erros de escrita

Exclua estes 6 vícios das suas redações

A comunicação ganhou mais espaço na vida das pessoas com a troca frequente de emails, mensagens pelas redes sociais e aplicativos como o WhatsApp. No entanto, estas ferramentas tornaram a escrita menos culta e coerente, devido às gírias e abreviações usadas no dia a dia.

Por isso, é preciso muito cuidado para não deixar que este mau hábito esteja no ambiente corporativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, ter uma boa redação não é um “luxo” dispensável, mas uma competência decisiva para o sucesso em qualquer segmento e atuação.

Ter uma boa escrita não traz apenas uma boa imagem para o profissional, mas também pode impactar em promoções, aumento de salário e visibilidade no mercado de trabalho. Para as empresas também é um grande benefício. Quanto maior a qualidade do diálogo entre os colaboradores, mais fáceis se tornam os acordos.

Para aperfeiçoar sua redação e gerar mais oportunidades profissionais, listamos alguns erros muito comuns que você deve eliminar desde já:

1- Expressões difíceis

Um dos maiores problemas do uso destas expressões mais “cultas” é que nem sempre elas significam o que achamos. Por exemplo, muita gente pensa que “junto a” é o mesmo que “com”, quando na verdade é “perto de”.

“Posto que” é outra expressão empregada equivocadamente. Enquanto ela é usada no sentido de “já que”, na verdade tem sentido adverso, como “embora”. Exemplo: “Posto que estivesse chovendo, fui à praia”.

2- Fórmulas prontas

Muitos profissionais enfeitam redações com frases prontas, como “Venho por meio desta” ou “Sem mais para o momento”. Estas fórmulas deixam o texto menos natural e o alongam desnecessariamente, impedindo a objetividade da mensagem. Para um texto mais original, deixa de usá-las.

3- Repetições

Ao contrário do que muitos pensam, a redundância cansa e desconcentra o receptor da mensagem, ao invés de reforçar a ideia. Usar conjunções como “entretanto”, “porém” e “embora” e pronomes relativos como “dos quais”, “onde” e “cujo”, cria conexões com as ideias e evita que as palavras sejam repetidas desnecessariamente.

Uma dica de ouro é procurar os sinônimos no dicionário. Ou no Google.

4- Ignorar duplos sentidos

Pela falta do tom de voz e expressões faciais, a comunicação escrita fica suscetível a mal-entendidos. É um erro não prestar atenção a estes detalhes. Depois de escrever seu texto, vá tomar um café, esfriar a cabeça e o releia.  Você terá outra visão e corrigirá possíveis erros que não tenha percebido antes.

A pontuação é um recurso para evitar a ambiguidade. Veja a diferença: “Pegue o livro, que está na gaveta” e “Pegue o livro que está na gaveta”. No primeiro caso, há um único livro, e seu lugar é a gaveta. No segundo, pode haver vários livros, mas apenas o que está na gaveta deve ser pego.

5- Erros antigos

É comum escorregar nos velhos modelos gramaticais. Os verbos “haver” e “fazer”, por exemplo, ainda fazem muitas pessoas errarem. Ambos devem permanecer no singular quando usados no sentido de tempo e existência. Ao invés de “fazem dois anos” é correto dizer “faz dois anos”. No lugar de “haviam dados”, deve ser escrito “havia dados”.

A maioria dos erros acontece pela correria, mas também pela falta de atenção. É preciso fazer uma revisão antes de enviar a mensagem.

6- Falha na padronização

As siglas precisam seguir um padrão. Se for usado num primeiro momento “A reunião será às 10h”, para continuar o resto do texto será de bom tom continuar usando esta abreviação para indicar as horas.

Outro ponto importante é escrever o nome por extenso na primeira vez em que mencionar a sigla. Por exemplo, “Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”. A partir daí, fique à vontade para usar só a sigla quando mencionar a instituição.

Com informações do portal Exame

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