas:

1- Defina prioridades: liste o que é importante para você, divida em 3 níveis: importante, prioridade, entretenimento. Assim, poderá acessar só o que precisa.

2- Seja organizado: organize sua mesa de trabalho, seus papeis e seu computador, ou seja, crie um arquivo eficiente para recuperar as informações quando precisar.

3- Celular e tablet: crie pastas para aplicativos do mesmo tipo (produtividade, imagens etc.). Use aplicativos para facilitar, como lembretes, gravadores, comando de voz etc.

4- Gerencie seu tempo: use a agenda, controle seus compromissos, separando horários para leitura dos jornais, e-mails, blogs, livros etc., evitando perder tempo.

5- Gerencie seus e-mails: organize pastas, marcadores e filtros que mantenham cada coisa em seu lugar. Assim, você não perde tempo e consegue ler mais o que é relevante.

6- Assista rádio e TV: use aplicativos de rádio, como o TuneIn, e de TV, que permitem acompanhar a programação quando quiser.

7- Converse: destine um tempo para conversar com amigos, colegas de trabalho, familiares e até desconhecidos. Sempre temos algo a aprender.

8- Estude: existem muitos cursos a distância, inclusive gratuitos para que você tenha flexibilidade: Busuu, iTunes U, USP, FGV, Iped, Sebrae, Unesp são bons exemplos!

9- Leia mais: use um agregador de revista como o Issuu e de livros como o Kindle, Ibooks, Play livros etc. e leia livros e revistas onde quiser, sem carregar peso.

10- Use um agregador de feeds: um bom exemplo é o Flipboard, onde você pode reunir todos os sites, blogs, jornais e todas as fontes de notícias que você precisa acompanhar diariamente. O mais bacana é seu formato de revista digital super agradável.

Se quiser saber mais, visite meu perfil no Flipboard e conheça minhas revistas: aprendizagem sem limites, cotidiano, acessibilidade e inclusão e muitos mais.

Mantenha-se atualizado, bem informado sem perder tempo e sem ficar louco!

* Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com)

Sobre Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em Educação Especial pela UCDB.

Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Artigo: Semana da Pessoa com Deficiência? E o resto do ano?

*Por: Dolores Affonso

Temos o dia do surdo, do cego, do ostomizado, da pessoa com Síndrome de Down, autismo e assim por diante. Temos ainda uma semana da pessoa com deficiência intelectual e múltipla (21 a 28 de agosto de 2015) em nosso país. Claro que são datas e conquistas importantes que visam manter a sociedade informada, apoiar os movimentos de inclusão e lembrar a todos de um segmento da sociedade que há muito é esquecido e relegado a segundo plano.
Entretanto, me pergunto: E o resto do ano?

É importante nos questionarmos sobre isso! O que tem sido feito durante o resto do ano para promover a inclusão das pessoas com deficiência?
Há alguns dias estive em um evento na OAB-RJ para discutir as políticas públicas destinadas às pessoas com deficiência e me surpreendi de forma positiva e negativa… Mas antes de dizer o motivo, quero ressaltar que lá estiveram reunidos grandes nomes da sociedade civil organizada, bem como representantes do poder público, da sociedade em geral e o grupo de trabalho da OAB-RJ.

Foi uma surpresa positiva ver a quantidade de organizações sociais em busca da inclusão, realizando ações maravilhosas com esse objetivo, como a ONG Movimento Down em parceria com a UNICEF, o IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência), o CVI (Centro de Vida Independente) e tantos outros. Vi, também, representantes do poder público mostrando as ações e políticas já aplicadas com sucesso. Por outro lado, em meio às reinvindicações, colocações, palestras etc., inclusive de Judith Heumann, Assessora Especial para o Direito da Pessoa com Deficiência dos EUA, que muito ainda precisa ser feito, não somente em termos de ações e projetos para mobilidade urbana, educação inclusiva, inclusão no mercado de trabalho, esportes, lazer, saúde, mas em capacitação dos profissionais, dos agentes públicos, destinação de recursos, preparação das empresas, informação à sociedade e, principalmente, no esclarecimento da própria pessoa com deficiência que, muitas vezes, não tem acesso aos bens e serviços públicos, à cultura, ao lazer, ao mercado de trabalho, à saúde, à educação etc., por não ter informação.

Muito me emocionei com o depoimento de uma mãe que, com um filho com deficiência intelectual, contava sua saga na busca dos direitos do filho para lhe proporcionar uma vida melhor, autonomia e liberdade, para que pudesse ser e se sentir “igual” aos outros jovens de sua idade.
Por isso, criei uma revista gratuita e digital que já conta com mais de 2500 leitores que tem, por objetivo, reunir todas as informações possíveis sobre Acessibilidade e Inclusão (http://flip.it/1wvH7) para que as pessoas com deficiências e quem mais se interessar pelo tema possam estar sempre atualizados sobre o que acontece no Brasil e no mundo em prol da inclusão.

E a realidade que vivenciamos vai muito além da falta de políticas públicas, do preconceito, chegando à completa invisibilidade de mais de 45 milhões de pessoas que “sobrevivem”, em sua maioria, sem o básico. E quando digo básico, não me refiro somente à alimentação e moradia, mas à segurança, à educação, à saúde, à cultura, ao esporte, ao direito de ir e vir, à dignidade, ao respeito, enfim, a uma vida plena, direito de todos garantido na Constituição Federal deste país.

Por isso, novamente, pergunto: o que você está fazendo, governo, empresa, pessoa… ser humano, para promover a inclusão dessas pessoas e garantir uma sociedade melhor, mais justa para todos?
Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso
Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.
Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Artigo: Seu cliente é deficiente ou sua empresa?

*Por: Dolores Affonso

Esta é uma pergunta que sempre faço aos empresários, gerentes, líderes, vendedores etc. com os quais converso. Quando pergunto como tratam seus clientes com deficiência, alguns me respondem: “Muito bem! Trato todas as pessoas da mesma forma. Pra mim todo mundo é igual! Não tenho preconceitos”. Errado! As pessoas não são iguais. Têm interesses, necessidades, perfis diferentes. Portanto, não devem ser tratadas de forma igual.

Outros me respondem: “Trato muito bem! Ajudo em tudo. Faço tudo por eles!”. Errado também! A pessoa com deficiência não é uma criança. Tem vontade, autonomia para tomar decisões e ama sua liberdade de realizar suas atividades e superar barreiras e limites!

Aí você me pergunta: mas então, o que devemos fazer?

Calma! Não é complicado!

Ao mesmo tempo em que sua empresa precisa se adaptar física e digitalmente para atender às pessoas com deficiência, também precisa ocorrer uma adaptação psicológica e emocional para lidar com as situações que surgem.

Toda sua estrutura pode estar preparada para atender uma pessoa com deficiência, mas as pessoas estão preparadas, sabem o que fazer e como fazer?

Eis alguns exemplos para ilustrar o que estou querendo dizer: um restaurante adapta sua entrada com rampas para cadeirantes, desenvolve seu cardápio em Braille etc.. Entretanto, quando um cliente cego chega, sua equipe não sabe tratá-lo, orientá-lo ou guiá-lo até a mesa. Em seguida, o garçom, ao anotar o pedido, dirige-se ao acompanhante, perguntando o que o cego vai pedir. Pense! O cego não pode ler, mas, com um cardápio em Braille e as informações faladas pelo garçom, ele pode, tranquilamente, fazer seu pedido. Além disso, o cego, não sendo surdo ou mudo, não terá problemas em se comunicar com o garçom.

Outro exemplo, neste caso virtual, acontece pelo fato de a maioria das lojas online não oferecer acessibilidade web aos seus usuários, que acabam desistindo da compra por problemas de navegabilidade etc. Lembro-me de um caso de colegas tentando comprar em lojas virtuais e, por terem dificuldades de mobilidade, não conseguiam usar o mouse. Dessa forma, não podiam clicar no botão de compra do produto, simplesmente porque o site não estava preparado para a navegação pelo teclado, ou seja, quando usavam o teclado, a tecla “tab”, não conseguiam acionar o botão de compra.
Confira a seguir 7 dicas para atender bem aos seus clientes com deficiência:

1- Prepare-se: leia sobre os direitos das pessoas com deficiência. Participe de palestras. Busque informações que o façam atender melhor. Aja com bom senso.

2- Tenha percepção e empatia: é fundamental ter a percepção para os detalhes e empatia para compreender o outro. Tente se colocar no lugar dele e saberá como gostaria de ser tratado, assim terá uma ideia de como agir.

3- Comunique-se: pergunte, converse, escreva, faça gestos, se for necessário. Só assim conseguirá compreender as necessidades do outro.

4- Adapte-se: organize seu ambiente físico ou digital, em caso de sites e lojas virtuais, para suprir as necessidades do seu cliente, ou seja, disponha os objetos e itens de forma a não dificultar a locomoção de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência visual; utilize fontes grandes em prateleiras, preços etc.; siga as orientações do consórcio W3C para acessibilidade web; tenha profissional qualificado para atender, ajudar, guiar, orientar seus clientes. Tenha espaço para um descanso, uma cadeira, por exemplo, para uma pessoa idosa.

5- Respeito é bom e todo mundo gosta: respeite os direitos das pessoas com deficiência. Por exemplo: se um deficiente visual quiser entrar com seu cão-guia em seu estabelecimento, não se oponha, pois é seu direito, é lei.

6- Use a tecnologia a seu favor: existem diversas tecnologias gratuitas ou de baixo custo para tornar sua empresa, loja, site etc., mais acessível. Use!

7- Busque ajuda: procure orientação e crie um programa interno de inclusão. Contrate um coach, uma consultoria, um profissional que possa ajudar nessa empreitada. Com certeza, será muito mais barato e rápido do que fazer sozinho, sem saber ou receber processos judiciais e pagar indenizações por não cumprir a lei ou causar constrangimentos ou ter sua imagem destruída por ser considerada uma empresa ou pessoa preconceituosa.

Por tudo isso, pergunto mais uma vez: Seu cliente é deficiente ou a sua empresa?
Pense nisso!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.doloresaffonso.com.br ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Idealizadora do 1º Congresso de Acessibilidade online e gratuito, é especialista em Marketing pela FGV, em Design Instrucional para EaD pela FACEL, em Educação Especial pela UCDB e graduada em Administração de Empresas. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra palestras, cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Artigo: Você usa o WhatsApp? Eu não!

* Por Dolores Affonso

Há algum tempo, logo que o WhatsApp virou uma “febre”, um amigo me perguntou: “Você não usa o WhatsApp?” E eu respondi: “Não, meu celular não é acessível.” Bom, ele não entendeu muito bem o que eu queria dizer, já que todo mundo usa o “zap”. Quero deixar claro que, atualmente, eu também uso! Mas não usava antes e não era pelo fato de não gostar ou de não conhecer, mas pela falta de acessibilidade dos celulares e smartphones.

Até alguns anos atrás, somente poucos aparelhos como o Nokia tinham um leitor de telas muito rústico que realizavas algumas tarefas, como ler informações dos contatos da agenda etc. E até pouco tempo, a acessibilidade em celulares era mínima e apenas alguns aparelhos como Moto X e Moto G da Motorola, Nexus da Google e Iphone da Apple tinham opções melhores de acessibilidade. Atualmente, o Android e o IOS estão com inúmeras opções de acessibilidade, e até o Windows Phone já começou a incluir recursos de acessibilidade como leitor de telas, ampliador, audiodescrição, legendas, opções de áudio diversas, conversão em texto do áudio do sistema, facilidade de navegação, entre outros aplicativos que podem ser baixados e configurados para realizar diversas outras tarefas.

Mas o grande problema ainda é o fato de a maioria desses recursos não vir habilitado ou instalado, o que dificulta para a pessoa com alguma deficiência ou necessidade especial, tendo em vista as dificuldades em mexer no dispositivo sem o auxílio dos recursos de acessibilidade. No meu caso, como deficiente visual (baixa visão), não consigo habilitar os recursos sozinha. Primeiro pelo fato de muitos fabricantes já terem realizado alterações, como no caso de aparelhos com sistema operacional Android, e terem desabilitado o Talkback (leitor de telas nativo), o que impede sua inicialização automática na primeira vez em que se liga o aparelho. E, por fim, a pessoa com deficiência visual, por exemplo, acaba dependendo de terceiros para instalar e/ou ativar o Talkback, quando é possível, pois muitas empresas excluem, desabilitam esta funcionalidade e fica muito difícil fazê-lo funcionar.

No caso do IOS, é mais simples habilitar o leitor de telas Voice Over, assim como os diversos recursos de acessibilidade existentes na aba acessibilidade nas configurações gerais do aparelho. Lá é possível habilitar fontes grandes, negrito, contraste etc., além do leitor de telas e audiodescrição para deficientes visuais. Também podemos mudar o áudio para mono ou habilitar recursos para aparelhos auditivos e legendas para surdos e deficientes auditivos. Outra possibilidade é habilitar o assistive touch e controle assistivo que auxiliam pessoas com mobilidade reduzida no controle e navegação.

Mas, como falei antes, nada disso vem habilitado e a pessoa com deficiência precisa pesquisar o dispositivo ou a internet para descobrir como deixar seu celular acessível.

Recentemente, encontrei a marca de celulares Doogee, uma empresa chinesa que está se instalando no Brasil e, durante o Congresso de Acessibilidade, enviei uma proposta sobre acessibilidade. Eles gostaram da ideia de tornar seus aparelhos acessíveis e, com isso, se dispuseram a oferecer dispositivos já configurados e habilitados com aplicativos e recursos de acessibilidade nativos do Android, como o Talkback, e instalados, como aplicativos de lupa, Libras, Braille, GPS etc., ou seja, o celular já vai pronto para o usuário. Fui convidada a testar seus aparelhos e tenho gostado bastante. Sempre há alguns pontos a serem relatados e melhorados, mas, no geral, estão conseguindo um bom trabalho e facilitando a vida das pessoas com deficiência.

Existem muitos aplicativos e recursos que ajudam as pessoas com deficiência, como por exemplo:

Escaner que converte texto em áudio; conversor de fala em texto (e-mail, SMS, texto etc.); GPS, que ajuda na localização, no direcionamento etc.; para chamar taxi, aumentar fontes, mudar teclado, melhorar visibilidade; navegação assistida; lupa; binóculos; leitores de tela; sintetizadores de voz; atendimento automático de chamadas; comando de voz para automatizar tarefas; ativar viva voz; leitor de livros; reconhecimento de cores, objetos, notas de dinheiro; pesquisa por voz; alarmes; aplicativos de Braille, Libras, aprendizado e muito mais.

Se você tem alguma sugestão de aplicativo, mande para nós, pois estamos enviando diversos relatórios, solicitações e indicações para a Doogee Brasil configurar os aparelhos já com o que há de melhor.

No futuro, estamos propondo que criem aparelhos diferentes, segmentando os recursos de acessibilidade por tipo de deficiência e necessidade especial, ou seja, celulares para deficientes visuais, auditivos, físicos, intelectuais etc.

Nenhuma empresa antes havia se preocupado com as pessoas com deficiência especificamente, então, o Congresso de Acessibilidade decidiu apoiar a iniciativa.

E, vale lembrar, que dá para usar o WhatsApp!

* Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com)

Sobre Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduada em Educação Especial pela UCDB.

Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Artigo: Você já planejou sua carreira para 2016?

* Por Dolores Affonso

É isso mesmo. Não é um erro de digitação, nem você leu errado! Estou falando do planejamento da sua carreira para 2016 sim. Se você deseja estar em um nível diferente, numa outra empresa, num cargo específico; ou seja, ter o sucesso que você quer em 2016, precisa começar a se mexer já!

Isso não significa que o ano de 2015 está perdido ou será só de planos; muito pelo contrário, será de planejamento e aplicação prática! Mas o planejamento tem que começar agora. Você deve saber que todas as empresas que não querem ficar “apagando incêndios” diariamente fazem planejamentos de curto, médio e longo prazos, que são revistos periodicamente e constantemente adaptados à nova realidade.

E você? Tem feito isso com sua carreira? Todo profissional que não quer ficar para trás e que tem objetivos definidos deve fazer o mesmo.

Você já deve ter ouvido falar que, num bom planejamento, as empresas avaliam o mercado, buscando oportunidades que possam aproveitar e ameaças que devem evitar e se avaliam internamente, observando as forças que precisam manter e as fraquezas que devem melhorar. Para isso, costumam usar a Matriz SWOT.

Para quem não sabe o que é, a Matriz SWOT – Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) – tem o objetivo de ajudar nesta análise e na construção de cenários para planejamento das ações.
Na gestão de carreira, com um coaching, é possível fazer o mesmo: planejar, construir cenários e realizar ações, alcançando os objetivos.

Para você entender melhor e começar já a aplicar as ferramentas de coaching para obter os resultados que almeja e estar no patamar que deseja em 2016, ou quem sabe ainda em 2015, compartilho uma das ferramentas mais poderosas: a Matriz SWOT.
Transportando a matriz empresarial para sua carreira, podemos considerar que:

Análise Externa: diz respeito ao mercado de trabalho, com suas oportunidades e ameaças. Neste contexto, você deve analisar e listar todas as oportunidades: novas posições na empresa, outras empresas, novos nichos, novas leis, ou seja, os movimentos do mercado. Com relação às ameaças, deve ficar atento aos concorrentes diretos e indiretos dentro da empresa e fora dela, mudanças na empresa, movimentos do mercado etc.

Análise Interna: diz respeito a você, seus pontos fortes e fracos. Deve ser muito sincero e crítico consigo mesmo nesta etapa, pois é preciso analisar-se com cuidado. Liste suas habilidades, competências, potencial, mas avalie também suas dificuldades e limitações em todas as áreas.

Após listar tudo isso, reflita sobre cada quadrante que combina:

Fraquezas e Ameaças: identifique como suas fraquezas, se combinadas às ameaças, podem prejudicar sua carreira e como você pode diminuir este impacto negativo. Trabalhe nas suas fraquezas, melhorando-as. Busque um novo conhecimento, uma nova habilidade etc.

Fraquezas e Oportunidades: desenvolva estratégias que possam minimizar os pontos fracos, juntamente com o aproveitamento das oportunidades. Busque crescimento, desenvolvimento, mudança.

Forças e Ameaças: tire o máximo proveito dos seus pontos fortes. Use-os para minimizar as ameaças. Utilize suas competências e habilidades.

Força e Oportunidades: aproveite ao máximo as oportunidades, sempre usando seus pontos fortes para potencializá-las.
Pense nisso, aplique e veja os resultados em sua carreira!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

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Artigo: Você é um colaborador vaca leiteira, estrela ou abacaxi?

* Por Dolores Affonso

Você já ouviu falar em Matriz BCG? Acredito que sim! Mas se você não sabe o que é, vamos lá! A Matriz BCG é uma análise gráfica desenvolvida por Bruce Henderson para a empresa de consultoria empresarial americana Boston Consulting Group, em 1970. Tem como principal objetivo analisar produtos com relação à sua participação de mercado, potencial, crescimento, desempenho etc., segmentando o portifólio de acordo com o ciclo de vida.

Toda empresa precisa saber a situação de seus produtos para decidir o que fazer, se investe neles ou tira do mercado. Parte do sucesso de uma empresa é compreender com exatidão sua situação de mercado para tomar as decisões corretas.

Mas você já ouviu falar em Matriz BCG de pessoas? Para analisar os colaboradores e embasar a tomada de decisão da liderança e alta gerência? Você já vai entender!

A Matriz BCG é dividida em duas partes:

– Participação de mercado: qual fatia de mercado este produto possui, principalmente se comparado aos concorrentes?

– Crescimento do mercado: qual o desenvolvimento deste mercado, taxas de crescimento, potencial etc.?

Dentro destas áreas, podemos observar os quadrantes: Estrela, Ponto de interrogação, Vaca leiteira e Abacaxi.

Agora pense: toda empresa precisa analisar muito bem um de seus maiores ativos: o capital humano! Por que não adaptar a Matriz BCG para analisar seu potencial, desempenho etc. e tomar a decisão certa de investir no colaborador ou “tirar do mercado” (demitir)? Parece estranho, não é mesmo? Mas não é!

Vamos redefinir as duas áreas principais da matriz:

Participação de mercado = Participação e Desempenho no trabalho: analisa-se o comportamento, força de trabalho, resultados, enfim, a participação individual e em equipe do colaborador e seu desempenho geral e específico.

Crescimento de mercado = Crescimento e potencial: analisa-se o crescimento do colaborador na organização, seu interesse em mudar, sua busca por conhecimento, suas habilidades e o potencial que ele tem.

Depois, divide-se nos quadrantes:

– Estrela: são colaboradores com alto desempenho, muitas habilidades e que estão sempre em busca de mudança, crescimento e desenvolvimento, gerando excelentes resultados. Precisam de grandes investimentos, pois buscam inovação, novas formações, tecnologias, são criativos e com espírito de liderança. Se bem aproveitados, podem se tornar colaboradores de altíssima performance, inclusive em segmentos específicos, e grandes líderes!

– Ponto de interrogação: são colaboradores conhecidos como problemáticos. Possuem baixo desempenho, mas inúmeras habilidades mal aproveitadas e estão sempre em busca de crescimento e desenvolvimento. Encontram dificuldades em gerar os resultados que a empresa precisa, mas, com investimentos, seja em treinamento, mentoring, coaching etc. podem se tornar excelentes profissionais! Por outro lado, se não forem bem orientados, podem se tornar abacaxis!

– Vaca leiteira: são colaboradores com excelente desempenho, muito tempo de carreira, mas que estão estagnados e não buscam novos conhecimentos, desenvolvimento de novas habilidades, crescimento e não inovam no dia a dia. Como geram ótimos resultados, a empresa costuma mantê-los. Se bem aproveitados, orientados e motivados, podem se tornar mentores e melhorar os resultados de profissionais como os “Pontos de interrogação”. E o mais interessante, é que podem ser muito beneficiados com a dinâmica, inovação e avidez por desenvolvimento do seu mentorado!

– Abacaxi: são colaboradores com baixo desempenho que não buscam crescimento, não inovam, não desenvolvem habilidades; ou seja, estão acomodados! Precisam de altos investimentos em formação, treinamento, motivação, mentoring, coaching etc. para tentar reverter o quadro. É possível, mas, na maioria das vezes, a empresa opta por investir naqueles com maior potencial de resultados e acaba por demiti-los.

E você, o que é? Estrela, Ponto de Interrogação, Vaca Leiteira ou Abacaxi? Ou melhor, o que você quer ser? Sempre é tempo de mudar!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

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Artigo: Líder – Coach ou mentor?

* Por: Dolores Affonso

Na atualidade, empresas competem globalmente por mercados, parceiros de negócios e até por colaboradores. Não basta mais ter um produto de qualidade ou uma campanha de marketing bem feita, é preciso pessoas certas nos lugares certos. O capital humano passou a ser o maior ativo de qualquer organização, e muitas pessoas me perguntam qual o principal diferencial que estas pessoas precisam ter.

Bom, pessoas precisam gostar de pessoas, lidar com pessoas e estarem prontas para esta nova realidade. Mas como as empresas podem obter as pessoas certas, ter colaboradores proativos, criativos e que gerem resultados?

Claro que gostar do que faz, ser remunerado de maneira justa e trabalhar num ambiente amigável faz diferença, e muita! Mas, além disso, é preciso aquele algo a mais, admiração pela organização, interesse pelas pessoas e consciência de suas responsabilidades. A equação parece complexa, mas é simples: pessoas capacitadas e satisfeitas = melhores resultados.

Estudos revelam que 80% das pessoas se demitem de seus líderes e não das empresas. Percebe-se, então, a importância do líder na gestão de pessoas, redução do turn-over, influência e satisfação dos colaboradores e, consequentemente, nos resultados organizacionais.

Empresas de sucesso precisam de lideranças efetivas! Para isso, é fundamental uma liderança diferenciada. E aí reside o maior problema das organizações: Lideranças efetivas! A maioria dos líderes ainda não se tornou um líder de fato. Normalmente, são líderes de direito, ou seja, são chefes, foram promovidos, estão numa posição de liderança, mas não sabem liderar.

E muitas organizações me perguntam como podem tornar seus líderes, líderes efetivos. Bom, isso não é fácil, claro, pois pessoas são únicas e não há uma receita de bolo para isso.

Com esta onda de termos e modismos, empreendedores, líderes e liderados se perguntam se o líder deve ser coach ou mentor. Eu acredito que os dois! Sim! Pense: Coach, segundo o IBC (Instituto Brasileiro de Coaching) é aquele que desenvolve capacidades e habilidades num processo de mudança através do desenvolvimento de competências pessoais, emocionais, comportamentais etc.

Neste processo, o coach, ou melhor, o líder coach, ajuda seus liderados a compreenderem-se melhor, a definirem seus objetivos, repensarem ou redescobrirem seus sonhos, a encontrarem seu espaço, a entenderem e aproveitarem seu potencial, habilidades, competências e a superarem suas limitações.

Já o mentor, orienta, acompanha, ensina desde competências e habilidades para as funções, melhores práticas e outros detalhes da função, das atividades e da organização, até a situações sobre sua carreira, posicionamento, formação. Muitas vezes, apoia em momentos difíceis e serve como exemplo e inspiração.

A grande diferença entre mentoring e coaching é que no coaching, o coach ajuda seu coachee a se descobrir, indicando reflexões, exercícios e pesquisas internas e externas para auxiliar no seu processo de autoconhecimento e mudança.
Já o mentor, ajuda seu mentorado indicando possíveis caminhos, ensinando “o caminho das pedras”.

Pense comigo: um líder deve ser capaz de realizar estes dois papéis em momentos específicos com seus liderados, não acha?

Organizações, transformem seus líderes e vejam seus resultados se transformarem! Pensem na fórmula: Liderança Efetiva = Gente Satisfeita = Clientes Satisfeitos = Resultados Extraordinários!

Líder, torne-se coach e mentor e transforme as pessoas ao seu redor, ao mesmo tempo em que transforma a si mesmo, sua carreira e a sua vida para melhor!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

Atendimento à imprensa:

Patrícia Arantes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
patricia@rztcomunicacao.com.br
Fones: (11) 5051-8142 e (11) 99873-6008

Artigo: O lado positivo e o negativo da tecnologia

* Por Dolores Affonso

Estou ministrando um curso de formação em tecnologias sociais para jovens e, nas conversas que temos durante as aulas, fica muito clara a dualidade das tecnologias.

Quando falo em dualidade, me refiro ao fato de a tecnologia ter dois lados: um positivo e outro negativo; um científico e outro social; um material e outro imaterial; um presencial e outro a distância e assim por diante.

A internet, as mídias sociais, os dispositivos móveis, os games e outras tantas tecnologias são bons exemplos disso.

A internet, ao mesmo tempo em que nos permite o acesso a um mundo cheio de novidades, informações, conhecimentos, entretenimento, ou seja, nos proporciona estudo, trabalho, diversão, relacionamentos etc. de qualquer lugar, com qualquer pessoa, a qualquer hora, também propicia diversos crimes. Bandidos e pessoas mal-intencionadas se aproveitam das facilidades, do acesso, da inocência ou descuido das pessoas para roubar, extorquir, praticar bullying, aliciar menores etc.

A mesma coisa acontece com as redes sociais, que nos colocam em contato com tantas pessoas, mas, ao mesmo tempo, nos tornam escravos, pois é preciso “curtir” o que seus amigos postam, compartilhar, estar atento o dia todo, ou melhor, o tempo todo, para não “perder” nada, nem ser excluído. Você precisa participar dos grupos do Facebook, do LinkedIn, curtir as páginas, estar no Whatsapp, no Viber, no Skype, no Wechat, no Instagram etc.

Os dispositivos móveis são uma panaceia neste contexto, pois permitem que tudo isso seja feito de qualquer lugar, a qualquer momento, na palma da sua mão. Por outro lado, você fica sempre “no ar”, disponível, pois ninguém quer mais “largar”… desligar o aparelhinho. As pessoas permanecem grudadas nele, mesmo quando está carregando!

É preciso que pais, educadores, psicólogos, pedagogos, empresas, governos e sociedade civil observem com mais atenção este fenômeno e vejam como isso vem afetando positiva e negativamente as pessoas.

Em casa, é preciso regras para que haja tempo para tudo: fazer as lições escolares, curtir a família, participar das decisões e afazeres domésticos etc. E isso vale para pais, mães e filhos!

Na escola, é preciso que haja uma maior utilização dessas tecnologias para que professor e aluno se compreendam e se relacionem melhor, além, é claro, de criarem novas formas e roteiros de estudos facilitados pelas tecnologias, inclusive as móveis. Isso pode melhorar a interação dos alunos, seu interesse pela escola e pelos estudos, seus resultados, sua saúde e até mesmo sua psique.

No trabalho, é necessário compreender que há tempo para tudo e que tudo pode ter um novo lado. Em vez de ser considerado um vilão da produtividade, a internet, os dispositivos móveis, os games etc. podem ser aliados das organizações, dos projetos, dos profissionais e promover maior interação e comunicação entre pessoas, departamentos, clientes, parceiros etc..

Um dispositivo móvel, como um smartphone ou um tablet podem ser lupas digitais, assistentes virtuais, leitores de tela, GPS, conversores de mídias (áudio, vídeo, imagem etc.), meio de comunicação, de transmissão de dados, informações, documentos e conhecimentos. Pode ser uma agenda incrível, uma lanterna, uma plataforma de gestão de projetos, de interação e comunicação interna, de aprendizagem a distância e muito mais! O potencial para as pessoas, as escolas, as empresas e a sociedade é ilimitado.

Recentemente, li uma reportagem sobre uma nova tecnologia de holografia que permitiria às pessoas se comunicarem de qualquer lugar do mundo como se estivessem frente a frente. Outra tecnologia muito interessante é a de materialização do som, ou seja, cada objeto, imagem, paisagem, pessoa etc. pode ser transformado em resposta por áudio que se converte numa “massa” de energia, mas que pode ser tocada.

Voltando à dualidade, imagine seu uso na medicina, na visualização de tumores, cirurgias etc? Salvaria muitas vidas! Mas imagine também, este uso no meio corporativo, escolar, social? Também salvaria muitas vidas! Por exemplo, poderia oferecer às empresas a possibilidade de analisar novos produtos, tocando sua forma num protótipo de massa de energia gerada por som. Poderia, ainda, oferecer a um aluno cego a possibilidade de sentir as formas dos objetos, das paisagens… Imagine uma criança cega descobrindo a forma de um vulcão, tocando na sua forma virtual?

Mas para saber usar as tecnologias a seu favor e a favor de uma sociedade melhor, é preciso estar pronto para isso. Você está?

A grande maioria não está preparada. De qual lado da tecnologia você está?
Sempre é possível contar com a ajuda de um profissional, como um consultor ou coach em novas tecnologias para novos fins e mudar o lado em que você está hoje.

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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Artigo: Todo mundo quer “direitos iguais”, mas estamos preparados?

* Por Dolores Affonso

Todos os dias escuto que os direitos são iguais, homens e mulheres, negros e brancos, idosos e jovens, cristãos e muçulmanos e assim por diante. O mesmo ocorre com os deficientes. Todos os dias lutam por seus direitos, pela igualdade, pela inclusão, mas será que estão preparados para isso? Para ter “direitos iguais”?

Você pode estar se perguntando o que quero dizer com isso. Logo irá entender! Mas acredite: a grande maioria não está preparada para os “direitos iguais”. Levando em conta que, mesmo os direitos sendo iguais, as oportunidades oferecidas às “minorias” ainda estão muito aquém da igualdade; e que mulheres, negros e tantos outros grupos excluídos, esquecidos ou renegados continuam sofrendo com a desigualdade, é importante estarmos preparados, seja para a “igualdade desigual” que vivemos, seja para a igualdade verdadeira que ainda é uma utopia no Brasil e em muitos países pelo mundo. Quiçá em todo o planeta!

Vejamos: negros continuam recebendo um salário menor que brancos, assim como menos promoções e ocupando menos posições de chefia ou destaque. Mulheres, a mesma coisa. Se forem negras, menos ainda. Se, além disso, forem deficientes, a situação fica ainda pior!

Bom, isso foi só para nos lembrar da realidade da “igualdade” em nosso país. Mas se ela realmente acontecesse… se tornasse realidade, você estaria preparado? Nós todos estaríamos preparados para abrir mão de determinadas “coisas”? Pense bem: algumas mulheres estariam prontas para abrir mão de um marido que as “sustente”? Alguns homens estariam preparados para abrir mão da sua posição de “provedor” e “marido” cuidado pela esposa, para assumir o papel de parceiro nos cuidados da casa, na educação dos filhos, como muitas mulheres assumiram a posição de coprovedoras no sustento da família ou até mesmo a posição de provedoras? Alguns negros estariam dispostos a abrir mão de declarar o “orgulho de ser negro” ou de compreender que, se possuem este direito, o mesmo deveria ser concedido aos brancos? Ou seja, se é considerado preconceito um branco andar com uma camiseta “orgulho branco”, “raça branca” etc. por que para o negro não?

São apenas alguns exemplos de situações e “coisas” que precisaríamos abrir mão para que os direitos fossem realmente aplicados de forma igualitária.

E os deficientes? Estão preparados para não serem mais os coitadinhos que todos precisam ajudar? Que o governo precisa “sustentar”? Será que estão prontos para assumir postos de trabalho como qualquer outra pessoa? Estão capacitados pessoal, profissional e emocionalmente?

Claro que muitos vão dizer: mas as cidades não estão preparadas… não possuem as mínimas condições de acessibilidade e usabilidade! As empresas não estão preparadas para nos receber! Sim, é verdade!

Mas neste mundo hipotético em que os direitos são iguais, a acessibilidade também seria uma realidade. Sendo assim, pense, se o mundo estivesse preparado para você, você estaria preparado para o mundo? Sem medo de viver, de cuidar de si, de buscar os seus sonhos? Você estaria apto a utilizar as tecnologias e ferramentas existentes? Teria capacidade de interagir com as pessoas?

Você diz que as pessoas não sabem se comunicar com um cego ou surdo, mas você sabe? Se você é cego, aprendeu Libras tátil para se comunicar com surdos? Você, surdo, aprendeu braille para se comunicar com um cego? Se sua resposta foi não para algumas dessas perguntas, então não está preparado para um futuro de direitos iguais! Pense nisso!

Para se preparar não é fácil, verdade, mas é possível. Coaching, cursos, capacitação, orientação, terapia etc. estão disponíveis, seja na rede pública, seja por empresas, ONGs ou profissionais que, assim como eu, buscam promover a autonomia das pessoas com deficiência em todos os níveis e setores da vida.

Prepare-se! Esteja pronto para o mundo em que você sonha viver!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.

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Artigo: Nova geração quer uma escola que a acompanhe e entenda

* Por Dolores Affonso

Quando fiz o primário, ginásio e o segundo grau, que até já mudaram de nome, estudávamos em salas físicas com carteiras, divididos por série, idade, turnos etc. Copiávamos do quadro negro em cadernos, fazíamos exercícios, líamos textos mimeografados e fazíamos provas assim também. Não estou reclamando, era o que tínhamos.

Em casa, era a mesma coisa: brincávamos na rua, de pique, jogávamos banco imobiliário e outros jogos de tabuleiro etc. Escrevíamos cartas para os amigos e paqueras. E tudo era maravilhoso! Muitos dizem que até mais saudável, mas não é isso o que importa aqui! O que quero dizer é que tínhamos na escola o que tínhamos em casa, na rua, na vida. Isso acontece hoje com você, com seus filhos, sobrinhos, alunos? Na maioria das vezes, não. É verdade! Observe!

Hoje, crianças e jovens têm acesso a tudo o que há de mais moderno em termos de tecnologias: computadores, tablets, smartphones conectados à internet. Eles se comunicam na velocidade da luz, utilizam diversos sistemas de áudio, vídeo, sociais, de compartilhamento etc. Suas vidas são em rede e tudo acontece em tempo real. Jogam pelo computador e outros dispositivos online com pessoas em qualquer lugar do mundo, comunicando-se de forma instantânea. Têm acesso a todo tipo de informação sobre qualquer assunto na palma da mão. E a escola acompanha estas mudanças? Reflete a realidade social em que vivem? Normalmente, não! Muitos pais e educadores reclamam que as crianças e os jovens de hoje não querem nada! Não gostam da escola, nem se interessam em estudar.

Se fosse você, ficaria interessado pelos estudos, com um mundo muito mais atraente do lado de fora da escola? Eu não!

A escola, não conseguindo se antecipar às tendências, precisa ao menos acompanhar as transformações sociais. Escolas, educadores, pais, governos e alunos precisam se unir na busca de soluções educacionais que atendam às necessidades dos alunos, aliando os objetivos educacionais aos instrumentos, ferramentas e critérios.

As inovações não devem ocorrer somente no uso de tecnologias, mas nos instrumentos e formas de promover o aprendizado, de avaliar o desempenho, de criar alunos mais autônomos e ativos no processo de ensino-aprendizagem e mais responsáveis neste processo.

Seguem abaixo alguns exemplos:

– O uso de novas formas de avaliação do aluno que não sejam focadas apenas na identificação e punição dos erros, mas no incentivo de posicionamentos mais críticos, fortalece a interação com as novas gerações que já se acostumaram a ser participativas em diversos processos em suas vidas.

– É possível usar novas ferramentas e metodologias, seja na construção e adaptação do currículo, ou no desenvolvimento dos momentos de aprendizado, como a gamificação. Não me refiro aqui ao uso de games ou jogos educacionais somente, mas da estratégia dos jogos, tornando as aulas mais desafiadoras, repletas de enigmas interessantes, de roteiros de aprendizagem em que o aluno pode escolher caminhos mais adequados e condizentes com seus estilos de aprendizagem, inteligências, experiências e conhecimentos prévios.

– Também é possível inserir os dispositivos móveis como notebooks, tablets e celulares como instrumentos de integração e aprendizado. Usar tecnologias que os alunos já conhecem, gostam e se sentem bem, ajuda a criar interesse pela escola.

– Os professores podem ter grupos em redes sociais, blogs, comunicadores instantâneos, listas de emails etc. O uso conjunto de blogs, canais de vídeos produzidos pelos próprios alunos e compartilhados, alia a vida física à virtual dos alunos.

– Aplicativos de comunicação, de gravação e edição de áudio, vídeo, imagem, texto, de compartilhamento, de segunda tela, fóruns, blogs, games, segunda vida, wikis, aliando pesquisa, criatividade e interação ao conteúdo, objetivos e instrumentos inovadores de avaliação.

– Outra proposta é não dividir os alunos em salas, séries, idade, mas unir diversos alunos para que um aprenda com o outro, interaja, compartilhe, ensine. Trabalhar por temas e não por série. Já há escolas sem paredes, sem professor, que reúnem educadores e educandos num mesmo espaço educativo. Diminuir a distância entre educador e educando, mudar o foco do repasse massivo de conteúdos para a construção colaborativa do conhecimento, mudar os instrumentos e critérios de avaliação por formas de compartilhamento de resultados e desempenho em grupo, junto a um atendimento personalizado.

Não parece fácil, e não é a realidade na atual situação do Brasil, mas é um caminho que pode transformar a educação, a vida das pessoas e a nossa sociedade. Tudo começa no planejamento educacional, na adaptação do currículo, no desenvolvimento e implementação dos projetos educacionais, dos “planos de aula” e da ação do educador e termina, quer dizer, não termina. É só o começo, uma semente que devemos plantar para as novas gerações.

Sei que as escolas, os educadores e até a sociedade ainda não se sentem preparados para acompanhar tantas mudanças, mas será que estamos preparados para “perder” toda uma geração, até nos sentirmos prontos para compreendê-los e atender suas necessidades?

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).

Dolores Affonso

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional e professora. Ajuda pessoas a superarem suas deficiências e limitações, alcançando autonomia, liberdade e sucesso para viverem uma vida plena.

Especialista em Marketing pela FGV e em Design Instrucional para EaD pela FACEL, é graduada em Administração de Empresas e pós-graduanda em Educação Especial pela UCDB. Diretora Executiva da Affonso & Araujo Consultoria, desenvolve e ministra cursos, disciplinas e consultorias em Marketing e Empreendedorismo Digital, RH, Design Instrucional, Acessibilidade, Novas tecnologias e Inclusão para diversas empresas. É membro da ANATED – Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, da ABRADI – Associação Brasileira de Desenho Instrucional e do Programa Rompendo Barreiras da Uerj.