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Artigo: Desenvolver a empatia ajuda nos relacionamentos e na carreira

*Por Silvia Bez

A empatia é uma das habilidades mais comentadas ultimamente. Na vida pessoal, saber se colocar no lugar do outro ajuda a manter a saúde dos relacionamentos. No trabalho, essa característica é cada vez mais valiosa, já que é fundamental para o trabalho em equipe.

Na teoria, parece ser simples, mas a empatia vai além da preocupação e conscientização da necessidade de se identificar com o outro. Ela está relacionada com a comunicação assertiva e as motivações alheias.

A pessoa empática está conectada com quem se comunica. Ela capta informações que ultrapassam o que se é falado e identifica emoções e expressões faciais de seu interlocutor. Para praticar essa habilidade, é preciso, antes de tudo, saber ouvir e observar.

Entretanto, cuidado: não confunda esse conceito com “simpatia”, que surge de maneira natural e espontânea. A empatia exige treino. É preciso desenvolver a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa com a finalidade de compreendê-la.

Para ser mais específica, vou exemplificar. Ao ser agressivo, mesmo com razão, você provocará na outra pessoa uma reação de defesa. Mas, se experimentar adotar uma postura mais humilde e compreensiva, possivelmente notará um comportamento mais tolerante por parte do interlocutor. Isso evita conflitos e mantém a manutenção do bom ambiente coletivo.

Veja outras situações nas quais é importante praticar a empatia:

  • Na comunicação assertiva com pessoas de seu convívio;
  • Em entrevistas de emprego;
  • Na liderança – assumindo o comando, delegando tarefas e conquistando o respeito de todos da sua equipe.

A arte da empatia conquista e preserva amizades e laços familiares. Também é um fator que pode aumentar o sucesso profissional. Com esta capacidade bem desenvolvida, você poderá descobrir o que incomoda e o que agrada aos seus clientes. Assim, conseguirá atendê-los melhor, pois entenderá as necessidades deles, o que pode gerar mais resultados em seu negócio.

*Silvia Bez é palestrante motivacional, especialista em vendas e marketing pessoal, além de Master Coach. Em seu trabalho, sempre foca o lado humanista. Formada pela Sociedade Latino Americana de Coaching e pela IAC (International Association of Coaching), é autora dos livros “Paixão em Vender – 5 Segredos do Vencedor”, “7 passos para se apaixonar pelo que faz” e “5 Passos para fortalecer sua Memória”. Site: www.silviabez.com.br

Assessoria de imprensa:

Juliana Fernandes – RZT Comunicação
www.rztcomunicacao.com.br
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Fones: (11) 5051-8142

Young businesspeople clapping for female colleague after presentation at desk in office

A comunicação e sua importância na vida profissional

Roupa adequada, cursos de extensão, larga experiência profissional. Parece o cenário perfeito para um candidato em uma entrevista de emprego, porém, há um fator determinante que o fará ser aprovado ou não: sua capacidade de oratória. Para Carlos Drummond de Andrade, um bom orador convence a si mesmo antes de convencer um auditório. Comunicar-se bem exige, acima de tudo, autoconfiança.

Se a pessoa não souber se comunicar ao falar de si, mesmo tendo um currículo brilhante, as chances de contratação serão nulas. É óbvio que todos temos a capacidade de nos comunicar, no entanto, a sociedade classifica como alguém bem sucedido o sujeito que se “vende bem”, fala com propriedade, naturalidade, não tem medo e possui desenvoltura no falar.

Mãos frias, coração acelerado e boca seca são comuns mesmo em grandes oradores e não são exclusividade dos tímidos. O que os separa, entretanto, é apenas um detalhe: saber dominar essas emoções. Por conta disso, muitos estão procurando aperfeiçoar sua oratória com a finalidade de melhorar a comunicação no dia-a-dia, em diferentes situações.

Além de falar bem, é preciso escrever bem e saber se comunicar por escrito. Muitos negligenciam o português e dão mais importância para a fluência em outros idiomas, mas um e-mail mal escrito pode ferir sua imagem de um modo catastrófico.

Por que empresas buscam pessoas que saibam se comunicar?

Pessoas que se comunicam bem são o alvo das empresas, independentemente do cargo e perfil. Mas por quê? Um bom comunicador geralmente se sai melhor em apresentações em público, sabe motivar sua equipe, é um bom líder, obtém sucesso em reuniões com clientes e nas vendas, se sai bem em entrevistas, negociações, palestras, no famoso “networking”, etc.

A boa notícia é que a comunicação é como a música: todos podem aprender. Claro que alguns terão menos dificuldades, o que é esperado, mas todos podem desenvolver habilidades de comunicação. Quer melhorar sua posição no mercado de trabalho? Aprenda a se comunicar melhor!

(Com informações da Catho)

escrita

5 dicas para elaborar um bom currículo

Como diz o ditado, a primeira impressão é a que fica. Uma das premissas básicas para conseguir a tão sonhada vaga no mercado de trabalho é ter um currículo atrativo e que chame a atenção das empresas.

Algumas regras são válidas de forma equivalente tanto para quem já tem mais experiência como para aqueles que estão na busca da primeira oportunidade. A única diferença, segundo especialistas, será as informações prestadas pelo candidato experiente sobre sua trajetória profissional. O essencial é incluir os empregos mais recentes e significativos.

Confira a seguir 5 dicas para elaborar de forma correta um currículo em qualquer fase da carreira:

1. Seja sucinto

O currículo ideal não pode ser longo. As empresas não têm funcionários e tempo disponíveis para ler três páginas sobre cada candidato. É preciso contar a sua história da forma mais concisa possível.

2. Apresente um resumo das suas qualificações

Mesmo para quem tem pouca ou nenhuma qualificação, é importante listar alguns pontos que resumem as suas principais competências. Dessa forma, fica mais fácil para a empresa entender em quais áreas e pontos você estará apto a trabalhar.

3. Deixe claro o seu objetivo

Outro cuidado importante é declarar a área em que você pretende trabalhar, destacar um segmento de atuação de preferência de acordo com seu perfil e trajetória profissional. Já para os jovens sem especialidade definida, é permitido colocar um objetivo mais generalista.

4. Seja simples

A regra geral para currículos é ser o mais simples possível. O papel deve ser branco, a formatação simples, poucas cores e fontes clássicas como Arial ou Times New Roman. Da mesma forma, a linguagem deve ser a mais formal possível.

5. Destaque resultados

Detalhar o que você conquistou nos trabalhos anteriores ajuda e muito na hora da seleção. Inclua os resultados mais importantes e destaque como estes foram alcançados. Mesmo os mais jovens podem incluir esse tópico no currículo, abordando prêmios que ganhou na faculdade ou experiências que adquiriu como júnior ou estagiário.

(Com informações da Exame.com)

Como escrever bem

Escrever é sofrer? Veja dicas para se comunicar cada vez melhor

Quem diz que escrever é fácil está certamente mentindo. Escrever demanda tempo, este que é tão escasso ou escapa aos nossos dedos. Exige também revisões, seja no conteúdo ou na gramática. Quem nunca escreveu uma frase brilhante e percebeu tempos depois que a sentença estava ambígua?

A forma, às vezes, é o mais fácil de tratar, basta reservar um tempo para tomar atenção quanto aos mínimos detalhes: acentos, vírgulas, concordância verbal e nominal. Mas, despertar a criatividade e fazer brotar um texto numa imensa folha de papel em branco, é o mais difícil.

Ler bastante é o indicado para se escrever bem, embora não seja garantia de um texto brilhante. Conforme lemos sobre diversos assuntos, aprendemos a escrever corretamente as palavras e temos a oportunidade de obter inspiração, tão necessária para a escrita.

O fato é: escrever é sofrer? E quando precisamos escrever sob pressão, com tempo e espaço pré-determinados? O ideal seria escrevermos somente quando quiséssemos? Refletindo sobre o assunto, qual é a sua conclusão?

(Com informações do Portal Exame)

Organização de ideias

Articular bem as ideias faz a diferença na comunicação

Diante de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, ter uma boa oratória é considerado um fator determinante para uma contratação ou promoção de cargo. Quem sabe se expressar bem e articular as ideias de modo lógico, coeso e coerente sai à frente de seus concorrentes.

A oratória consiste numa série de regras e técnicas de discurso, de modo que o orador possa informar, entreter, emocionar, em suma, envolver o seu interlocutor. Como início de uma comunicação eficaz, cinco perguntas básicas devem ser feitas antes de formular o texto de seu discurso: quem diz, o que, para quem, onde e por quê.

Com origens na Grécia Antiga, a oratória era ensinada para os que desejavam falar publicamente no tribunal ou na política por meio dos ensinamentos dos sofistas e, mais tarde, por Aristóteles, Platão e Sócrates.

Os bons oradores são aqueles que, além de saber se expressar bem, conseguem mexer com as emoções de seu público. Nomes como Bill Clinton, Martin Luther King, Abraham Lincoln, John Kennedy, só obtiveram sucesso em suas carreiras como políticos graças ao recurso da oratória.

O conhecimento de técnicas de oratória é extremamente importante para se destacar e, assim, alcançar o sucesso desejado.

(Com informações do Portal Exame de Ordem)