Artigo: 7 erros fatais dos empreendedores iniciantes

*Por Erik Penna

Várias pesquisas apontam que um dos maiores sonhos do brasileiro, é abrir o próprio negócio. Ao abrir a empresa, descobre que apenas dedicação não resolve, pois é preciso ter alguns conhecimentos para que o sonho não vire um pesadelo.

Um dado preocupante do IBGE (set/2016) diz que, de cada 10 negócios abertos no Brasil, 6 fecham antes de completar 5 anos.

Enumero abaixo os 7 maiores erros cometidos pelos empreendedores novatos:

1- Plano de negócios

ERRO: Deixar de pesquisar o mercado, as ações da concorrência e não estabelecer objetivos bem definidos.

DICA: Antes de abrir as portas, faça uma pesquisa criteriosa sobre tudo que cerca o negócio e trace metas quantitativas claras para não começar com o pé esquerdo.

2- Clientes

ERRO: Não planejar a comercialização. Uma coisa é ter uma boa ideia, outra coisa é saber como encontrar o cliente. A escassez de clientes costuma ser fatal.

DICA: Se o cliente não vem, não fique esperando, seja proativo e vá em busca dele. Distribua panfletos, promova eventos, faça parcerias, divulgue na internet, visite empresas e órgãos públicos. É preciso “cacarejar”. Não adianta colocar um outdoor no porão. Faça os outros descobrirem seu ponto de venda.

3- Finanças

ERRO: Misturar as contas da empresa com as finanças pessoais. Colocar tudo na mesma gaveta é um perigo enorme!

DICA: Separe as contas. Crie um fluxo de caixa pessoal, outro da empresa e uma planilha relacionando todas as contas a pagar e receitas. Corte seus custos. E, a partir daí, vá renegociar as dívidas com as instituições financeiras e fornecedores.

4- Burocracia

ERRO: Não estudar o melhor regime tributário, não saber as obrigações fiscais a serem cumpridas e deixar de lado alguns controles internos.

DICA: Identificar o melhor tipo de regime tributário para o negócio, saber os impostos a pagar e incluir isso no cálculo de custo do produto, para trabalhar pagando o menos possível de impostos, mas dentro da lei. E, providenciar alguns relatórios com os registros de entradas e saídas de estoque e recursos é algo primordial, pois isso poderá nortear para as decisões e o rumo do negócio.

5- Capacitação

ERRO: Não reservar um tempo para a melhora contínua. Aprender com os próprios erros custa caro e, ás vezes, quando se percebe é tarde demais.

DICA: Qualificação própria e da sua equipe. Participe de cursos e treinamentos de temas como gestão, vendas, finanças, assim, você se capacita e aprende com os erros dos outros. Isso é mais fácil e barato.

6- Diferencial

ERRO: Ser mais do mesmo. O pequeno empreendedor fica tão envolvido na correria cotidiana, só dedicando tempo para as atividades operacionais, que normalmente se esquece das ações estratégicas da empresa.

DICA: Reserve um tempo para pensar no futuro do seu negócio, mesmo que seja 30 minutos por semana, mas pare para refletir sobre qual será sua próxima inovação e diferencial perante a concorrência.

7- Mitos

ERRO: Achar que vai trabalhar menos e que não terá patrão. Tem sim, o cliente é o patrão do empresário. Cuidado, às vezes, ele não perdoa uma única falha.

DICA: Se prepare para trabalhar muito, mas é extremamente motivador e recompensador perceber os resultados aparecerem. Esse é o grande gás do empreendedor, mudar a vida dele e a dos outros para melhor.

O que podemos concluir das dicas acima é que precisamos mudar um pouco a cada dia. Imagine você mudando apenas 5 centímetros a sua direção. Em 30 dias o seu caminho será completamente outro.

Não tenha tanto medo das tempestades, afinal, são os mares bravios e agitados que costumam formar os melhores marinheiros.

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

Sobre o palestrante motivacional Erik Penna

 É palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”, “O Dom de Motivar na Arte de Educar” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

Site: www.erikpenna.com.br

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 Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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Fones: (11) 5051-8142 / 99873-6008

Artigo: Uma mensagem de força e motivação

*Por Erik Penna

Se você enfrenta nesse momento um período de grande tempestade em sua vida, esse texto é especialmente pra você. Pode ser que esteja passando por um problema de saúde, uma dificuldade financeira ou conjugal, um problema de família ou, ainda, desemprego. Seja a turbulência que for, preste atenção no trecho a seguir do livro mais vendido do planeta:

 “Subiu Ele à barca com seus discípulos. De repente, desencadeou-se uma tempestade tão grande, que as ondas quase cobriam a barca. Jesus, no entanto, dormia. Os discípulos achegaram-se a ele e o acordaram dizendo: “Senhor, salva-nos, nós estamos perecendo”. E Jesus perguntou: “Homens de pouca fé, por que tens medo? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria”.

O trecho acima descrito é, na minha opinião, uma das passagens mais lindas da Bíblia e muito tem a nos ensinar e fortalecer. Primeiro, ao transcrever que Deus está no barco conosco, ou seja, nesta vida jamais estaremos sós ou desamparados, se ao lado Dele estivermos.

Precisamos saber também que, se Ele está conosco, devemos dividir com Ele as coisas boas que ocorrem em nossa vida e sermos gratos por isso. Mas, se por ventura, algo em nossa vida nos abate profundamente, aí sim, esta mensagem nos acalenta e nos diz muito.

Sabe aquele problema que não lhe sai da mente, que tanto lhe aflige e que parece sem solução? Pois é, neste momento, a palavra de Jesus nos apascenta e contagia positivamente.

Quando nossa vida parecer o barco na tempestade, sofrendo com a intensa chuva, com a enorme tempestade, com os raios e trovões que insistem em cair em nossa direção, já sentindo o barco balançando intensamente, quase virando…Paremos! Paremos e lembremos que Jesus está no barco conosco e isto significa que, por mais difícil que seja a sua atual situação, pode a chuva atormentar, o relâmpago trovejar, a tempestade não parar, o barco balançar, mas saiba que jamais ele há de virar.

Essa é a força, a confiança, a tranqüilidade e o conforto que Jesus nos deixa com este brilhante trecho bíblico e que nunca esqueçamos do Senhor, tanto nos momentos felizes, como nas horas de tormenta do cotidiano tão turbulento e agitado. E entenda que são os mares bravios e agitados que costumam formar os melhores marinheiros.

Da mesma maneira que Jesus acordou e acalmou a tempestade diante dos discípulos, tenha certeza que Ele está com você no barco da sua vida, e jamais deixará seu barco virar.

Mude um pouco a cada dia. Imagine você mudando em apenas 5 centímetros a sua direção. Em 30 dias o seu caminho será completamente outro. Faça a sua parte, pois Ele já começou a fazer a parte Dele. Esteja certo de que, com Deus, no final tudo dará certo. E se, por acaso, julga que algo não está certo, é porque ainda não chegou no final, pois no final, com Deus, tudo dá certo! E lembre-se sempre que …DEUS está no barco com você!

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

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É palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

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Artigo: Como melhorar o atendimento investindo bem pouco

*Por Erik Penna

Você já foi mal atendido em alguma loja? Saiba que isso é muito comum e, por isso, as pessoas valorizam cada vez mais um atendimento de excelência.

Uma pesquisa feita pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios revelou que 61% dos clientes afirmaram que o bom atendimento é um fator mais relevante do que o preço. Curiosamente, o povo brasileiro tem a fama de acolher bem as pessoas, mas na hora de tratar o cliente, a fama é das piores.

A seguir, confira 5 passos simples e de baixo investimento que podem melhorar o atendimento de um estabelecimento comercial:

1) Tripé Básico do atendimento

– Cliente se aproximou, pratique o olho no olho;
– Acolha com um sorriso no rosto;
– Inicie o diálogo com uma saudação animada.

E, se quiser arrasar, chame o cliente pelo nome. Atitudes tão básicas, mas que muitos atendentes esquecem de utilizar no dia a dia.

2) Atue como um médico

Ao invés de ficar falando, oferecendo produtos e tentando empurrar produtos, prefira fazer como um bom médico faz, ou seja, pergunte para entender exatamente o que o cliente precisa, para só depois sugerir algo. É preciso entender para depois atender. Pratique a escutatória.

3) Espelhamento

Atenda o cliente como você gostaria de ser atendido. Certo ou errado?
Trabalhe o RAPPORT. Pratique o espelhamento, ou seja, descubra a forma que o cliente prefere ser atendido e, se possível, faça dessa forma.

4) Avalie o atendimento

Eis aqui uma peça chave para que o atendimento melhore. Várias pesquisas apontam que, pessoas que estão sendo avaliadas, tendem a render mais e melhorar a sua performance. Por isso, arrume uma forma do cliente avaliar o colaborador que faz o atendimento.

Outro dia, vi dois casos: uma farmácia de bairro que colocou uma máquina eletrônica para o cliente clicar e dar a nota do atendente e o de uma lanchonete, num posto de combustível, que colocou um banner com um número de celular para o cliente enviar por mensagem a nota para o atendimento. Atitudes fáceis, baratas e que geram resultados extraordinários.

Na avaliação do atendimento, ocorrem, ainda, dois grandes benefícios, além da melhora no atendimento:

a) Você consegue identificar quem atende bem e mal e, principalmente, pode reter o talento que atende bem, afinal, não se pode perder esse funcionário que encanta o cliente.

b) Existe a oportunidade de treinar quem atende mal para que ele possa voltar a realizar bons atendimentos na empresa.

5) Líder educador 

Uma gestão de excelência precisa focar no resultado financeiro, mas esse lucro só vem se, antes disso, for prestado um atendimento mágico ao cliente. Neste caso, a empresa precisa contar com uma equipe engajada, satisfeita e motivada. E isso só acontece se houver líderes educadores, que são aqueles que lideram pelo exemplo, valorizam o capital humano e inspiram e transformam pessoas e resultados.

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

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É palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

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Erik Penna lança obra voltada para os profissionais da educação

Reunindo quatorze de seus melhores textos e, voltada para os profissionais da educação, o professor e especialista Erik Penna lança a obra: “O Dom de Motivar na Arte de Educar”.

Neste livro, o especialista faz reflexões sobre sua vida e a escola e gera alguns questionamentos para os profissionais:

 – Quais as principais atitudes do educador de alta performance?

– Qual o impacto da comunicação no processo ensino-aprendizagem?

– Como reverter a desmotivação no trabalho?

– Quais as linguagens do amor que norteiam os relacionamentos?

– Qual a importância do afeto na prática pedagógica?

– Como o bom humor pode maximizar seus resultados?

– Quais as ações que contribuem para transformar sonhos em realidade?

Dessa forma, o livro tem o intuito de fazer o profissional buscar por estas respostas e atuar de forma motivadora para promover a pedagogia com excelência.

Ficha Técnica:

Livro: O Dom de Motivar na Arte de Educar

Autor: Erik Penna

Editora: Gráfica e Editora Santuário

Formato: 14 x 20,5 cm

ISBN: 978-85-920497-2-0

Número de páginas: 88

Valor: R$ 30,00

Onde comprar: www.professorerikpenna.com.br

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Artigo: Se quiser ser líder, não foque no preço, invista em qualidade

*Por Erik Penna

Muitos empreendedores já partilharam comigo uma dúvida cruel na hora de vender: é melhor focar no preço ou na qualidade? Em tempos difíceis na economia, como agora, é comum perceber empreendedores com a seguinte dúvida: é melhor apostar na qualidade ou no preço baixo?

Destaco abaixo dados de uma pesquisa realizada pela na AC Nielsen, onde revela que o preço é, sem dúvida alguma, importante. No entanto, outros três fatores prevalecem na hora do cliente decidir pela compra de um determinado produto ou serviço:

1- Conveniência: a cada dia que passa o cliente quer mais facilidades, então, entregue essa comodidade a ele e não precisará reduzir seu preço, pelo contrário, poderá agregar valor e cobrar mais por isso. Um bom exemplo disso aconteceu comigo. Eu sempre tinha que levar e buscar nossa cachorrinha Laila no pet shop. Certo dia, apareceu uma outra loja com um serviço diferenciado e mudei para eles. Agora, marcamos o dia, horário e o carro do pet shop passa em casa, leva a Laila, dá o banho, faz a tosa e entrega em casa. Além disso, informam sobre as vacinas, quando ela precisa tomar e, uma vez por mês, trazem a máquina do cartão e pagamos tudo junto. Invisto 20% a mais, mas estou satisfeito pela comodidade oferecida.

2- Confiança: quando confiamos na empresa ou no profissional que nos atende ficamos mais dispostos a pagar um tanto a mais. Pude ver isso quando um amigo contou que precisava fazer uma cirurgia ocular de catarata. Ele comentou o valor que estava pagando e um outro colega mencionou que conhecia um médico recém-formado, que poderia fazer pela metade do preço, e ainda parcelava em dez vezes. Meu amigo não aceitou e disse que preferia pagar um valor maior e operar com quem ele conhecia e confiava.

3- Qualidade: Quando valorizamos a qualidade do produto ou serviço prestado com um atendimento de excelência, pagar um pouco a mais vale muito a pena. Me lembro de uma vez que acompanhei minha esposa numa compra de supermercado. Quando paramos na gôndola para pegar uma papinha para nossa bebê, vimos algumas opções com preços variados e ela disse: “Sem dúvida alguma, vamos optar pela melhor marca e qualidade para nossa filha, afinal, ela é nossa joia preciosa”. Repare: pagamos 40% a mais pela qualidade reconhecida da empresa que fabrica aquele item.

E, pesquisando a respeito, descobri que as empresas que focam em qualidade costumam se tornar líderes. Pare um minuto para pensar as marcas que você consome ou conhece, que são líderes de mercado e vendem essencialmente qualidade. Aposto que vai se lembrar de diversas empresas líderes e marcas famosas.

Agora, tente enumerar quantas marcas você conhece que são líderes nacionais de vendas e são as marcas mais baratas do Brasil. Fazendo tal exercício, percebi que é muito raro ver uma empresa ser a mais barata e, ao mesmo tempo, líder de vendas.

Portanto, não abaixe o preço! Melhore os argumentos e apresente seus diferenciais.

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

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Encantar e surpreender clientes são as práticas ensinadas por Erik Penna em seu novo livro

O consultor e especialista, Erik Penna, lança seu novo livro “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes”. Voltado para vendedores que desejam aprimorar o atendimento aos seus clientes, a obra divide-se em três partes: a primeira é centrada em como atender melhor, a segunda focada em motivação de pessoas e a terceira é sobre como vender mais.

Composto por reflexões e dezesseis dos melhores textos escritos por Erik Penna, o livro apresenta diversas práticas para desenvolver a cultura do encantamento ao cliente. Além disso, conta como toda equipe pode, não apenas atender pessoas, mas sim, surpreendê-las através de um trabalho realmente diferenciado e mágico, que conquista e fideliza o consumidor.

Para explicar da forma mais didática possível as técnicas de atendimento para o leitor, o livro apresenta os seguintes tópicos:

– Onde começa a excelência?

– Qual é o tripé básico de um atendimento mágico?

– Um atendimento encantador pode mesmo fidelizar clientes?

– Quais são os passos para implementar e manter um atendimento de alto nível da equipe?

– Como fazer do atendimento uma vantagem competitiva?

– Quais são as atitudes que podem transformar sonhos em realidade?

– Por que um bom vendedor atua como um ótimo médico?

– Quais são os 10 mandamentos dos campeões?

Seja para treinar a equipe de vendas ou melhorar as próprias práticas profissionais, “Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes” é uma leitura fundamental para aprimorar os conhecimentos e conquistar de vez os consumidores.

Ficha técnica:

Livro: Atendimento Mágico – Como Encantar e Surpreender Clientes
Autor: Erik Penna
Editora: Gráfica e Editora Santuário
Formato: 14 x 20,5 cm
ISBN: 978-85-920497-1-3
Número de páginas: 112
Valor: R$ 30,00 + frete
Onde comprar: www.erikpenna.com.br

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Artigo: A fórmula de sucesso do empreendedor em cinco passos

*Por Erik Penna

O ano começa e muitas pessoas resolvem abrir seu próprio negócio. Mas vale um alerta: recentemente, o IBGE divulgou uma pesquisa onde revela que, de cada 10 empresas abertas no Brasil, 6 fecham antes de completarem 5 anos.  É triste saber dessa realidade, ainda mais pelo fato de que 99% das empresas no brasil são micro ou pequenas.

Segundo o Sebrae, os principais motivos para a taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas são: planejamento ineficaz, qualificação inadequada, falta de recursos financeiros, burocracia excessiva e escassez de clientes.

Há o empreendedor que abre o negócio porque identificou uma oportunidade e outro que abre apenas por uma necessidade à medida que ficou sem seu emprego formal. Em 2016, ultrapassamos a marca de 12 milhões de desempregados e isso desencadeia um número impactante na abertura de microempresas. Segundo dados da revista PEGN, a taxa de empresas abertas por necessidade passou de 29% para 44%, voltando ao patamar de 2007. Isso se torna um grande risco para a sobrevivência do negócio.

Analisando este cenário, desenvolvi uma fórmula, em 5 passos, que pode ajudar quem está pensando em empreender e também balizar as ações do empreendedor que luta contra a crise, mas não sabe aonde pode estar errando.

1- Paixão

“Encontre um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um único dia em sua vida.” (Confúcio)

Quando amamos o que fazemos, engajamos as pessoas ao nosso redor, o esforço é maior, os problemas transformam-se em etapas e os resultados sempre parecem mais próximos.

Sim, há grandes investidores que ganham muito dinheiro comprando e vendendo empresas sem amar o negócio, mas como vimos acima que, quase a totalidade das empresas brasileiras é formada por microempresários, vale a pena levantar todo dia e batalhar pelo que realmente se ama.

Mas só paixão não garante a sobrevivência, é preciso outro “P”.

2- Planejamento

Cuidado para não ficar tão envolvido no operacional (corre-corre cotidiano) e se esquecer do planejamento, traçar os próximos passos da empresa. Outro mito e um erro comum nos empreendedores por necessidade, é que muitos deles abrem e quebram em seguida, pois pensavam que iam trabalhar menos e que não teriam patrão. O patrão da empresa é o cliente e, às vezes, não perdoa uma única falha.

Planejar as finanças: muitos nem fazem a separação do dinheiro da empresa do pessoal. Precisou de uma grana, abre a gaveta da empresa e pega sem nem mesmo fazer os lançamentos das retiradas.

Antes de abrir o negócio, pesquise muito, estude a concorrência, o ponto que pretende abrir, as opiniões dos clientes e aprenda com os erros dos outros, pois é mais rápido e barato. E muito cuidado! Certa vez, Benjamim Franklin disse: “Quem falha em planejar, planeja falhar”.

3- Possibilidades

O sucesso de ontem não garante o de amanhã, ou seja, cuidado quando o negócio começa a decolar, pois a tendência é cair na zona de conforto e isso pode ser fatal.

O ciclo de vida de um produto passa pelos estágios de introdução, crescimento, maturidade e declínio. Portanto, reinventar-se é uma variável vital para se manter atuante num mercado cada vez mais competitivo e inovador.

Como exemplos, veja o caso da AIRBNB, fundada em 2008 em plena crise e, hoje, vale mais de 100 bilhões de reais. E a empresa Americana UBER, fundada em 2009, que já vale de 200 bilhões de reais, mais que a GM, FORD e Petrobras?

No Brasil, 77% das empresas listadas entre as 500 maiores em 1973, já desapareceram dessa relação.

E quem é responsável pelos passos 1, 2 e 3 que citamos acima? O “P” mais importante: Pessoas.

4- Pessoas

São as pessoas certas, nos lugares certos e motivadas que têm o poder de multiplicar um negócio.

Muitas vezes, o pequeno empreendedor começa sozinho ou com a ajuda de familiares, mas à medida que vai crescendo, precisa de gente para cuidar dos processos e dos clientes. Essas pessoas precisam conseguir manter a trajetória da organização, mas a baixa qualificação, desconhecimento da cultura da empresa e o não engajamento total, as tornam ineficazes, desmotivadas e o resultado pode ser desastroso.

Segundo Jim Collins, autor do livro “Empresas feitas para vencer”, o maior ativo de uma organização não são as pessoas, são as pessoas certas. Reflita sobre quem você tem ao seu lado e quanto isso pode comprometer o desempenho de sua empresa.

São as pessoas que vão te ajudar a conquistar clientes, agigantar o seu negócio, portanto, cuide da sua equipe com o mesmo zelo e carinho como imagina cuidar dos clientes externos.

5- Resultado

A observância e o monitoramento das variáveis acima são cruciais para a sobrevivência das empresas, principalmente para os micro e pequenos empreendedores no Brasil.

É utópico afirmar que se trata de uma fórmula que garante o sucesso, mas uma coisa é certa: irá minimizar os riscos e maximizar as chances de sucesso, ou menos alertar quem mais precisa. A fórmula “P + P + P X P = R” se trata de um ótimo raio “x” para o seu negócio. Pense nisso!

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Artigo: Avaliação escolar: o peso de uma nota na vida do aluno

*Por Erik Penna

“Poderão esquecer o que você disse, mas jamais irão esquecer como os fez sentir.” (Carl W. Buechner)

Hoje quero compartilhar uma grande decepção que vivenciei na escola, causada por uma atitude insensível, nada construtiva, tomada por um professor de biologia, que serve como alerta para o bom professor na hora de avaliar e dar a nota de uma prova, principalmente se a nota for tão decisiva.

Sempre fui um aluno muito estudioso, raramente me ausentava da escola, fazia as tarefas de casa sozinho e em vários anos fui selecionado como o melhor aluno da turma.

Geralmente, o dia da formatura é cercado de intensa alegria, onde permeia um sentimento de que o esforço valeu a pena, uma sensação maravilhosa por compartilhar a conquista com os familiares que mais ama.  Mas, infelizmente, comigo não foi assim.

Era dezembro, o quarto bimestre sendo fechado e eu já havia conseguido quase todas as notas suficientes desde o terceiro bimestre, exceto em biologia. Eu precisava de uma nota cinco para atingir os vinte e oito pontos que me qualificariam a concluir o então terceiro colegial, atualmente chamado de ensino médio. Estudei e fui confiante para a última prova marcada para o início de dezembro, na realidade a avaliação da disciplina biologia era dividida em duas provas, de professores diferentes, que valiam cinco cada uma.

Na semana seguinte recebi a nota e eu precisava de cinco na somatória das duas avaliações. Na prova de um professor tirei nota quatro e, com isso, precisava apenas de mais um ponto na prova do outro professor. E foi aí que começou minha decepção. Olhei a nota e não acreditei, pois o professor me conferiu a nota 0,5, ou seja, fiquei com um total de 4,5 e, por meio ponto, não passei direto e teria que enfrentar a recuperação.  Até aí tudo bem, faz parte.

Fui olhar o calendário da recuperação de biologia e descobri que a prova havia sido marcada para um dia após a formatura. Me dirigi ao professor que me deu nota baixa, com todo meu histórico escolar e argumentei tudo isso. Perguntei a ele se eu poderia rever a nota ou, de alguma forma, considerar meio ponto a mais ou pelo menos antecipar a prova para eu poder ir para a formatura com a nota final decidida. De uma forma soberba e autoritária ele negou veementemente. Disse, ainda, que aquela nota era construtiva, para eu aprender a estudar.

Sabe qual foi o resultado disso? Imagine a seguinte cena: chegou o dia da formatura, eu estava lá no palco, ao lado dos demais alunos formandos, e o teatro da cidade totalmente lotado de amigos e familiares. Ao final da cerimônia, o diretor da escola entregou um canudo com o diploma para cada aluno, e os alunos deveriam pegar e entregar aos pais que os esperavam na descida da escada do palco. E este era o auge da cerimônia, a alegria dos alunos e o entusiasmo dos pais era marcante e fascinante. Chegou a minha vez, chamaram meu nome, o diretor entregou um canudo lacrado e eu fui ao encontro dos meus pais e, na frente deles, entreguei este objeto ao meu pai, meu eterno herói. Ele abriu e, para sua surpresa, encontrou apenas uma folha de sulfite em branco, ao invés do certificado de conclusão e histórico escolar. O olhar dos meus pais falou tudo e, enquanto todos sorriam e comemoraram, fui embora para casa deprimido e chorando por não ter conseguido celebrar a vitória naquele dia. Foi um dia triste e lamentável.

Dias depois, fiz a prova e consegui a nota que me qualificava. Mas já não havia clima, nem festa de comemoração e, sim, frustração. Fiquei por muito tempo pensando, no peso daquela nota, sua consequência lastimável e na atitude daquele professor. Será que foi mesmo de fato tão construtiva e estimulante como ele disse? Hoje, posso afirmar que esqueci quase tudo que o professor Luciano me ensinou sobre o sexo das plantas, mas jamais irei esquecer como ele me fez sentir no dia da minha formatura.

Por isso, reforço a importância da atuação dos professores na vida dos alunos, que podem deixar bons ou maus exemplos de acordo com as condutas adotadas.

Uma postura extremamente inflexível por parte do professor educa ou traumatiza? Vale a reflexão!

* Erik Penna é professor, palestrante motivacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Saiba mais no site: www.professorerikpenna.com.br

 Sobre o palestrante motivacional Erik Penna

 É professor, palestrante motivacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

Site: www.professorerikpenna.com.br

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Patrícia Arantes – RZT Comunicação
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Artigo: 5 atitudes positivas do educador de alta performance

*Por Erik Penna

Qual a profissão que forma todas as outras? Sem dúvida alguma a do professor.  E não é incrível como este profissional é muito reconhecido em alguns países e tão pouco valorizado no Brasil? Já parou para pensar a importância gigantesca dos professores na vida das pessoas?

Como pode um país se desenvolver verdadeiramente sem antes passar por uma transformação na educação? E o principal ator, o protagonista, é o professor, aquele que faz a coisa acontecer lá na ponta, na escola, com os alunos e toda a comunidade escolar.

Portanto, este profissional deve ser valorizado não apenas no discurso, mas de fato com uma formação continuada de qualidade, apoio e reconhecimento perene da liderança, bem como uma remuneração que espelhe o papel significativo na vida dos alunos.

Enquanto isso não ocorre, consigo ver nas andanças e palestras que apresento por todo o Brasil que, mesmo com todas estas lacunas, alguns educadores  continuam a fazer a diferença na vida das pessoas.

Enumero a seguir 5 atitudes que admiro nos educadores de alta performance:

1) Alegria e paixão

O grande educador Paulo Freire dizia: “Só desperta paixão em aprender quem

tem paixão em ensinar”. Um professor sem alegria não conseguirá agigantar os resultados dos seus alunos. O processo ensino-aprendizagem apresentará um melhor resultado quando for executado com prazer, paixão e alegria por parte dos alunos e educadores.

“Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade” (Georges Benanos).

2)  Aprimoramento contínuo

O educador de alto desempenho compreende seu papel de mediador que desperta a interatividade. Isso não ocorre através de um monólogo arcaico, mas de uma maneira moderna, participativa e interativa de compartilhar o conhecimento, dentro e fora da sala de aula, e com a relevância de que o aprimoramento contínuo exerce nesta hora. E, ainda, a partir desta evolução, conseguir com que a comunicação seja pensada como a arte de ser entendido, ou seja, não adianta falar ou passar a matéria, pois o que realmente importa é o que o aluno entendeu. A comunicação será mais efetiva quando for tão interessante para quem fala quanto para quem escuta.

Um amigo disse algo que todo colega professor também deveria refletir:

“Quer piorar? É só parar de melhorar”.

3) Motivação

Você sabia que 74% dos professores estão desmotivados com a profissão? É o que revela um estudo realizado pela Comunidade Internacional de Cooperação na Educação com professores de 11 estados do Brasil, mais o Distrito Federal. Não é fácil se motivar quando há gestores escolares ausentes, alunos desinteressados e a falta de comprometimento de alguns líderes com o piso salarial, plano de carreira e remuneração por desempenho. Mas o professor de alta performance atua motivado mesmo assim, afinal, atua pensando na sua missão de vida, se realiza na função de transformar a vida das pessoas.

A motivação é fundamental, pois sem ela, os dons mais raros de um professor se tornam estéreis.  Paulo Freire dizia que a educação necessita tanto de formação técnica como de sonhos e utopia.

4) Humildade

É preciso reconhecer que não se sabe tudo, que é preciso aprender a aprender para, só depois, ensinar com excelência.

Tive o prazer de fazer um curso internacional sobre liderança na universidade de Tampa – Estados Unidos, e percebi que os professores estimulavam constantemente os alunos a fazerem perguntas. Os questionamentos eram respondidos ou compartilhados com os demais alunos para auxiliar na construção da resposta. O mais impressionante é que, por diversas vezes, os professores, mesmo sendo PhD’s, respondiam: “Não sei a resposta. Vou pesquisar e depois lhe envio”. Esse procedimento é bem diferente em relação a alguns professores no Brasil. Meu irmão comentou que, enquanto ele cursava a faculdade de Direito, um de seus professores dizia: “Comigo ninguém tira nota dez e metade da sala vai para a recuperação”. Então, que nota poderia receber um professor desses? Quanta soberba e tamanha falta de humildade?

Pense: Qual foi a última vez que você admitiu um erro ou respondeu “não sei” para algum questionamento de seu aluno?

5) Avaliação

Sábio é o professor que:

– Encontra formas diferentes e criativas para avaliar seus alunos e não apenas através de uma prova escrita, muitas vezes fria e cheia de pegadinhas. Ele tem a consciência de que uma prova é um indicador que mensura não apenas o aluno, mas também, o próprio professor.

– Não utiliza a avaliação como forma de punição como, por exemplo, reprovar um aluno porque ele é deselegante ou mal-educado com ele.

– Mesmo com tantas dificuldades e razões para desistir, decide ofertar verdadeiramente o melhor de si e, mesmo diante de tantas adversidades, inspira e transforma pessoas e resultados.

E, se mesmo ao empregar todas estas atitudes, além de todo esmero e empenho, os alunos não o reconhecerem hoje como um mestre, anote no coração esta frase tão consoladora, verdadeira e motivadora de James Hunter: “O mestre surge quando o discípulo estiver preparado”.

* Erik Penna é professor, palestrante motivacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Saiba mais no site: www.professorerikpenna.com.br

 Sobre o palestrante motivacional Erik Penna

É professor, palestrante motivacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

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Artigo: Atenda ao cliente como você gostaria de ser atendido. Certo ou errado?

*Por Erik Penna

Certa vez, estava trabalhando numa capital do nordeste brasileiro e, ao término da minha palestra motivacional de vendas, um participante pediu a palavra e perguntou: “Erik, tenho uma atendente que chama os clientes que entram na loja usando os dizeres ‘meu querido, meu amor, meu bem’. O que você acha?”.

Antes de responder, quero compartilhar com vocês algo que aprendi em uma das aulas do Professor Dr. Smith, durante uma qualificação internacional que fiz em Tampa-EUA. Ele falou sobre a regra de ouro do atendimento que diz: “Atenda como gostaria de ser atendido”. Mas, também, apresentou a evolução desta regra e a chamou de regra de platina, que diz: “Atenda da forma que o cliente prefere ser atendido”. Repare que, na regra de ouro, basta ser agradável para mim que devo fazer ao outro. Será isso mesmo o ideal? Eu também penso que não, afinal, o que pode agradar a um, pode desagradar ao outro. Portanto, creio que a regra de platina seja a mais atual e assertiva para tratar o cliente, ou seja, identificar a forma que ele gosta de ser atendido e, se possível, assim o fazer.

Vale lembrar, ainda, a importância de atender podendo utilizar o rapport, um conceito originário da Psicologia com o intuito de criar empatia com o outro. É uma espécie de espelhamento, onde o vendedor, ao assemelhar as ações e voz do cliente, pode criar maior sinergia e identidade entre as partes.

Por tudo isso, respondi ao participante da palestra que considerava melhor ela ter, a princípio, uma maneira de abordar um pouco mais neutra, para não correr o risco de desagradar uma parte dos clientes. Em seguida, é preciso pesquisar a linguagem do cliente, identificar seu perfil e, a partir daí, definir por manter uma abordagem conservadora para os clientes mais comedidos e uma forma mais amável com os clientes mais calorosos. Desta forma, haverá maior possibilidade de acertar na preferência do cliente.

Recomendei, também, que o recrutamento fosse sempre constante. Sim, para contar com ótimos atendentes e vendedores na equipe, é fundamental estar sempre recrutando. Por mais que o seu quadro de funcionários esteja completo e o atendimento seja de excelência, uma hora você pode ficar sem um colaborador. Por isso, continue recebendo e analisando currículos e fique de olho em perfis que se adéquem à cultura organizacional e ao perfil desejado para o seu negócio. Adotando essa prática de seleção contínua, será mais ágil repor profissionais com as competências desejadas.

* Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

Sobre o palestrante motivacional Erik Penna

É palestrante motivacional, especialista em vendas com qualificação internacional e consultor. Possui MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, pós-graduação em Administração e Marketing pela Universidade Paulista e graduação em Economia pela Universidade de Taubaté.

Aborda nas palestras ensinamentos baseados nas experiências vivenciadas por ele durante a sua carreira como executivo de vendas, professor, escritor, motivador de equipes e gestor corporativo. É autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio” e coautor dos livros “Gigantes das Vendas” e “Gigantes da Motivação”.

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