Artigo: Acorde o Ano Novo que está dentro de você!

*Por Silvia Bez

A chegada do Ano Novo é uma oportunidade para fazer um balanço pessoal do que passou e refletir sobre as renovações que queremos em nossas vidas. Para muitos, o ânimo pelo encerramento de mais um ciclo vem acompanhado de vários receios. O já popular texto “Receita de Ano Novo”, do célebre poeta e escritor Carlos Drummond de Andrade, nos traz preciosas mensagens de motivação.

Drummond dizia que “para ganhar o belíssimo Ano Novo, a cor do arco-íris ou da sua paz, não pode compará-lo com outros tempos já vividos (melhores ou piores). Não apenas pintado ou remendado às carreiras, o novo deve estar nas sementinhas do vir-a-ser. Não é preciso fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta (…) nem acreditar que, por decreto de esperança, a partir de janeiro as coisas mudem (…). Para ganhar um Ano Novo tem que merecê-lo, fazê-lo novo. Não é fácil, mas tente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”.

Então, vamos acordar o seu Ano Novo? O primeiro passo é estabelecer metas reais e tangíveis. O segundo é fazer planos de ações realistas e efetivamente colocá-los eles em prática para que consiga, de fato, atingir suas metas. E, claro, manter-se atento e motivado.

Quando as metas são atingidas, além da sensação de dever cumprido, aumentamos nossa e conhecimento.

Um dos grandes benefícios deste comportamento é ter mais tempo. Sim, tempo livre. Um bem valioso a ser gasto com a família, amigos, atividade esportiva, hobbies… Com tudo o que te faz feliz.

Você é uma pessoa preciosa e a sua vida também. Merece ser feliz, não importa onde tenha parado ou como tem escolhido os seus caminhos. Se não está satisfeito, recomece agora! Se pensar que pode conquistar tudo o que deseja, conseguirá dar o primeiro passo mais facilmente, basta acreditar.

Como já afirmava Chico Chavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

E, caso sinta dificuldade em dar o primeiro passo sozinho, procure alguém sábio que poderá ajudá-lo a atingir suas metas. Temos sempre aquela pessoa que torce por nós e está ao nosso lado em todas as situações. Conte com ela. Vamos lá! O Ano Novo está aí dentro de você!

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

Juliana Fernandes – RZT Comunicação
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Dicas para curtir (sem excessos) a festa da firma no final de ano

As tradicionais festas de confraternização estão chegando. Elas servem especialmente para unir a equipe, fortalecer o networking entre os funcionários, valorizar e reconhecer a dedicação dos colaboradores e reforçar a imagem da empresa.

Para muitos, entretanto, a “festa da firma” gera ansiedade, especialmente para os mais reservados.

“Com a presença dos altos cargos de liderança da organização, a postura de todos será avaliada. Porém, nada de se desesperar: trata-se de um dia para relaxar sem excessos”, afirma a Master Coach e especialista em marketing pessoal Silvia Bez.

O clima informal desses eventos não deve ser motivo para que as pessoas percam os limites no ambiente profissional e terminem o dia com a imagem arranhada.

“Fique atento desde o seu vestuário até a maneira como se comporta. Isso vale para bebidas alcoólicas, piadas, brincadeiras e observações a respeito da empresa.”

Eventos de confraternização também valem como um termômetro do clima organizacional. “Uma abstenção significativa deve ser levada em consideração e o motivo para isso deve ser mapeado e corrigido. Afinal, colaboradores felizes com o trabalho e com a empresa buscam participar de momentos de congraçamento”, completa a Master Coach.

Abaixo, Silvia Bez lista 5 dicas para aproveitar as festas de confraternização da melhor forma possível:

1) Chegue no horário marcado para o início da festa. Até 15 minutos de tolerância são permitidos, mas não vá muito além. Os atrasos deixam os organizadores ansiosos e podem ser interpretados como descaso.

2) Seja agradável, procure falar de amenidades e interagir com todos. Falar mal de chefes e colegas, bem como criticar a organização nesta circunstância, é expressamente proibido.

3) Se você não está acostumado a tomar bebidas alcoólicas, não vá escolher justamente a festa de fim de ano da empresa para experimentar.

4) Cuidado com o vestuário. Lembre-se: diretores e colegas também estarão por lá. Procure um visual alegre e que valorize seu estilo, mas que seja também adequado ao ambiente corporativo. Fique atento ao aspecto da sua roupa, comprimento, transparências, decotes, etc.

5) Festas de final de ano são sempre uma ótima oportunidade para você melhorar seu networking. Não perca esta chance se comportando como se você estivesse na última festa da sua vida. Mesmo sendo um dia de festa, você está com pessoas do seu ambiente de trabalho.

“Mantendo um comportamento corporativo e, o mesmo tempo, descontraído, é possível tornar a festa um ótimo ambiente. Aproxime-se das pessoas com quem ainda tenha pouco contato para que, no próximo ano, o relacionamento com os colegas seja ainda mais agradável”, finaliza Silvia Bez.

Sobre Silvia Bez

É palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Com um portfólio de palestras com mais de 30 mil pessoas, também oferece serviços de treinamentos, seminários, workshops e coaching pessoal e profissional.

Possui mais de 30 anos de experiência em cargos de liderança em empresas como Banco Bradesco, Ponto Frio, Ambev, Lopes Consultoria, entre outras.

Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 Passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para Fortalecer sua Memória”.

Site: www.silviabez.com.br

Atendimento à imprensa:

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Artigo: 5 dicas para se organizar antes de sair de férias do trabalho

*Por Silvia Bez

Quando vamos sair de férias do trabalho, raramente pensamos como as coisas estarão quando retornamos às atividades. No entanto, imagine o quão desagradável será encontrar assuntos pendentes e situações que poderiam ter sido resolvidas previamente.

Para que você não tenha transtornos na sua volta, sugiro algumas dicas para deixar suas tarefas em ordem e ter um retorno muito mais agradável. E, claro, bem menos estressante!

1- Faça uma faxina nas gavetas

Tire tudo de dentro das gavetas e jogue fora os papéis que não têm mais utilidade, as canetas estragadas, etc. Arquive os documentos importantes e separe o que ficará pendente para a volta. Se você costuma guardar lanches, não se esqueça de levá-los para casa, evitando que percam a validade.

2- Resolva os assuntos pendentes

Isso inclui, especialmente, os e-mails que estão sem resposta. Esvazie sua caixa de entrada. Aproveite e ative a resposta automática do e-mail comunicando o período em que ficará fora e os contatos do seu(s) substituto(s).

3- Oriente seu(s) substituto(s) sobre como desenvolver as atividades

Crie um roteiro explicativo sobre suas tarefas. Isso facilitará muito para a pessoa que ficará no seu lugar. Deixe anotado também contatos importantes com quem você fala no dia a dia, caso ela precise entrar em contato.

4- Anote todas as suas senhas (e guarde em um local seguro)

Pode parecer bobagem, mas muitas pessoas não se lembram das senhas de acesso ao computador, rede e emails quando retornam das férias. É bom sempre tê-las anotadas.

5- Faça um backup dos arquivos do seu computador

Pode ser que a pessoa que te substitua, sem querer, apague algum arquivo. Por isso, tenha seguro seus documentos para que não perca nada importante.

Assim, com organização, você sairá mais tranquila para as férias e terá um retorno mais tranquilo ao trabalho.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

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Artigo: 5 pilares para se relacionar bem com chefes e colegas de trabalho

Falar de relacionamento interpessoal inclui tanto a vida pessoal quanto a profissional. Neste segundo âmbito, a situação se torna mais complicada, porque não escolhemos as pessoas com quem vamos trabalhar, seja um chefe, um parceiro, um cliente e até mesmo aqueles que são liderados.

E mesmo que haja uma afinidade com as pessoas do ambiente profissional, é preciso que todos estejam alinhados para um bom trabalho em equipe. Para a Master Coach Silvia Bez, esta relação em particular pode se tornar ainda mais delicada.

“A convivência entre os colaboradores, às vezes, não é tão simples, devido à existência de diversas opiniões, crenças, valores e culturas com as quais precisamos lidar”, afirma a especialista.

E para que este relacionamento se torne mais leve e viável, Silvia apresenta cinco pilares essenciais para manter a paz no convívio profissional:

Autoconhecimento: esse pilar é um dos principais diferenciais nas relações, pois conhecer a si é o primeiro passo para lidar com questões emocionais que comprometem os relacionamentos interpessoais.

“O autoconhecimento nos permite analisar o impacto que causamos nos outros, além de termos claro quais são as características que nos incomodam e, assim, possibilitar nos preparamos para lidar com elas”, afirma a Master Coach.

O autoconhecimento permite mediar com maior assertividade os possíveis conflitos de personalidades nos relacionamentos com os membros da equipe.

Empatia: é a arte de analisar determinada situação pelo mesmo ângulo de outra pessoa que também esteja envolvida.

Mais do que a preocupação ou a conscientização da necessidade de se identificar com o outro, está relacionada com a comunicação assertiva e a compreensão das motivações dos outros.

“A pessoa empática está conectada com quem ela se comunica. Ela capta informações que vão muito além do que é falado e identifica emoções e expressões corporais significativas em seu interlocutor”, explica Silvia.

Ser empático é, antes de tudo, ser um bom ouvinte, excelente observador e ter um interesse legítimo em ajudar o outro.

Assertividade: assertividade é a habilidade de uma comunicação clara, franca e respeitosa.

“Com ela é possível construir relacionamentos saudáveis, mas é preciso ouvir, falar, expressar vontades, opiniões e dificuldades de maneira que não seja agressiva com o próximo.”

Ética: é o conjunto de princípios e valores morais que conduzem o comportamento humano dentro da sociedade.

Empresas seguem os padrões éticos sociais, aplicando-os em suas regras internas, visando o bom andamento dos processos de trabalho, o alcance de metas, objetivos e para criar bons relacionamentos interpessoais.

Um bom profissional deve seguir tanto os padrões éticos da sociedade quanto as normas e regimentos internos da organização em que trabalha.

A ética profissional proporciona ao indivíduo um exercício diário e produtivo de honestidade, comprometimento, confiabilidade, entre tantos outros valores, que balizam o seu comportamento e as tomadas de decisões em suas atividades.

“A grande recompensa por se ético é ser reconhecido, não só pelo seu trabalho, mas também por sua conduta”, completa Silvia.

Pode-se ter muito autoconhecimento, ser altamente empático, assertivo e cordial.  Mas, se não há ética, não é possível manter relacionamentos equilibrados.

Cordialidade: ser gentil, simpático e solicito é ser cordial com as pessoas. É demonstrar consideração pelo próximo, pela equipe e com quem se relaciona.

“Cordialidade é aquele ‘bom dia’ entusiasmado e sincero de quando chegamos ao trabalho, é abrir uma porta para um colega com as mãos ocupadas, é dizer ‘obrigado’ olhando nos olhos das pessoas. São as pequenas gentilezas do dia a dia que farão a nossa companhia pessoal ser desejada e tornarão a nossa presença agradável para os que nos cercam”, finaliza a Master Coach.

A cordialidade desinteressada, que se oferece por iniciativa própria, sem esperar nada em troca, é um facilitador do bom relacionamento no ambiente de trabalho.

Estes cinco pilares no dia a dia trazem melhorias nos relacionamentos, não apenas profissionais, mas em todos os âmbitos da vida. Passe a praticá-los e veja a diferença que fará nos ambientes que frequenta. Estes são elementos fundamentais para criar relações valiosas.

Sobre Silvia Bez

É palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Com um portfólio de palestras com mais de 30 mil pessoas, também oferece serviços de treinamentos, seminários, workshops e coaching pessoal e profissional.

Possui mais de 30 anos de experiência em cargos de liderança em empresas como Banco Bradesco, Ponto Frio, Ambev, Lopes Consultoria, entre outras.

Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “7 Passos para se apaixonar pelo que faz”, “5 Passos para Fortalecer sua Memória” e “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”.

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Artigo: Para ter sucesso, é preciso se aventurar no desconhecido

*Por Silvia Bez

Ao longo da vida nos acomodamos e criamos nosso próprio refúgio. Ficamos acostumados com a rotina e conformados com o estilo de vida e sempre os mesmos resultados, seja no ambiente familiar, social ou profissional. Isto é o que chamamos de “zona de conforto”.

A maioria das pessoas deseja cuidar melhor da alimentação, fazer exercício físico, deixar para trás o que não faz bem ou melhorar o que traz benefícios. Iniciar algo novo e trabalhar nas mudanças necessárias para transformar suas vidas.

Entretanto, atitudes tão simples se mostram difíceis de fazer e falhamos na hora de executá-las. Por que isso acontece? A resposta é simples: qualquer mudança nos tira da zona de conforto.

A vida moderna é extremamente dinâmica e precisamos nos adaptar às frequentes mudanças. Isso é desconfortável e nos causa insegurança e ansiedade, mas é necessário. Precisamos estar dispostos e nos preparar para os desafios que aparecem todos os dias.

É claro que estas rápidas mudanças nos causam insegurança. As relações sociais, profissionais e comerciais vivem em constante instabilidade e novidades surgem o tempo todo. E para aprender a lidar com esta situação, precisamos nos aventurar no desconhecido.

Encarar o desconhecido nos comporta o risco de perder o controle da situação e, ao sair da nossa zona de conforto, entraremos em um terreno que não dominamos. Por isso, a tendência natural é a de continuarmos na mesmice do dia a dia, mergulhados em uma situação que controlamos.

Nossa mente e desenvolvimento pessoal estão diretamente relacionados com o poder de abandonarmos o conhecido, habitual a automático. Precisamos ter confiança, arrojo e determinação para crescer e aproveitar ao máximo as oportunidades que a vida nos oferece.

Enquanto estiver dentro de sua zona de conforto, não estará crescendo nem aprendendo coisas novas. Fará as mesmas coisas de sempre, e, desse modo, irá conseguir somente o que sempre teve.

Portanto, para obter o crescimento pessoal você precisa ter atitudes que não está habituado, mas que são fundamentais para a mudança que deseja. Reflita sobre suas conquistas e perceba que resultados diferentes e significativos só aconteceram quando você fez algo novo. O novo assusta, mas é o que te levará ao sucesso.

Lembre-se sempre desta frase, de Steve Blank, escritor e empreendedor de grande sucesso: “Grandes empreendedores estão confortáveis em estarem desconfortáveis”. Por isso você precisa abandonar a sua “zona de conforto” se quiser crescer de verdade.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

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Artigo: Por networking de qualidade, seja interessante (e não interesseiro)

*Por Silvia Bez

De maneira resumida, networking é uma forma de criar e alimentar uma rede de relacionamentos, com o objetivo de ajudar e aprender com o próximo, estabelecer trocas e buscar oportunidades de negócios para ambas as partes. E, para que isso dê certo na vida profissional e pessoal, a comunicação é um elemento fundamental.

Entretanto, essa arte de criar uma rede vem ganhando outras faces, que distorcem as ideias e o princípio inicial. Muito profissionais cometem erros na formação do networking porque focam somente no interesse e deixam de estabelecer uma ligação vantajosa para ambos.

No verdadeiro networking se estabelece um relacionamento real. Não basta entregar cartões de visita ou um catálogo de produtos e serviços para apenas fazer negócios. É preciso demonstrar o desejo de criar uma relação de confiança e apoio das duas partes. De que adianta ter milhares de pessoas nas redes sociais se houver apenas interesse comercial e uma ligação superficial?

Portanto, invista de maneira inteligente na formação de seu networking e, em breve, terá muita gente com quem negociar de maneira prazerosa e satisfatória.

Veja algumas considerações que lhe ajudarão a tornar sua rede de relacionamentos mais consistente, de modo que trará grandes resultados em sua vida pessoal e profissional:

Apenas distribuir cartões não levará a nada: Quantas vezes paramos para organizar nossas coisas e percebemos que estamos cheios de cartões, panfletos e folders? E, na maioria das vezes, nem nos lembramos de quem recebemos aquele material.

Por isso, quando receber um cartão ou um folheto, faça uma observação, algo que o ajudará a lembrar daquela pessoa. Lembre-se que fazer networking não é apenas construir uma lista de contatos.

Equilibre qualidade x quantidade: A qualidade dos seus contatos e relacionamentos está diretamente ligada a um networking bem realizado.

Um ponto importante para não perder a qualidade na comunicação é ter controle na quantidade de contatos que você administra. Quanto maior for a sua rede de relacionamentos, menores serão as chances de estabelecer relações de qualidade com as pessoas.

Por isso, cuide muito bem da administração desse binômio “qualidade x quantidade”.

Aplique a lei da reciprocidade: Ter um networking não significa ser interesseiro e, sim, interessante e interessado. Seja uma fonte de recursos para as pessoas com quem você se relaciona e proporcione elementos de valor aos que interagem com você.

Outro ponto importante é sempre retribuir a ajuda que receber de alguém. Lembre-se que, embora muitos não cobrem isso, as pessoas sempre buscam reconhecimento.

Ajude de boa vontade: Sempre que ajudamos alguém, seja com informação, indicação ou aprendizado, não devemos fazê-lo esperando algo em troca. Tenha sempre a certeza de que o universo se incumbirá de nos dar de volta muito mais do que aquilo que ofertarmos a alguém. Portanto, ajude sempre de boa vontade e faça a roda da prosperidade girar.

Essas dicas são a base para você iniciar um networking poderoso. Invista de maneira inteligente, focando na qualidade da sua rede de relacionamentos.  E lembre-se sempre de ser interessante, e não interesseiro.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

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Artigo: Desenvolver a empatia ajuda nos relacionamentos e na carreira

*Por Silvia Bez

A empatia é uma das habilidades mais comentadas ultimamente. Na vida pessoal, saber se colocar no lugar do outro ajuda a manter a saúde dos relacionamentos. No trabalho, essa característica é cada vez mais valiosa, já que é fundamental para o trabalho em equipe.

Na teoria, parece ser simples, mas a empatia vai além da preocupação e conscientização da necessidade de se identificar com o outro. Ela está relacionada com a comunicação assertiva e as motivações alheias.

A pessoa empática está conectada com quem se comunica. Ela capta informações que ultrapassam o que se é falado e identifica emoções e expressões faciais de seu interlocutor. Para praticar essa habilidade, é preciso, antes de tudo, saber ouvir e observar.

Entretanto, cuidado: não confunda esse conceito com “simpatia”, que surge de maneira natural e espontânea. A empatia exige treino. É preciso desenvolver a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa com a finalidade de compreendê-la.

Para ser mais específica, vou exemplificar. Ao ser agressivo, mesmo com razão, você provocará na outra pessoa uma reação de defesa. Mas, se experimentar adotar uma postura mais humilde e compreensiva, possivelmente notará um comportamento mais tolerante por parte do interlocutor. Isso evita conflitos e mantém a manutenção do bom ambiente coletivo.

Veja outras situações nas quais é importante praticar a empatia:

  • Na comunicação assertiva com pessoas de seu convívio;
  • Em entrevistas de emprego;
  • Na liderança – assumindo o comando, delegando tarefas e conquistando o respeito de todos da sua equipe.

A arte da empatia conquista e preserva amizades e laços familiares. Também é um fator que pode aumentar o sucesso profissional. Com esta capacidade bem desenvolvida, você poderá descobrir o que incomoda e o que agrada aos seus clientes. Assim, conseguirá atendê-los melhor, pois entenderá as necessidades deles, o que pode gerar mais resultados em seu negócio.

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Artigo: “Líder humano” substitui “chefe frio” na nova era corporativa

*Por Silvia Bez

Ao longo dos últimos anos, diversas mudanças vêm ocorrendo no mundo corporativo, especialmente na gestão de pessoas. A hierarquia e a frieza na relação com os colaboradores perderam espaço para uma liderança horizontal, com menos autoridade e mais parceria e sensibilidade com toda a equipe.

Para ter sucesso nos negócios, a primeira coisa que a empresa deve fazer é se preocupar com o bem-estar de seus profissionais e contar com líderes mais humanizados.

Abaixo, listo 5 características fundamentais da nova era da gestão:

1) Humanização: Mesmo vivendo na era da globalização e da informatização, o gestor não pode esquecer que seu colaborador não é uma maquina, portanto, é necessário valorizá-lo primeiramente como ser humano. Todos terão dificuldades e, para superá-las, eles vão procurar apoio no líder.  Assim, o gestor deve usar as melhores habilidades de cada um para fazer com que todos cresçam não somente na empresa, mas também em suas vidas pessoais.

2) Práticas certas: Não adianta exigir bons resultados se a prática ensinada estiver errada. Ela pode ser repetida inúmeras vezes, mas, se o gestor não direcionar a equipe para o caminho certo, os objetivos não serão alcançados. Consequentemente, os colaboradores nunca farão o trabalho da maneira que deve ser feita.

3) Incentivo x Motivação: Não parece, mas são coisas distintas. A motivação vem de dentro do profissional e o que a faz crescer é o incentivo que a empresa oferece. O gestor não pode motivar o colaborador, mas pode incentivar com atitudes, como valorizar seu trabalho, entender suas necessidades e ajudá-lo em suas dificuldades. Mostrar que ele é importante para a empresa já é um grande fator para aumentar sua motivação!

4) Parceria: O grande erro de muitos gestores é pensar sozinho e não dar voz às ideias de seus liderados. Para que o trabalho dê certo, é preciso que exista uma parceria na equipe. Portanto, o líder deve procurar sempre se manter disponível, fazendo com que todos se sintam partes integrantes da tomada de decisões. O simples fato de saber que podem contar com o líder já traz a segurança que precisam para realizar os projetos com precisão. Quando o liderado se vê “dentro” do projeto há, por parte dele, um maior comprometimento.

5) Gestor Coach: Um gestor lidera e orienta seus colaboradores. Um gestor coach pratica todos os passos citados anteriormente e vai além. Ele identifica as competências e habilidades individuais e consegue extrair o melhor de seus liderados. Além disso, o gestor coach entende as principais capacidades e as usa de forma que beneficie toda a equipe, ao mesmo tempo em que ajuda o grupo a superar as dificuldades. Resumindo: ele se torna um parceiro de seus liderados. Assim, juntos, entregam os melhores resultados para a empresa.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

Sobre Silvia Bez

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Artigo: 7 passos para encantar e fidelizar clientes

O marketing boca a boca sempre foi um dos meios mais eficazes para empresas conquistarem projeção e sucesso. Nos últimos tempos, com o boom das redes sociais, isso ficou ainda mais fortalecido. Mas por que os clientes argumentam, defendem e até brigam com outras pessoas apenas por causa de uma marca de smartphone, por exemplo?

A especialista em vendas Silvia Bez explica que essa paixão tem um motivo: “As marcas líderes de mercado têm como foco principal o cliente e não apenas seus produtos. E o resultado disso são experiências memoráveis e consumidores encantados, que fazem boca a boca espontâneo e atraem novos clientes.”

Para Silvia, não basta ter o melhor produto do mercado se a atenção com os clientes não é uma das prioridades. “Qualquer produto ou serviço pode ser copiado ou até melhorado. Por isso, a empresa que foca apenas nas vendas, sem satisfazer a necessidade do consumidor final, pode ser surpreendida pela concorrência, que se desdobra para reinventar o processo.”

Ouvir o cliente também é essencial. “Críticas boas e ruins e sugestões sempre serão ótimas referências para melhorar”, afirma a especialista.

Silvia lista abaixo 7 dicas para ter clientes encantados e fieis:

1) Esteja alinhado ao posicionamento da marca em que atua. Ser coerente é fundamental para gerar a confiança do cliente e para a excelência de seu atendimento.

2) Saiba todas as características e benefícios de seus produtos. Antes de chegar até você, o cliente já realizou uma pesquisa prévia do mercado. Caso desconheça alguma informação que lhe seja questionada, diga a verdade sobre a falta de conhecimento e que irá buscar a resposta o mais rápido possível.

3) Tome cuidado com sua aparência, linguagem verbal e corporal e ofereça um atendimento consultivo e diferenciado.

4) Faça um atendimento assertivo e sustentável. Identifique as necessidades do cliente para diminuir as chances de perder a venda.

5) Reconheça seu público-alvo para traçar estratégias. Não adianta querer alcançar a todos e não atingir seu cliente em potencial. Estude o comportamento dos consumidores de seu mercado, identifique suas necessidades, o que esperam de seus produtos e serviços, utilize ferramentas para que possam entrar em contato como SAC, ouvidoria, pesquisa de mercado, canais de mídias sociais, segmentação em marketing, entre outros.

6) Valorize quem se tornou fiel à sua marca. Foque nestes clientes por meio de ações para mantê-los encantados. Estratégias diferenciadas, como tratamento VIP, programas de fidelização e promoções sazonais podem gerar ótimos resultados.

7) Acompanhe as ações, reações e resultados. Não é possível melhorar aquilo que não se mensura. Descubra as estratégias que dão certo e atualize-se para elaborar outros planos assertivos.

Sobre Silvia Bez

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Artigo: Resiliência dos colaboradores vira cobiça de empresas

*Por Silvia Bez

Termos como “respirar fundo”, “contar até três” e “focar na solução” são ótimas descrições para a resiliência, que pode ser resumida na capacidade de se adaptar às mudanças rapidamente. E esta é, hoje, uma das competências mais faladas e procuradas pelas empresas. Até por isso, destaca-se o colaborador que consegue lidar com pressão do dia a dia, aumento no volume de tarefas, mudanças na equipe e ainda entregar resultados eficientes.

O enxugamento no quadro de funcionários aumentou a competitividade no mercado e tornou o ambiente de trabalho altamente estressante, inclusive pelo volume de tarefas distribuídas em menor número de pessoas. Muitos dos profissionais que não fizeram parte dos cortes causados pela crise tiveram que aprender a lidar com maior nível de pressão e exigência de seus superiores.

Quando falamos em resiliência, englobamos diversas características de comportamento, como adaptação a diferentes cenários, busca por solução de problemas e enfrentamento de situações muito estressantes ou até traumáticas. Quem possui esta habilidade consegue promover transformações necessárias para alcançar os objetivos com mais facilidade.

Profissionais resilientes geralmente são estimulados por seus próprios estilos de vida. Quanto mais ganham consciência sobre reações e comportamentos diante de situações de pressão e desafio, mais dominam estas questões.

Você é uma pessoa resiliente quando se desenvolve nas mudanças, inova suas práticas e consegue se antecipar às situações que podem afetar seu trabalho. Com esta habilidade, apresenta um perfil proativo e voltado para o futuro.

Atualmente vivemos em uma realidade onde crises econômicas e cenários turbulentos acontecem em períodos cada vez mais curtos. As empresas são frequentemente desafiadas e, por consequência, os dirigentes destas organizações são mais cobrados.

Empreendedores e líderes, em especial, vivem sob demandas desafiadoras. Convivem em ambientes tensos e atuam em situações de alto risco, em que lidar com crises já se tornou parte do cotidiano. Por isso, estas posições exigem profissionais resilientes.

Mesmo nos momentos difíceis, persista em seus objetivos e mantenha a esperança e o pensamento positivo. Pessoas resilientes se tornam mais fortes a cada desafio superado e adquirem a habilidade para lidar com as adversidades do mundo corporativo.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

Sobre Silvia Bez

É palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Com um portfólio de palestras com mais de três mil pessoas, também oferece serviços de treinamentos, seminários, workshops e coaching pessoal e profissional.

Possui mais de 30 anos de experiência em cargos de liderança em empresas como Banco Bradesco, Ponto Frio, Ambev, Lopes Consultoria, entre outras.

Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 Passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para Fortalecer sua Memória”.

Site: www.silviabez.com.br

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