Artigo: E agora, qual profissão escolher?

*Por Maurício Sampaio

Para muitos estudantes, 2016 será “o ano”. Provavelmente o mais importante de suas – ainda curtas – vidas. Tudo em razão de ser o ano de vestibular. É o momento de uma complexa decisão, que envolve a escolha da futura profissão e da universidade.

As dúvidas vêm aos montes: qual rumo profissional seguir? Qual profissão escolher?  A dos meus sonhos ou a que meus pais querem? Será que vou ganhar dinheiro?

E esses dilemas são compreensíveis, especialmente nos dias de hoje. Isso porque tradicionais profissões agora dividem espaço com novas opções, novos caminhos.

A chegada em massa da tecnologia não só transformou processos como criou eficazes canais de oportunidades. Surge, a cada dia, uma série de cursos, em diferentes modalidades. São mais de 200 tipos, entre bacharelado, licenciatura, tecnólogo, sequencial e à distância. Isso resulta em milhares de opções de profissionais.

Outros “complicadores” também aparecem na hora da grande decisão e causam desconforto, como escolher entre prazer e satisfação pessoal ou resultado financeiro.

Aliás, muitos jovens que atendo estão escolhendo e buscando sucesso profissional, com base no resultado financeiro. Um grave erro! O dinheiro não passa de uma atividade meio, ou seja, ele virá desde que você se esforce em concretizar seus objetivos finais, cumprindo metas, sendo perseverante no seu sonho.

A influência dos pais também é um grande obstáculo, pois alguns projetam em seus filhos suas realizações profissionais. Em alguns casos, isso se torna natural e sadio, mas, em outros, pode ser uma verdadeira catástrofe.

Tão ou mais importante que escolher uma profissão, um curso superior, é saber preparar um plano de vida, uma espécie de “plano de voo”, analisando suas possibilidades internas e externas. Para isso, gaste mais tempo olhando para o seu interior e descubra seus talentos, suas habilidades, sua vocação. Analise cada mudança em sua volta. Só então você será capaz de escolher o rumo certo de uma feliz e apaixonante profissão.

* Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”.www.mauriciosampaio.com.br e www.imscoachingdecarreira.com.br

Sobre Maurício Sampaio

É coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira.

Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”.

www.mauriciosampaio.com.br e www.imscoachingdecarreira.com.br

Sem “gordura”, empresas exigem mais de candidatos em entrevistas de emprego

 

Participar de uma entrevista de emprego sempre exigiu preparação, mas, para as oportunidades que surgirem neste ano, os candidatos serão ainda mais cobrados. De acordo com o coach de Maurício Sampaio, o principal motivo está relacionado à crise: as empresas estão redobrando os cuidados para evitar o erro de uma contratação.

“As companhias estão trabalhando sem gordura e, por isso, serão mais seletivas em 2016.

O nível de exigência será maior no que diz respeito às habilidades e competências técnicas e emocionais”, afirma o especialista. “As empresas querem profissionais com capacidade de entender a sua complexidade organizacional e que promovam resultados imediatos.”

Para ter sucesso e atender às expectativas dos contratantes, Sampaio reforça que o primeiro passo é ser honesto consigo.

“Analise se a vaga para a qual estão lhe convocando realmente tem a ver com suas perspectivas profissionais e pessoais. Se você está indo para uma entrevista que não tem nada a ver com você, com o que almeja para seu futuro profissional, e que, principalmente, não atenderá aos seus talentos, está perdendo o seu tempo e o do entrevistador.”

O coach recomenda que o candidato deixe claro, no currículo e na carta de apresentação, suas habilidades, competências e realizações. “Não adianta basta ter várias formações e certificações. Isso é muito bom, mas não resolve.”

Uma dica é fazer uma espécie de inventário profissional e pessoal. “Escreva em um caderno suas competências, qualidades, os resultados que já obteve, o que deseja para os próximos 5 anos. Faça uma espécie de portfólio profissional. Você descobrirá quantas coisa já realizou, o quanto se desenvolveu e descobrirá aonde estão seus pontos fortes”, ensina.

Está desempregado há muito tempo? Veja o que fazer

Para Sampaio, o tempo parado pode ser uma forma de repensar a sua carreira e verificar se ainda quer atuar na área que pretendia em seu currículo anterior. Por isso, é fundamental revisar seu currículo, atualizar dados cadastrais, cursos, capacitações, certificações e outros.

“Verifique o objetivo do seu currículo, se ele está claro para quem vai ler. Ou seja, se você deseja vaga de vendedor interno, está colocando isso no seu currículo? E analise a coerência dos dados. Algumas pessoas informam que desejam atuar em uma determinada área e inserem no currículo cursos e experiências que não têm nada a ver.”

O coach também chama a atenção para a apresentação: “Apresentar currículos amassados, que estão guardados há muito tempo, com o grampo enferrujado, com papel de péssima qualidade e colorido… Nada disso pega bem”.

Atualize-se (de verdade!)

“Não basta apenas imprimir um novo currículo, acreditando que está se atualizando. Atualizar é realizar cursos, participar de palestras, de encontros de networking. Tudo isso pode ser feito sem nenhum custo, pois muitas instituições oferecem gratuitamente, de forma presencial e online.”

Outra dica para realmente se atualizar é participar assertivamente nas redes sociais, principalmente no LinkedIn, voltada para o mundo corporativo. “Participe de grupos de discussões, poste artigos sobre o assunto que gosta e relativo ao mercado desejado, crie um perfil ideal para o que se deseja”, completa.

O networking é outro aspecto importante para quem busca uma nova vaga. A dica de Sampaio é fazer uma lista com amigos da faculdade, do bairro, do clube, conhecidos dos amigos e assim por diante. “Nada disso terá efeito se o candidato não souber exatamente o que pedir. Só pedir um emprego não adianta, é necessário deixar claro o que deseja.”

Por último, o especialista afirma que é preciso pensar exatamente o que se quer para a vida profissional, pois, caso isso não seja feito, há grandes chances de se conseguir um emprego novo e logo ficar desempregado novamente.

“Quando você sabe exatamente aonde quer chegar, de que forma e o que é necessário, tudo isso fica aparente para o contratante. No dia a dia, é visível a diferença entre quem está motivado e sabe que está no caminho certo e quem está apenas cumprindo tarefas do dia a dia.”

Sobre Maurício Sampaio

É coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira.

Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”.

www.mauriciosampaio.com.br e www.imscoachingdecarreira.com.br

Assessoria de imprensa:

Almir Rizzatto – RZT Comunicação
almir@rztcomunicacao.com.br
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Fones: (11) 5051-8142 | 99628-1733

Artigo: quer largar o emprego e montar seu negócio? Descubra antes o que fazer!

*Por Maurício Sampaio

Cada vez mais o brasileiro vem desenvolvendo o espírito empreendedor. Nesta época de virada de ano, esse sentimento parece vir ainda mais à tona. Muitos querem largar o emprego para, no novo ano, terem o próprio negócio. Mas, antes de tomar a decisão, é muito importante pensar em alguns detalhes.

Qual o real motivo de largar seu emprego e ter um próprio negócio?

A primeira coisa que você deve pensar é o motivo pelo qual você esta fazendo essa mudança. É por que não aguenta mais seu chefe? Isso acontece muito. Como coach, já vi muitas pessoas mudarem de emprego ou montarem um negócio porque acreditavam que estavam descontentes com a profissão ou sua ocupação, mas, na verdade, estavam descontentes com o chefe. Aí, acabavam voltando atrás porque viram que tomaram uma decisão completamente errada.

Também é comum o desejo de mudar porque está cansado da profissão que escolheu. Neste caso, entra outra questão: você não precisa trabalhar naquela empresa da profissão que escolheu, por exemplo. Hoje, 85% dos CEOS das empresas são engenheiros de formação. Esse é seu caso? Esses são alguns pontos que você tem que definir. Qual o real motivo que você esta tomando essa decisão?

Existem outros pontos que você deve tomar muito cuidado, tudo é questão planejamento. Primeiro ponto é a questão financeira. Eu não aconselho fazer algo do dia pra noite sem estar calçado financeiramente. Você precisa de dinheiro para promover essa mudança ou até mesmo contratar um orientador financeiro pra te ajudar.

Planejamento para mudança é tudo!

Outra questão é o planejamento das suas ações. Você deve planejar em quanto tempo deve promover essa mudança. Em seis meses? Um ano? Enfim, qual o tempo que você precisa?  Coloque sempre data e horário.

Pesquisar é indispensável para quem deseja mudar!

Terceiro e último ponto: pesquise muito sobre esse novo negócio. Hoje, por exemplo, temos sistemas de micro-franquias, que são franquias com valores mais baixos. É um sistema legal para quem tem um caixa razoavelmente bom entre R$ 10 mil e R$ 50 mil, não esquecendo de ver os detalhes de rotina, ocupação, mercado, conversar com outros micro-franqueados…

Se não for franquia, vai começar um negócio seu em determinado nicho? Pesquise a rotina, horários, retornos, como se trabalha. Tente tirar todos os elementos possíveis para poder tomar uma decisão tranquila. Tente não cair nos indicadores do SEBRAE, por exemplo, que diz que 80% das pessoas, a cada quatro anos, acabam desistindo do seu negócio.

Empreender, ter o seu próprio negócio é muito bom, mas tem o outro lado da moeda. Você passa a viver esse negócio durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Tenha sempre essa percepção com você.

Boa sorte e sucesso!

* Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”.

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Coach mostra como afastar sentimento de solidão profissional

A solidão sempre remeteu ao lado pessoal, mas vem se tornando cada vez mais presente no âmbito profissional. De acordo com o coach de carreira Maurício Sampaio, o sentimento é mais comum do que se imagina e atinge principalmente executivos, profissionais liberais e empresários.

“Muitos profissionais estão com a carreira travada por conta desse sentimento, pois se sentem sozinhos em sua rotina de trabalho, mesmo com toda a conectividade promovida pela internet. Normalmente são pessoas que têm dificuldades para compartilhar desejos, planejar a carreira ou mudar seus rumos”, afirma o presidente do Instituto MS de coaching de carreira.

Sampaio admite que a solidão até o atingiu quando deixou o cargo de diretor de uma escola e começou a trabalhar como orientador vocacional. “Eu tinha um dia-a-dia agitado, coordenava pelo menos 50 funcionários e estava cercado de pessoas com quem trocava ideias, insights e compartilhava decisões. E, de repente, comecei a atuar sozinho. Foi uma enorme diferença.”

Segundo o coach, profissionais que tomam a decisão de trabalhar por conta própria, por exemplo, muitas vezes ficam desmotivados justamente por esse sentimento de solidão. Mas executivos de alto escalão também sofrem.

“É sempre bom ter uma pessoa, um coach, para ajudar a tomar decisões. Eu digo ajudar, e não tomar a decisão. Eu mesmo, apesar de coach, quando tenho que tomar alguma decisão ou planejar algo na vida contrato um profissional.”

Mostre-se presente!

A principal dica de Sampaio para vencer a solidão profissional é se fazer presente. “O profissional que se sente sozinho precisa, antes de tudo, se doar e ir atrás, não se acomodar. Pesquisar sobre eventos, palestras gratuitas e encontros profissionais, que abordem assuntos de interesse do profissional, podem ajudar muito. Ir a lançamentos de livros, por exemplo, é ótimo para conhecer pessoas e e criar novos relacionamentos profissionais”, sugere.

O especialista também recomenda a participação em grupos de Master Minds. “São encontros de pessoas que têm o mesmo propósito e se reúnem esporadicamente para falar sobre seus negócios. Tudo isso é válido, inclusive, para você pode ver as coisas de outros ângulos, observar movimentações estratégicas e, quem sabe, encontrar pessoas que te deem um insight e mudem sua visão.”

“Não se esconda no seu escritório e, mesmo se for um executivo, discuta suas ideias com outros profissionais, com pessoas em quem confie. E cuidado com a procrastinação. Não caia na armadilha do ‘depois vou a esse evento’ ou ‘amanhã falo com tal pessoa’, pois isso pode te prejudicar muito.”

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Reconhecimento profissional: muito além de dinheiro e ego

* Por Maurício Sampaio

O reconhecimento é uma das principais medidas para motivar e promover conquistas pessoais, profissionais e financeiras para um profissional, além de trazer benefícios para a empresa, como maior produtividade, funcionários em busca de resultados e com maior foco para o sucesso da organização. O problema é que nem sempre isso acontece…

Acredito até essa seja um problema universal. De um lado os chamados colaboradores, esperando por um elogio ou um feedback, seja ele positivo ou não. Do outro, líderes e empresas querendo entender o descontentamento de seus funcionários.

A verdade é que é preciso analisar ambos os lados. O reconhecimento é resultado do alinhamento de valores da empresa e de seus colaboradores. Portanto, analise o que pode ser sugerido para você ser reconhecido, ao mesmo tempo em que irá gerar bons resultados para sua organização.

Eu já estive em ambos os lados, mas boa parte da minha vida passei como contratante e reparei que existem dois sentimentos nesse jogo:

1) O sentimento do contratado, que acha que poderia “valer mais”, então ele gostaria de ser reconhecido pelos seus superiores e ter um aumento de salário.

2) A situação do contratante, que até sabe que seus funcionários poderiam ser melhor reconhecidos financeiramente, mas, devido aos muitos impostos, às vezes fica inviável.

Mas, para mim, a grande questão é que reconhecer um colaborador financeiramente não é tudo. O dinheiro é uma questão à parte nessa discussão e isso é algo que as recentes pesquisas vêm mostrando, principalmente no que se refere às novas gerações.

Muitos profissionais da Geração Y (nascidos após os anos 80) e Geração Z (nascidos na década de 90), por exemplo, não estão buscando apenas um bom salário ou um bônus salarial. É claro que dinheiro é bom e todo mundo gosta, pois podemos comprar as coisas que gostamos, viajar com a família e com os amigos, mas não é tudo. Quando esses jovens saem de uma empresa eles estão querendo um reconhecimento profissional, das suas habilidades e conquistas.

Todos querem ser reconhecidos

No começo da minha carreira, eu fui trabalhar em uma empresa familiar. E, obviamente, como era o mais novo, eu tinha que obedecer aos mais velhos – que, no caso, era a minha mãe. Ela era – e ainda é – dona de um colégio particular e eu sempre olhava e pensava: “Nossa, eu também quero ter o reconhecimento que ela tem”. E não era por uma questão de dinheiro, mas sim por reconhecimento profissional mesmo.

O fato é: todo o mundo deseja ser reconhecido. Isso não é uma questão de ego ou exibicionismo. Todos se sentem bem quando são valorizados, quando têm o incentivo e a admiração das outras pessoas. Isso faz parte da vida do ser humano. Eu duvido que exista alguém que não goste de um elogio ou que não se importe com isso.

Como ter o reconhecimento profissional?

Existem duas saídas: ou a empresa tem uma política humana de reconhecimento ou você deve procurar outro lugar que ofereça isso. Quando eu digo “política humana de reconhecimento”, refiro-me a um alinhamento de valores entre a companhia e os seus colaboradores. E não é só questão do reconhecimento financeiro.

Se há um trabalho nesse sentido e ele permite você acabe utilize as suas ferramentas, o seu conhecimento e aquilo que você quer produzir no dia a dia, ótimo. Do contrário, você realmente tem que buscar uma nova empresa que satisfaça o seu reconhecimento.

E o que é “satisfazer reconhecimento”? De um modo geral, é satisfazer aquilo que você tem para dar.

Se você é muito comunicativo, tem que trabalhar em uma área que te permita expor sua comunicação. Caso tenha uma habilidade para vendas, deve buscar uma área de persuasão. Ou, caso você goste de ajudar os outros, precisa caminhar em direção a uma área onde possa trabalhar diretamente com pessoas.

A empresa tem que trabalhar com esse prisma. É o que a gente chama, dentro do nosso meio, de engenharia de função: pessoa certa no lugar certo. Se a organizar não está conseguindo fazer esse tipo de alocação, você que tem que procurar outro lugar que consiga fazer isso.

Por outro lado, você só vai conseguir fazer isso se souber que realmente quer. Muitas pessoas reclamam de reconhecimento, mas, no fundo, não sabem o que querem. Você pode até dizer que quer um aumento de salário, mas sabe que tipo de aumento quer?

Para evitar que seu pedido de aumento de salário seja negado, considere as seguintes perguntas para fazer a si mesmo: Você sabe qual é o seu nível de produtividade no trabalho? Está produzindo mais ou menos? O que, de fato, você está produzindo em números?

As empresas gostam de trabalhar com números. Não tem jeito. É o meio que uma empresa tem para sobreviver. O que importa, no final das contas, é que ela sempre tenha dinheiro sobrando. Por isso, é importante saber de que forma você está contribuindo com ela. Essa é uma forma de você provar a sua participação e ser reconhecido.

São dois jogos: o da empresa e o seu. Ambos precisam estar alinhados. A empresa precisa reconhecer que ela deve fazer um maior esforço para reconhecer seus colaboradores e você precisa fazer um maior esforço para ser reconhecido. E, se estiver no lugar errado, procure um lugar que realmente possa acolher seus valores, talentos e habilidades.

* Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”. www.mauriciosampaio.com.br ewww.imscoachingdecarreira.com.br

 

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Por “algo a mais”, plano de carreira atrai colaboradores, diz Maurício Sampaio

As mudanças no mercado de trabalho nas últimas décadas alteraram os interesses e as ambições dos colaboradores dentro de uma organização. Se antes as pessoas trabalhavam a vida inteira em um mesmo emprego, agora os novos profissionais desejam atuar em empresas que permitam chances de crescimento e aprendizado contínuo.

“Muitas vezes, apenas ter um salário bom não é atrativo para o funcionário”, explica Maurício Sampaio, presidente do Instituto MS de coaching de carreira. Por isso, além de buscar oportunidade em companhias que ofereçam um bom salário e a chance de exercitar suas competências, os profissionais também priorizam quem oferece perspectivas de crescimento e desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro.

“Para alinhar os interesses de um colaborador com as competências que a empresa espera dele, uma estratégia adotada por ambas as partes é fazer um plano de carreira”, afirma o especialista.

De acordo com Sampaio, o plano é definido como um conjunto de ações que um profissional deve tomar com a empresa para estabelecer formas sistemáticas para alcançar os objetivos. “As duas partes terão vantagens, benefícios e trabalharão juntos para um crescimento mútuo.”

Ainda segundo o especialista, para identificar essas ações é preciso fazer algumas indagações. Perguntas como “em qual momento da sua carreira você se encontra?”, “quais são os passos necessários para você alcançar seus sonhos ou um cargo que você almeja?”, “quais são as habilidades e competências exigidas para seu crescimento?” e “quais são as possíveis barreiras que você deve encontrar?” podem ajudar a definir o plano de carreira.

Outra ferramenta necessária para o desenvolvimento profissional é o planejamento. “Tendo metas definidas e levando em consideração os planejamentos em curto, médio e longo prazo, o colaborador saberá exatamente o que deverá fazer para alcançar seus objetivos. E, além disso, se manterá motivado por saber quais posições ele pode conseguir dentro da empresa em que trabalha”, finaliza o coach.

Sobre Maurício Sampaio

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Maurício Sampaio mostra como driblar a redução de vagas temporárias no final do ano

A crise que assola o País também está tendo efeito no número de trabalhos temporários. Um dos motivos é a retração de 29% no faturamento das empresas ligadas à Zona Franca de Manaus, maior polo industrial do Brasil. Como consequência, alguns setores da indústria se posicionaram contra a abertura de novas vagas para atender a demanda de consumo do Natal.

Apesar do pouco otimismo do mercado, é possível driblar a redução de vagas temporárias no final do ano. “Alguns setores, mesmo com a crise, continuarão crescendo. Mesmo os que estão sendo afetados mais fortemente por ela, investirão em um melhor atendimento aos seus poucos clientes”, afirma o coach de carreira Maurício Sampaio.

Em levantamento realizado com alguns lojistas de um shopping da capital paulista, o especialista buscou respostas de como as pessoas podem reverter o desemprego e conseguir uma vaga de trabalho, ainda que não seja fixa, no final do ano.

De acordo com Sampaio, o primeiro passo é sair de casa e visitar os shoppings para cadastrar o currículo. “Muitos lojistas pesquisam junto à administração currículos de trabalhadores temporários”, explica.

Outra dica é visitar as lojas, pois grande parte das contratações ocorre dessa forma. “Porém, não é só ir de porta em porta e entregar o currículo de qualquer forma. O que vale nessa hora é ter um currículo atrativo, se possível com experiência nesse tipo de trabalho.”

“Outro ponto essencial é a apresentação do candidato, o que inclui boa comunicação, sem gírias, além de boa aparência e brilho nos olhos.”

Por fim, o coach recomenda pedir indicação e contatos aos amigos e deixar claro que está procurando por uma oportunidade. “Muitos empreendedores gostam de contratar pessoas indicadas, pois dá mais segurança no dia a dia”, diz.

Para Sampaio, apesar da crescente crise no mercado de trabalho, é preciso lembrar que o ideal é buscar algo efetivo. Por isso, qualificação, estudo, dedicação e perseverança são fundamentais.

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Artigo: Elimine as influências na hora da escolha profissional!

*Por Maurício Sampaio

Na fase da escolha profissional, as influências externas interferem muito. A maioria dos jovens se sente insegura com suas opções e, então, parte para pedir a opinião de colegas, parentes e, principalmente, dos pais. Solicitar conselhos a alguém mais próximo ou pesquisar na internet é muito importante, porém, diversos adolescentes mudam demais suas escolhas por conta dos palpites alheios ou do excesso de informações contraditórias.

Várias são as situações que podem exercer influência em uma escolha: um pai que diz que o que você escolheu não tem futuro, um amigo mais próximo que prevê que a sua opção não vai dar dinheiro, um parente que já é profissional na área e está descontente ou até uma má notícia sobre determinado setor da economia.

Sem falar nos pais que tiveram sucesso e desejam que seus filhos deem continuidade na sua profissão e até nos negócios. Em famílias de médicos e advogados, isso é muito comum e explica um levantamento do Sebrae, que aponta que, no Brasil, 85% das empresas são familiares. Isso é muito bom, desde que essa escolha seja autêntica e de total interesse do jovem. Caso contrário, de médio a longo prazo, torna-se um grande problema.

A vida profissional é assunto de embate entre os pais e seus jovens filhos: os pais, empresários, desejam assegurar uma vida digna, sem muitas dificuldades, e querem repassar o legado aos filhos. Por outro lado, existem os que entendem que esse é um momento muito delicado e especial para os filhos, fase de entrada para a vida adulta, na qual tudo o que os adolescentes precisam é de um tempo para se descobrirem, mostrarem seus interesses e aptidões. É o que chamamos de maturidade vocacional. Esses pais compreendem que os filhos devem assumir as rédeas de suas próprias vidas, criar sua identidade e construir seu próprio sonho.

É óbvio que todos ficariam felizes em compartilhar seus sonhos com seus filhos, mas temos que entender que na vida cada qual possui ou quer possuir sua própria história. O melhor a fazer é estar ao lado do seu filho, entender seus desejos e ajudar a desvendá-los, fazendo uso de sua experiência. Se no futuro seu filho for infeliz com a profissão que você direcionou, haverá uma eterna culpa.

Atualmente, vivemos em uma sociedade onde muitos são infelizes profissionalmente. E um dos motivos é que as gerações anteriores escolheram seus caminhos por falta de opções ou por imposição de seus pais. Felizmente, o cenário mudou e os pais têm maior abertura de diálogo com seus filhos, que têm oportunidades infinitamente maiores.

O jovem, no entanto, deve ficar alerta se a sua escolha profissional está sendo feita com base somente no retorno financeiro ou por realização pessoal. O mercado corporativo sente na pele a falta de profissionais realizadores e proativos. Portanto, consciência (sem influência)!

* Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”. www.mauriciosampaio.com.br e www.imscoachingdecarreira.com.br

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Mudança radical ou racional? Veja o que levar em conta ao trocar de emprego ou carreira

A insatisfação com o emprego ou mesmo a profissão faz com que, muitas vezes, desperte a vontade jogar tudo para o alto. Mas será que vale a pena tomar uma atitude radical, em meio ao emocional abalado, ou é preciso ser mais racional e promover as mudanças gradativamente?
“É necessário muito cuidado nesse momento, pois nem sempre estamos preparados para mudanças bruscas. Mas, se a decisão de largar tudo imediatamente já está tomada, é bom que as contas estejam organizadas. O ideal é ter uma reserva suficiente para sobreviver por dois anos”, afirma o coach Maurício Sampaio.

De acordo com o especialista, promover as mudanças gradativamente, ainda empregado, fará com que haja uma espécie de dois planos: um que já está funcionando e outro que está se construindo. “É importante que se estabeleça uma data para o início da nova etapa. Assim você já cria um compromisso com você mesmo.”

Sampaio também ressalta nessa transição mais racional a importância do lado financeiro. “Equilibrar as receitas e despesas é fundamental para realizar o seu sonho. Você precisa estar motivado e organizado para poupar recursos para começar sua nova carreira ou profissão”, diz.

O coach lembra que, assim como em nossos projetos pessoais, o planejamento é fundamental para o sucesso na carreira. “Se você vai a praia com sua família, pesquisa sobre tempo, hotéis, distância, o que levar, etc., e se programa para passar tantos dias fora. Para sua vida profissional, você deve fazer o mesmo. Assim as chances de êxito aumentarão muito!”

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Artigo: Coaching de Carreira: uma necessidade (e não uma moda)

* Maurício Sampaio

Hoje vivemos em um país e em um mundo nos quais o índice de insatisfação com o trabalho chega a números assustadores. Parece que um desânimo geral tomou conta. São pesquisas atrás de pesquisas desvendando o que já é possível ver a “olho nu”: o descontentamento geral em relação à profissão e à carreira.

Um levantamento recente realizado pelo ISMA (International Stress Management Association), orgão sem fins lucrativos e que estuda o stress no ambiente de trabalho, revelou que 80% da população brasileira ativa está infeliz.

Muitos querem mudar de emprego para melhorar a qualidade de vida, alguns desejam crescer na própria empresa e não sabem como fazer isso… E há também os vários que querem ter o próprio negócio e não conseguem ver qual é o caminho certo. Tudo isso sem contar os diversos que já estão se aposentando e não têm a menor ideia do que fazer depois.

Agora veja essa estatística, que é a mais assustadora de todas: cerca de 90% dos trabalhadores no mundo estão infelizes, segundo uma pesquisa do Instituto Gallup.

O que era um bate-papo de corredor ou em bares, com os amigos, se transformou em posts em redes sociais também. Carreira virou um tema expressivo no mundo virtual, segundo análise feita pela Gauge. A consultoria especializada em comunicação digital apontou que 12% das citações da palavra “carreira” se referem a questões profissionais dos próprios usuários de mídias sociais.

Entre os que discutem o assunto na rede, 21% procuram dicas para conseguir um emprego. O salário representa 17% e, pessoas indecisas com a profissão, 8%. A busca de informações e soluções para essas e outras questões é cada vez maior.

As bruscas mudanças dos últimos anos nas relações globais, impulsionadas pelo desenvolvimento acelerado da tecnologia e da internet, fizeram surgir várias opções de desenhar uma carreira, escolher uma profissão desejada e de empreender. Nos tornamos seres globais!

Essa modificação acabou criando um leque de opções e desejos por parte da população profissional. Um exemplo: para quem sempre sonhou trabalhar fora do país, nunca ficou tão simples como hoje. Por outro lado, quem sonhava com apenas um chefe, hoje possui mais de três, em diferentes cantos do planeta.

Apesar de o processo de coaching ser praticado há mais de 20 anos, o Coaching de Carreira avançou apenas mais recentemente, com seus experimentos e práticas, principalmente no Brasil. A metodologia, que serve para ajudar pessoas a atingirem seus objetivos na carreira e desenvolverem competências e habilidades específicas profissionalmente, vem se tornando mais popular agora!

E por que está ganhando espaço? Porque as pessoas buscam mais liberdade para o estilo de vida que desejam, e contam com mais opções na hora de escolher suas profissões, desenhar suas carreiras e planejar a vida a médio e longo prazo.

Muitos são os problemas relativos quando o assunto é carreira. Eles começam na escolha de uma profissão – que se inicia dentro do ambiente escolar, mais especificamente no Ensino Médio -, passam pela etapa de desenvolvimento e chegam ao pós-carreira, a aposentadoria.

São várias as fases em que o Coaching de Carreira e um coach especializado no tema podem contribuir:

– Coaching Vocacional (para a escolha profissional)
– Coaching de Carreira para Universitários
– Coaching para busca de emprego
– Coaching para o primeiro emprego
– Coaching para empreendedores
– Coaching para Transição de Carreira
– Coaching para Desenvolvimento de Carreira
– Coaching para Descarrilamento de Carreira
– Coaching para Expatriados
– Coaching para Aposentadoria
– Coaching para Esportistas

Vale lembrar que lidar com a carreira de um ser humano é algo de extrema importância. Um coach de carreira deve estar devidamente habilitado para exercer seu ofício, só assim o processo será um sucesso para todos: coach e coachee.

Sucesso!

* Maurício Sampaio é coach de carreira, palestrante, escritor e fundador do InstitutoMS de Coaching de Carreira. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”. www.mauriciosampaio.com.br e www.imscoachingdecarreira.com.br

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