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Marketing Digital

Jornalista deve ser multi para atuar no Marketing Digital

A atuação do jornalista no Marketing Digital pode (e deve) ir muito além da produção de conteúdo para sites, blogs e redes sociais. Hoje em dia, o mercado exige conhecimentos que vão muito além do que aprendemos na faculdade. Portanto, para aproveitarmos o boom do setor, a primeira coisa a ser feita é mudarmos nossa mentalidade.

“Eu sou jornalista e só escrevo. Não vou criar anúncios no Facebook” ou “Ah, não! Fazer a arte de e-book não é coisa de jornalista. Eu até escrevo, mas diagramar, não”. Se você ainda pensa assim, como se estivesse nos tempos da máquina de datilografar, acredite: vai precisar deixar o orgulho de lado e se adaptar a esta nova era.

Marketing Digital: profissionais devem angariar diversas habilidades da comunicação

Nós, jornalistas, já perdemos muito espaço no Marketing Digital. Profissionais de outras áreas, inclusive, vêm fazendo tarefas que deveriam caber a nós, jornalistas, como produção de textos. Fomos engolidos justamente porque não nos preparamos para atender as demandas de um novo mercado, que, hoje, exige uma atuação 360.

Não podemos mais ser vistos como “apenas” produtores de conteúdo. Somos profissionais de comunicação. E acredito que sejamos os mais capacitados para ter uma atuação multi. Se um cliente pedir um e-book, você vai precisar entregar o livro eletrônico completo, pronto, com texto e diagramação. E, de preferência, até já disponibilizar o infoproduto numa plataforma.

Produzir textos para sites e blogs hoje exige técnicas de SEO. O cliente não quer apenas um post bem escrito, ele deseja ser encontrado pelo Google, melhorar seu posicionamento nos buscadores, para que a procura por seus produtos e serviços aumente. Veja como agora estamos umbilicalmente ligados às vendas, o que antes era inimaginável para nós, jornalistas.

Nas redes sociais, saber criar conteúdo relevante, que proporcione engajamento, é o mínimo. Também é preciso criar artes, monitorar, atender usuários e, especialmente em tempos de alcance orgânico cada vez menor, saber elaborar anúncios. E você ainda deve saber analisar métricas para apresentar os resultados aos clientes.

Montar um curso online, publicar vídeos no YouTube, criar landing pages, elaborar sequências de e-mails… Pode se acostumar com a ideia de fazer esses jobs, uma realidade para muitos jornalistas que já atuam com Marketing Digital. Se você vê tudo isso como desvalorização da nossa classe, eu prefiro encarar como reinvenção. Ou, até mesmo, salvação.

Almir Rizzatto é jornalista e pós-graduado em Comunicação Empresarial, Relações Públicas e Marketing. É fundador da agência RZT Comunicação e da Escola Digitalista. É palestrante, instrutor, consultor e especialista em Marketing Digital. Através da RZT, oferece soluções para profissionais liberais e empresas de todos os portes, além de cursos como os de Marketing Digital e SEO.

Contatos:

Site: http://www.rztcomunicacao.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/RZTComunicacao
Youtube: https://www.youtube.com/RZTComunicacao
E-mail: almir@rztcomunicacao.com.br
Telefones: (11) 5051-8142 e 99628-1733

jornalista

Jornalista só pode fazer jornalismo?

Recentemente, duas pessoas me chamaram, angustiadas, para tratar de assuntos parecidos envolvendo a atuação como jornalista.

A primeira foi durante o intervalo da turma 9 do meu curso de Marketing Digital para jornalistas. Em meio a tantas novidades e possibilidades de trabalho que eu tinha acabado de apresentar, ainda no início da primeira aula, a aluna me chamou num canto.

– Almir, me tira uma dúvida, que pode até ser boba: o que você está mostrando para nós é jornalismo?

– De grosso modo, não. Bom, né?

A expressão tensa dela deu lugar a um semblante sereno, seguido de um sorriso aliviado. Talvez por ela ter acabado de descobrir que, como jornalista, poderia fazer muito além do jornalismo tradicional. E muito mais do que ela imaginava para sua carreira.

Sim, porque somos condicionados a, como jornalistas, fazer apenas jornalismo. Entende-se por isso fazer jornal, revista, site, rádio ou TV. E “talvez” assessoria de imprensa. Ou seja, atuar com algo que seja diferente do que aprendemos na faculdade soa como prostituição, desabono à categoria.

É um enorme erro imaginar que todo jornalista quer atuar na imprensa. Admiro os que seguem até hoje numa redação e não se veem trabalhando de outra forma, mas nem todos têm esse perfil. E felizmente, pois, se fosse o contrário, as oportunidades de trabalho seriam ainda mais escassas, já que a cada dia temos menos veículos e menos vagas.

Jornalista x publicitário

O segundo contato recente foi feito por uma participante da minha lista de transmissão sobre Marketing Digital para jornalistas, no WhatsApp. Ela disse que assistiu a algumas palestras da Social Media Week e me questionou se este novo mercado para os jornalistas não conflita com os publicitários.

Sim, conflita. Assim como a atuação dos publicitários conflita cada vez mais com a nossa, especialmente quando eles fazem produção de conteúdo. Hoje, as áreas se convergem.

O mercado vem exigindo profissionais multi. Se você não tem na sua equipe alguém que possa fazer artes para redes sociais ou anúncios no Facebook, por exemplo, você, como jornalista, terá que fazer. Caso isso não te agrade, é melhor mesmo fazer jornalismo.

Almir Rizzatto é jornalista e pós-graduado em Comunicação Empresarial, Relações Públicas e Marketing. É fundador da agência RZT Comunicação e da Escola Digitalista. É palestrante, instrutor, consultor e especialista em Marketing Digital. Através da RZT, oferece soluções para profissionais liberais e empresas de todos os portes, além de cursos como os de Marketing Digital e SEO.

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empreender como jornalista

Empreender como jornalista: experimente a sensação de liberdade!

Há 11 anos, resolvi empreender como jornalista. Joguei para o alto um cargo cobiçado de editor numa multinacional, com salário atrativo e benefícios que hoje talvez nem existam mais. Por quê? Eu não estava mais feliz e queria realizar o sonho de ter meu negócio próprio.

A maioria me achou louco. Um ou outro, corajoso. Para mim, sinceramente, não importava. Até porque eu estava cercado de colegas jornalistas e a nossa classe não é incentivada a empreender. Tanto é verdade que, nos meus cursos, muitos alunos saem com uma nova visão profissional, uma perspectiva até então inimaginável.

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Na faculdade, aprendi que eu poderia trabalhar basicamente em duas frentes: num veículo de comunicação ou numa agência. Sempre trabalhar para alguém, enriquecer alguém, me garantir na CLT. Não tive aulas sobre empreendedorismo, por exemplo. Pelo que percebo, é assim até hoje. E essa visão tacanha, subalterna, sempre me incomodou.

Ali, em 2006, com 27 anos, depois de atuar 7 anos em redação e ter aprendido muito, eu estava decidido a mudar. E, então, na sala do meu apartamento, montei a RZT Comunicação. Éramos em cinco: eu, um computador, uma impressora, uma linha telefônica e vontade de vencer.

Verdade que não sou um bom exemplo de como fazer essa transição de empregado a empresário. Comecei a pensar mais seriamente na minha empresa só no mês de aviso prévio. Pedi demissão sem ter nenhum cliente e com recursos financeiros que me bancariam durante poucos meses, caso o início fosse trágico. Uma insanidade que eu não enxergava, talvez pela certeza que eu tinha, no meu íntimo, que daria tudo certo.

Empreender como jornalista: independência e liberdade

Conquistei meu espaço, consegui clientes, errei, aprendi, enfim, a caminhada tem (e sempre terá) altos e baixos. Faz parte do jogo. Mas a independência e a liberdade que empreender proporciona me encantaram desde o início.

Hoje, me dou ao luxo de selecionar as empresas que eu quero que a RZT Comunicação atenda. Já cheguei ao ponto de “demitir” clientes com os quais não havia mais sentido nem tesão de trabalhar. E abrimos mão de quem tem ideais com os quais não compactuamos. Isso é ter liberdade de escolha!

O que construí nesses mais de 10 anos não foi para uma empresa que pode, a qualquer momento, me incluir num passaralho, mesmo com anos de boa contribuição. O que venho construindo é para o MEU negócio, e isso ninguém vai tirar de mim.

Ter um negócio próprio no Brasil e mantê-lo saudável, ano a ano, é difícil, mas ser empregado também não é fácil. A vantagem ao empreender é que o sucesso dessa caminhada só dependerá de uma pessoa: você.

E eu recomendo essa experiência a todos os colegas jornalistas. Pode ser, como foi para mim, um bom caminho sem volta.

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