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Artigo – 2017: O que se passa na cabeça dos CEOs brasileiros?

O mais respeitado Fórum Econômico do mundo acontece anualmente na linda e fria Davos, na Suíça. E, como já é de praxe, é lá que a gigante global de auditoria e consultoria PwC lança a tão esperada e crível “Pesquisa Global com CEOs” ou “Global CEO Survey”. O levantamento sempre nos brinda com informações e dados estatísticos muito interessantes sobre os principais desafios, oportunidades, percepções, expectativas e anseios dos maiores líderes empresariais do mundo.

Como de costume, a 20ª edição da pesquisa traz dados que merecem a especial atenção de empresários, empreendedores e gestores, que têm a responsabilidade de liderar pessoas e promover as tão necessárias mudanças que propiciem a construção de negócios mais sustentáveis. Isso principalmente por estarmos em um mundo cada vez mais desafiador, imprevisível, incerto e igualmente repleto de boas oportunidades às empresas e profissionais bem preparados.

Selecionei alguns dados muito relevantes envolvendo nosso mercado:

Otimismo: Os executivos brasileiros figuram entre os mais otimistas do mundo. Impressionantes 57% dos executivos entrevistados se disseram “muito confiantes no crescimento de sua empresa nos próximos 12 meses”, sendo que, na média global, apenas 38% dos presidentes de grandes empresas demonstram a mesma confiança.

Prudência e realismo: Muito embora os executivos brasileiros se mostrem bastante confiantes, quase todos eles (90%) falaram de crescimento orgânico (sem aquisições) e apenas 36% compartilharam o desejo de ampliarem seus quadros de profissionais.

Não à passividade: 2017 será um ano tão ou até mais desafiador que 2016, especialmente para nós, brasileiros. Diante disso, empresas e seus respectivos líderes não podem ser passivos e precisam ter a coragem necessária para empreender os melhores e mais inteligentes esforços que os permitam construir negócios cada vez mais sustentáveis. Isso, em um mundo incrivelmente comoditizado (com produtos, serviços e soluções cada vez mais similares), passa necessariamente pela maior capacitação do seu pessoal e pela tão fundamental inovação que permita identificar áreas de melhoria nos mais diversos mercados.

Capacitação e treinamento: Uma expressiva parte dos executivos brasileiros entrevistados (69%) apontou a disponibilidade de mão de obra qualificada com as competências chave requeridas pelas suas empresas como um dos seus maiores desafios. Diante disso, tenho absoluta convicção emergir uma vez mais a importância de as empresas investirem de forma cada vez mais estruturada e inteligente no incremento das habilidades, competências e conhecimentos chave que tenham ligação umbilical com os objetivos estratégicos, desafios e oportunidades que cada empresa busca em sua respectiva área de atuação.

2017 tem tudo para ser um grande ano! Já temos uma série de indicadores que corroboram com esta visão otimista e realista:

• Queda na inflação, que tem impacto direto na redução das taxas de juros e que, por consequência, reflete diretamente na redução das taxas de crédito, tão essencial para um país que busca a retomada econômica.

• Aumento da confiança do empresariado brasileiro atestado pela Pesquisa da PwC e por outras pesquisas de fontes bastante confiáveis.

• Aumento do fluxo de capitais estrangeiros ao País, que traz consigo maior liquidez e a tão fundamental retomada dos investimentos que podem acelerar a retomada econômica.

Novo cenário

Diante de tudo isso, tenho convicção que estamos diante de um novo cenário. Um novo horizonte que será marcado de um lado por clientes extremamente exigentes, bem informados e repletos de boas opções à sua frente. E, por outro, por concorrentes cada vez melhores, mais agressivos e com produtos, serviços e soluções muito similares – quando não absolutamente iguais – aos que comercializamos em nossas empresas.

Destaque-se novamente o elemento mais crucial para o crescimento do País e que já ocupa um lugar de relevância nas mentes e ações dos principais líderes empresariais brasileiros: a educação de qualidade. Muito embora tenha sido tão negligenciada ao longo das últimas décadas, ela será certamente o fator cada vez mais preponderante de diferenciação competitiva em um “mercado de iguais”.

Assim, irão brilhar os profissionais e empresas que têm paixão pelo que fazem, expertise em seus mercados e crença inabalável de que a educação é dos elementos essenciais para a busca do sucesso e de resultados de vendas cada vez melhores e sustentáveis.

Aliás, pego aqui emprestada uma análise realmente incrível do Fundador e Presidente do Fórum Econômico de Davos, Klaus Schwab, que cunhou o termo “Talentismo”, que tão bem condensa esta ideia de que o maior e mais importante diferencial competitivo das empresas estará em suas pessoas:
“Não serão os grandes peixes que irão ‘papar’ os peixes pequenos, e sim os peixes mais rápidos que irão engolir rapidamente os peixes mais lentos.”

O Brasil, enfim, viverá o momento de retomada da economia e de crescimento das vendas nos mais diversos setores.

Será que você e seus profissionais estão prontos para surfar nesta nova, incrível e igualmente traiçoeira onda?

* José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Owen Graduate School of Management e é Professor dos MBAs da FIA. É autor dos livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”. www.paixaoporvendas.com.br

Sobre José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas através do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management) e atua como professor dos Programas de MBA da FIA e também do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação especial de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

Site: www.paixaoporvendas.com.br | Blog: www.josericardonoronha.com.br

Atendimento à imprensa:

Almir Rizzatto – RZT Comunicação
almir@rztcomunicacao.com.br
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Fones: (11) 5051-8142 | 99628-1733

Artigo: Você tem expectativas ou intenções para 2017?

*Por Eunice Brito

No início de um novo ciclo da vida, como um novo ano, é comum as pessoas fazerem muitos planos, traçarem metas e planejarem mudanças, baseadas muitas vezes em expectativas.

Em geral, no final do ano, muitas se deparam com uma sensação de frustração, como se o planejado não tivesse tido força e não passasse de um sonho não realizado, atribuindo a responsabilidade do não ocorrido às condições ou a pessoas.

Analisando os fatores de insucesso e sucesso do planejamento de um novo ciclo, me deparo com duas forças presentes: as expectativas e a intenção.

O dicionário traz as seguintes definições:

1- Expectativa: substantivo feminino

Situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência em determinado momento.

Estado da pessoa que espera ou aguarda pela ocorrência de algo provável ou viável; esperança que se baseia em pressupostos ou possibilidades; perspectiva, probabilidade ou possibilidade.

Sinônimos: espera, esperança, perspectiva, possibilidade, probabilidade e promessa

2- Intenção: substantivo feminino

Aquilo que se pretende fazer; propósito, plano, ideia. Aquilo que se procura alcançar, conscientemente ou não; desejo, intento.

Resultado da vontade depois de admitir uma ideia como projeto.

O que está planejado ou se pretende alcançar.

Sinônimos: desígnio, finalidade, intento, propósito,  vontade, alvo, destino, determinação, disposição,  intuito, meta, objetivo, plano, projeto

Pode-se perceber as diferenças dos planos, metas e sonhos que não trazem em si a força da intenção. Enquanto expectativa refere-se a algo dependente do externo, a intenção traz em si o in de interno e ação de movimento.

As expectativas são baseadas em espera de que algo possa acontecer e trazem consigo idealizações e fantasias ancoradas em relações de dependência de condições, pessoas, empresa, governo, onde projeta-se as condições para que tal coisa se realize.

Na expectativa, esperamos que algo aconteça de uma determinada forma e, quando o novo se apresenta no horizonte, algumas pessoas não o reconhece como oportunidade, simplesmente pelo fato de que não é da forma como idealizou no seu pensamento. Esta forma idealizada pode estar ligada a velhos aprendizados, programações e crenças que não foram renovadas dentro de si mesmo.

A expectativa é como uma promessa idealizada que fazemos a nós mesmos, sem o compromisso com o resultado e por isso acarreta frustrações e sensações de menos valia que resvala na nossa autoestima. Exemplo: “No próximo ano eu espero conseguir uma nova posição no trabalho ou neste ano eu espero me casar”.

Se não houver o movimento interno necessário na direção do que queremos, os sonhos não se tornam realidade. É preciso vontade, empenho, dedicação e acreditar que somos capazes de conquistar o que desejamos, porque temos um propósito, uma finalidade evolutiva de crescimento e isso requer determinação e superação de obstáculos. Para Carl Gustav Jung, psicólogo criador da Psicologia Analítica, é como um desígnio, uma força de atração que nos diferencia das massas, nos coloca ao encontro de nossa essência, nos fazendo seres únicos e ao mesmo tempo semelhantes.

A intenção é uma força conectada com o nosso propósito de vida, onde colocamos a energia da vontade a serviço do nosso projeto, seja pessoal ou profissional. Os recursos independem de condições. Imprimimos a energia necessária para sua realização. Existe o compromisso com o resultado e com os valores que guiam a existência humana.

Eu entro em contato com a minha capacidade de realização e, mesmo nas condições adversas, consigo a força necessária para que meu sonho entre em ação. Se as coisas não se apresentam como o traçado imaginado, posso redirecionar a minha ação, sem perder o compromisso com a intenção.

Muitas vezes a manifestação da intenção não é exatamente como imaginamos, mas por sabermos da finalidade e do compromisso evolutivo de vida, podemos reconhecer a oportunidade de mais um passo em direção as nossas reais potencialidades.

Intenção pressupõe desafios, porém, descortina novos elementos a respeito da nossa própria realidade. A própria palavra contém em si ação, movimento que pode transformar obstáculos em oportunidades e, assim, nos impulsionar à criação de novas realidades mais apropriadas, coerentes e sustentáveis à nossa essência.

A intenção é a portadora da boa nova onde o movimento evolutivo acontece. Alguns quando olham para isso o chamam de sorte, mas, para quem se reconhece como uma manifestação da Força Universal, confia no movimento e faz a travessia na linha do tempo confiante do futuro.

*Eunice Brito é Psicóloga, Consultora, Coach, fundadora da Semilla Treinamento Empresarial e uma das organizadoras da Formação no Modelo de Validação Humana Virginia Satir (www.virginiasatir.com.br) no Brasil. Site: www.semilla.com.br

Sobre Eunice F. O. Hilsdorf Brito

É psicóloga, coach e consultora de empresas, com atuação há 30 anos no segmento de desenvolvimento humano. Possui diversas formações nacionais e internacionais, entre elas em Psicologia Analítica Junguiana, Antroposofia, Consultoria Sistêmica, Constelação Familiar e Organizacional, Modelo de Validação Humana da Virginia Satir, Coaching com PNL, Coaching Generativo, Coaching Sistêmico, Coaching Integrativo e Coaching Estrutural.

Coordenou a primeira Formação em Constelação Sistêmica em Florianópolis e a primeira Formação no Brasil no Modelo de Validação Humana – Modelo Virginia Satir. Realiza grupos de Constelações Sistêmicas familiar e organizacional.

Atua em consultório com atendimentos individuais em psicoterapia, coaching e orientação profissional e vocacional. Em empresas desenvolve projetos de team building, desenvolvimento de liderança, sucessão e processos de mudança.

Seu propósito é trabalhar pela ampliação de consciência de pessoas, grupos e organizações.

Site: www.semilla.com.br

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6 tendências que devem dominar o Marketing Digital neste ano

Muitas das tecnologias criadas e discutidas no ano passado estarão com toda força para a atuação no Marketing Digital em 2017. Além das ferramentas que já estamos acostumados a trabalhar, novas tendências prometem revolucionar a área e suas práticas.

Confira seis destas novidades:

1- Chatbots

Essa ferramenta é uma das promessas para a relação entre a marca e o consumidor. Também chamados de web robots (robôs), estes softwares são programados para executar tarefas pré-definidas e, assim, conseguem comandar atividades de forma automatizada baseada em cada inserção de dados. Os chatbots são o uso desta ferramenta para criar conversas -chats, gerenciando perguntas e respostas durante uma interação com pessoas reais.

2- Realidade Virtual

A chegada dos Óculos VR (óculos de realidade virtual) ao mercado permitiram experiências imersivas no mundo virtual e trarão novas maneiras de publicação de conteúdo. Além disso, também podemos esperar o surgimento de novas mídias que serão usadas com o aparelho.

3- Vídeos

O uso de smartphones permitiu um grande crescimento no consumo de vídeos pelas redes sociais. Desde o ano passado muitas ações publicitárias já utilizaram este meio, mas em 2017, o conteúdo em vídeo deve ser tão comum quanto as publicações escritas e com imagens.

4- Internet das coisas

As experiências de mídias interativas e inteligência de itens como televisores vão ganhar mais força em 2017. O aumento da conectividade em vários níveis e a interação e sinergia entre diversos dispositivos, aumentarão ainda mais os meios de distribuição de conteúdo.

5- Data Driven Marketing

Esta é uma prática em que são recolhidas informações dos clientes, que a marca possa trabalhar em campanhas individualizadas para os diferentes perfis do público. A estratégia já foi aplicada recentemente, como nas campanhas da Black Friday e empresas internacionais. E, segundo especialistas, o Data Driven Marketing será uma ferramenta muito comum para a comunicação daqui para frente.

6- Microinfluenciadores

As marcas têm focado apenas nos grandes influenciadores digitais e se esquecem de que, apesar de menos seguidores, os microinfluenciadores são uma poderosa parceria de marketing. O investimento é bem menor e o resultado pode ser muito positivo.

Estas são algumas das promessas para a evolução na área do Marketing Digital e provavelmente muitas delas serão cobiçadas pelas empresas. Entretanto, é preciso analisar quais delas funcionarão para a estratégia de comunicação e não perder o foco nas tradicionais práticas que já estabelecem a boa imagem e relação com a marca.

Com informações do portal Próxxima

Artigo: 5 razões para acreditar que 2017 será o ano da retomada

*Por José Ricardo Noronha

Nos treinamentos, palestras e aulas de MBA que tenho ministrado no Brasil, sempre me questionam se a tão esperada retomada da economia está mesmo por vir. Seria infame de minha parte garantir que sim, algo que nem os mais brilhantes e renomados economistas se aventuram em fazer.

No entanto, vejo claramente os primeiros sinais de retomada, o que me faz vislumbrar um cenário muito mais promissor para este final de ano e, principalmente, para 2017. Abaixo, listo 5 razões que fortalecem esta minha convicção.

1) Cenário macro: temos hoje, no mundo todo, uma situação de bastante liquidez, o que se traduz em um bom e intenso fluxo de investimentos estrangeiros no Brasil. Isso acontece devido aos ativos terem se desvalorizado e depreciado, de forma substancial, ao longo dos últimos trimestres, especialmente por causa da recessão econômica que nos assola.

Além disso, o Brasil continua extremamente atraente para empresas multinacionais dos mais variados setores (imobiliário, farmacêutico, educação, energia, bancos e finanças, etc.), o que justifica o crescente movimento de consolidação e de fusões e aquisições nestes mercados.

2) Cenário político nacional: o presidente Michel Temer (a despeito de quaisquer preferências político-partidárias) teve um bom início de governo com a aprovação da PEC dos gastos públicos, o que dá a ele fôlego para seguir adiante com outras reformas urgentes, com absoluto destaque para a tão crucial reforma da previdência. Além disso, o seu conhecido traquejo político cria boas condições de lidar com um Congresso hostil e pouco afeito às questões republicanas, o que dá a todos nós uma perspectiva de médio e longo prazo muito mais promissora.

3) Queda dos juros: todos os pontos acima dão embasamento à tendência de queda de juros (Taxa Selic), que deve se consolidar ao longo dos próximos meses. Juros mais baixos tendem a dar maior fluidez na economia, em virtude do barateamento do tão necessário crédito para empresas e indivíduos, e também deve servir de importante estímulo à retomada da atividade econômica. Tudo isso impacta diretamente no ânimo e nas ações de empresas e consumidores.

4) Retomada da confiança: pesquisas das mais variadas e sólidas fontes têm trazido dados positivos referentes à tão crucial retomada da confiança do empresariado nacional, internacional e também dos consumidores. Se levarmos em consideração que a pior crise que um País pode mergulhar é a da confiança, tão logo tenhamos melhores índices desta questão, deveremos ver uma série de empresas retomando o rito normal de seus investimentos e também dos consumidores, que tendem a voltar a consumir e a reaquecer a economia.

5) O Brasil e todos nós precisamos: com mais de 12 milhões de desempregados (se considerarmos apenas os números oficiais que não levam em conta os milhões de profissionais que migraram para a chamada “economia informal”), o Brasil e todos nós precisamos seguir em frente. E este sentimento que ganha cada vez mais corpo de que “o pior já ficou para trás” é bastante positivo, pois fomenta a tão necessária esperança de que todos somos responsáveis, direta e indiretamente, pela reconstrução do nosso país e da nossa economia.

Enfim, temos motivos bastante vigorosos para acreditar que o “fundo do poço” já começa a ficar para trás e que a luz no fim do túnel começa a ganhar brilho cada vez mais intenso. E, diante disso tudo, tenho outra certeza bastante clara: a de que somente as empresas e profissionais bem preparados terão melhores condições e capacidades para brilharem neste “novo cenário de negócios”.

Um novo cenário que será marcado de um lado por clientes extremamente exigentes, bem informados e repletos de boas opções à sua frente. E, por outro, por concorrentes cada vez melhores, mais agressivos e com produtos, serviços e soluções muito similares – quando não absolutamente iguais – aos que comercializamos em nossas empresas.

E, diante disso, surge o elemento mais crucial para o crescimento do País: a educação de qualidade, que, muito embora tenha sido tão negligenciada ao longo das últimas décadas, será certamente o fator cada vez mais preponderante de diferenciação competitiva em um “mercado de iguais”.

Assim, irão brilhar os profissionais e empresas que têm paixão pelo que fazem, expertise em seus mercados e crença inabalável de que a educação é dos elementos essenciais para a busca do sucesso e resultados de vendas cada vez melhores e sustentáveis.

O Brasil, enfim, viverá o momento de retomada da economia e de crescimento das vendas nos mais diversos setores.

Será que você e seus profissionais estão prontos para surfar nesta nova, incrível e igualmente traiçoeira onda?

* José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Owen Graduate School of Management e é Professor dos MBAs da FIA. É autor dos livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, além de idealizador da Universidade das Vendas. www.paixaoporvendas.com.br e www.universidadedasvendas.com.br 

Sobre José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas através do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management) e atua como professor dos Programas de MBA da FIA e também do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação especial de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

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Artigo: 2017 só será “novo” ano para negócios que se prepararem

*Por José Ricardo Noronha

Por mais incrível que possa parecer, um novo ano já se aproxima. Um 2017 que todos torcemos para que seja, de fato, “novo” em vários aspectos.

Novo no que diz respeito à tão fundamental retomada da confiança do empresariado e da população em geral.

Novo também no que se refere à tão esperada e necessária retomada da economia.

E novo também diante das incríveis oportunidades que todos nós temos à nossa frente para construir negócios e empresas ainda mais vigorosos e bem sucedidos, com elementos essenciais como alta performance e elevada produtividade de vendas ganhando ainda mais destaque.

Quando falamos em alta performance e em produtividade, falamos necessariamente da cada vez mais crucial melhoria do repertório de técnicas, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes de vendas dos nossos profissionais e líderes de vendas.

Sim, treinar e capacitar com foco 100% orientado ao incremento desses elementos nunca foi tão essencial quanto agora, neste mercado de aceleradas mudanças que vivemos.

Os clientes mudaram! As necessidades, problemas e exigências dos nossos clientes mudaram! Os nossos concorrentes mudaram! As condições econômicas mudaram! O mercado mudou!

Por isso, avalie e veja se você e sua empresa estão prontos para prosperar neste novo cenário. Construa desde já o 2017 para que ele seja, de fato, novo e espetacular!

* José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Owen Graduate School of Management e é Professor dos MBAs da FIA. É autor dos livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, além de idealizador da Universidade das Vendas. www.paixaoporvendas.com.br e www.universidadedasvendas.com.br 

Sobre José Ricardo Noronha

É vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Tem como sonho e missão transformar a carreira e a vida de milhares de profissionais e os resultados de vendas de empresas através do compartilhamento de lições, experiências, dicas e da sua própria história de superação pessoal.

Formou-se em Direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP. Possui especialização em Marketing, Empreendedorismo, Empreendedorismo Social e Vendas pela Vanderbilt University (Owen Graduate School of Management) e atua como professor dos Programas de MBA da FIA e também do Programa de Educação Continuada do Corretor de Imóveis do CRECI/SP.

Escreveu os livros “Vendedores Vencedores” e “Vendas. Como eu faço?”, que contam com a participação especial de experts como Gustavo Cerbasi, Robert Wong, Eugenio Mussak, Raul e James Hunter, entre outros. É considerado um dos 5 maiores palestrantes e professores de vendas do Brasil.

É também idealizador da Universidade das Vendas, plataforma com dezenas de horas de conteúdo online sobre vendas, atendimento, negociação, liderança e outros.

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